Há muitos pontos centrais nesse período: dependência dos grandes rios (Tigre e Eufrates), vida baseada na agricultura e valores religiosos. Esses valores religiosos garantiam o governo teocrático dos faraós e o poder dos sacerdotes.

OS ESTADOS TEOCRÁTICOS DA ANTIGUIDADE ORIENTAL

Entre as primeiras civilizações detacaram-se a do Egito(4.000 a 525 a.C) e da Mesopotâmia (4000 a 539 a.C)

Características
A economia era agrícola de excedente, fundada em relações servis de trabalho, na qual parte da produção se destinava ao rei , considerado senhor de todos os habitantes e de todas as propriedades.

A sociedade estava estruturada na economia servil e na organização política teocrática. Assim, no Egito hierarquizava-se de cima para baixo do Faraó (rei), nos sacerdotes, nos escribas, nos guerreiros, nos camponeses.

A organização política relacionava-se a religião. O Estado, que era ao mesmo tempo, o deus,ou representante, tinha a função de proteger seus habitantes e possibilitar suas atividades produtivas construindo grandes obras destinadas ao controle das cheias dos rios.

A GRÉCIA CLÁSSICA

A Grécia clássica baseava-se em valores que glorificavam o homem e desconheciam a moral cristã. Os gregos clássicos criaram a democracia, especialmente em Atenas.

Democracia limitada aos homens livres atenienses, mas não fazia distinção de renda entre os cidadãos.

ROMA


O império Romano pode ser considerado um grande exemplo de globalização. Através de estradas bem pavimentadas, uma moeda e língua comum, os romanos integraram o mundo mediterrâneo e grande parte do que é hoje a Europa. A base de sua riqueza provinha do trabalho escravo. Para administrar esse império desenvolveram muito o sistema de leis.

OS ESTADOS ESCRAVISTAS

As civilizações clássicas: Grécia e Roma

A produtividade era obtida através das relações escravistas de trabalho, cuja mão de obra era utilizada na agricultura, nas minas e no trabalho doméstico. Havia três meios da pessoa se tornar escrava.

Nascimento: A pessoa já nascia escrava
Dívidas: Escravidão por dívida, a pessoa se tornava escrava devido a dividas que acumulara e não podia pagar.
Conquista: Devido à conquista de sua região a pessoa se tornava escrava.

Tanto a sociedade grega como a romana originaram-se de um Estado aristocrático. Em Atenas, no seu apogeu, o governo estava estruturado na democracia, embora dela fossem excluídos as mulheres, os escravos e os estrangeiros. Em Roma, durante a república e depois do império a sociedade apresentava-se rigorosamente hierarquizada, em ricos proprietários, plebeus proletarizados, e massa de escravos.

A cidade-estado no mundo grego era a unidade política básica. A cidade de Esparta era aristocrática-guerreira e se sustentava no trabalho servil dos hilotas. A cidade de Atenas era democrática e comercial e se sustentava no trabalho escravo.

No mundo romano, o estado era a unidade política básica. As suas principais instituições eram: O Senado, as Magistraturas, as Assembléias e o exército. Essa composição tinha como fundamento principal a guerra, cujo objetivo era o saque a submissão dos vencidos ao escravismo.

A cultura greco-romana tinha um caráter cívico, exaltava o Estado e justificava sua estrutura social e política. No campo da filosofia, o pensamento grego é notabilizado pelo idealismo de Platão e pela lógica de Aristóteles; o pensamento romano , pelo desenvolvimento do Direito.

A EXPANSÃO MULÇUMANA

Saddam Hussein é árabe, turco, sunita ou mulçumano? Por incrível que pareça ele é tudo isso e nada disso. Árabe é uma denominação geográfica para os nascidos na península arábica. Por extensão, denominamos árabes aqueles que compartilha uma determinada cultura e religião.

Essa religião foi pregada por Maomé, a partir do séc Vll. Para o profeta só havia um Deus, Alá, e ele achava que deveriam fazer orações diárias a esse Deus voltados pra Meca, cidade sagrada para esse povo.

Quem aceita essa religião lê o Corão, submete-se à vontade de Alá e passa a ser mulçumano. No mundo mulçumano (ou islâmico) surgiram vários grupos religiosos.

Os sunitas pregam a eleição do chefe e aceitam, além do Corão, outro livro chamado Suna. São grande maioria no oriente médio. Outro grupo, os xiitas, tem um caráter fundamentalista (procuram cumprir as regras da religião integralmente). São maioria em países como o Irã.

Hoje, vários grupos radicais ( como o Hamas) tem maioria xiita entre seus integrantes. Em outros países, como o Afeganistão, outras religiões e adoração a outros "deuses" são totalmente proibidas, podendo levar o infrator a pena de morte.