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O COMPROMETIMENTO DO ALUNO E O APOIO DA FAMÍLIA
- por Artigos
- Publicado 17/06/08
- Dicas para o Vestibular
- Sem notas
A realização de uma prova de vestibular é um gesto solitário. Sozinho, o estudante deve aplicar seus conhecimentos, resolver as questões, escolher as alternativas. No entanto, o caminho percorrido até ali conta com a ajuda e com a companhia de muita gente.
Os pais, por exemplo – ou, mesmo, a família inteira. De uma maneira ou de outra, todos são afetados pelo nervosismo que toma conta do jovem que se prepara para ser o “orgulho da família”.
A expressão vestibular faz referência a um espaço de entrada em algum lugar. Por isso, ela é tão precisa para descrever a situação dos estudantes que se submetem a esse teste decisivo. Eles estão entrando em uma nova casa. Esta casa se chama futuro. Os pais conduzem os filhos até a entrada. Mas eles terão que entrar nela sozinhos.
As semanas que antecedem o exame parecem representar de maneira bastante concreta essa situação. Os pais podem acompanhar os filhos até uma parte do caminho, mas eles terão que concluí-lo por conta própria – e as coisas funcionam assim também na vida.
Na hora do exame, é a mesma coisa: a entrada nas salas, na hora da prova, as escolhas que os filhos farão – tudo terá que ser feito pelos candidatos, sem a ajuda direta da família. Os pais terão que se contentar em roer as unhas do lado de fora, experimentando uma tensão possivelmente tão grande quanto a dos próprios candidatos.
Por mais difícil que seja
enfrentar todo esse processo, é bom ter em mente que o resultado é compensador. Durante a preparação para os vestibulares, os pais assistem à construção de uma individualidade. Medo, ten-são, nervosismo, celebração, acerto – na nossa memória, vitória e derrota têm o mesmo significado: aprendizado. Pois chegou a hora do aprendizado dos filhos.
Os pais fizeram sua parte, fornecendo aos filhos a melhor educação. A escola completou o processo, orientando, organizando e participando da construção do conhecimento.
O estudante, principal beneficiário de tudo, percebeu que trabalhava para si próprio, para a sua própria formação, para seu próprio crescimento. A relação articulada e integrada dessas três instâncias pavimenta o caminho, não apenas até o vestibular, mas para sempre.
Nos próximos dias, os pais devem estar preparados. O nervosismo dos filhos tende a se acentuar daqui para a frente. E a família inteira vai viver um impasse: o que fazer para ajudar? Mostrar-se presente, apoiando – ou manter-se à distância, para não pressionar? Não existem respostas prontas para essas questões.
O melhor a fazer é agir espontaneamente, sem esconder dos filhos os próprios sentimentos. Agindo assim, os pais dividem com os filhos as tensões. É uma forma de dizer: estamos juntos nessa, também estamos preocupados, mas confiantes. Não há uma fórmula para as ações da família nessa hora.
A melhor coisa que os pais podem fazer para ajudar um filho a crescer, é crescer junto com ele.
Os pais, por exemplo – ou, mesmo, a família inteira. De uma maneira ou de outra, todos são afetados pelo nervosismo que toma conta do jovem que se prepara para ser o “orgulho da família”.
A expressão vestibular faz referência a um espaço de entrada em algum lugar. Por isso, ela é tão precisa para descrever a situação dos estudantes que se submetem a esse teste decisivo. Eles estão entrando em uma nova casa. Esta casa se chama futuro. Os pais conduzem os filhos até a entrada. Mas eles terão que entrar nela sozinhos.
As semanas que antecedem o exame parecem representar de maneira bastante concreta essa situação. Os pais podem acompanhar os filhos até uma parte do caminho, mas eles terão que concluí-lo por conta própria – e as coisas funcionam assim também na vida.
Na hora do exame, é a mesma coisa: a entrada nas salas, na hora da prova, as escolhas que os filhos farão – tudo terá que ser feito pelos candidatos, sem a ajuda direta da família. Os pais terão que se contentar em roer as unhas do lado de fora, experimentando uma tensão possivelmente tão grande quanto a dos próprios candidatos.
Por mais difícil que seja
Os pais fizeram sua parte, fornecendo aos filhos a melhor educação. A escola completou o processo, orientando, organizando e participando da construção do conhecimento.
O estudante, principal beneficiário de tudo, percebeu que trabalhava para si próprio, para a sua própria formação, para seu próprio crescimento. A relação articulada e integrada dessas três instâncias pavimenta o caminho, não apenas até o vestibular, mas para sempre.
Nos próximos dias, os pais devem estar preparados. O nervosismo dos filhos tende a se acentuar daqui para a frente. E a família inteira vai viver um impasse: o que fazer para ajudar? Mostrar-se presente, apoiando – ou manter-se à distância, para não pressionar? Não existem respostas prontas para essas questões.
O melhor a fazer é agir espontaneamente, sem esconder dos filhos os próprios sentimentos. Agindo assim, os pais dividem com os filhos as tensões. É uma forma de dizer: estamos juntos nessa, também estamos preocupados, mas confiantes. Não há uma fórmula para as ações da família nessa hora.
A melhor coisa que os pais podem fazer para ajudar um filho a crescer, é crescer junto com ele.

