A PROFISSÃO

Os profissionais dessa área podem buscar a formação como professor de Línguas Estrangeiras a quem cabe a difusão da cultura estrangeira, necessária ao desenvolvimento da consciência nacional pelo reconhecimento do outro, o que amplia a visão de mundo e abre caminho para ultrapassar as barreiras lingüístico-culturais do mundo globalizado.
Contudo, muitos escolhem o curso de letras buscando aprimorar sua escrita visando a carreira de escritor.

Os escritores produzem obras literárias, tais como romances, biografias, novelas, contos, poesias, guiões, argumentos ou ensaios, entre outras. Estas obras podem ser ou não de ficção, fruto da imaginação, ou retratarem acontecimentos reais, e podem ter diversos destinos, tais como a publicação em livro e a adaptação ao teatro, à televisão ou ao cinema.

Ao redigirem os seus textos, os escritores partem das suas observações, experiências, reflexões, imaginação e criatividade.

O profissional de letras pode também trabalhar na área jornalística, escrevendo colunas, crônicas ou outros tipos de textos para jornais, revistas, internet, emissoras de televisão entre outros meios de comunicação.

ATIVIDADES DESENVOLVIDAS

O aluno do curso de Letras, em qualquer de suas habilitações, terá condições de Dominar e instrumentalizar-se para as seguintes habilidades principais:
Ler e interpretar textos;
Produzir textos;
Reconhecer a tipologia textual;
Dominar a norma culta e reconhecer normas diferenciadas;
Comunicar-se eficientemente nas diversas situações socio-interacionais;
Dominar as teorias e práticas do processo de tradução-interpretação;
Conhecer a metodologia do ensino da Língua Portuguesa e de Língua Estrangeiras;
No Brasil, são poucas as pessoas que vivem exclusivamente da profissão de escritor, uma vez que até a referida profissão inexiste no país, sendo regra a acumulação da atividade literária com outras atividades. São também poucos os escritores brasileiros cujos títulos traduzidos são vendidos em outros países de língua estrangeira.
Mesmo alguns conhecidos escritores nacionais possuem outras profissões, muitas vezes pouco ligadas a sua profissão de escritor, como: médicos, advogados, engenheiros, matemáticos, entre outros.
Desta forma, somente os escritores de maior prestígio conseguem obter rendimentos que lhes permitam sobreviver apenas com base na venda dos seus livros e/ou nos contratos que assinam com as editoras.
Pode-se dizer que um escritor é feito de muito esforço e alguma inspiração.
Não pense que uma faculdade de letras tornará alguém um escritor, as técnicas e normas ensinadas no curso apenas auxiliam aqueles que já possuem vontade e vocação para profissão.
Os escritores não necessitam de uma formação acadêmica específica - a única condição imprescindível, naturalmente, é a de que saibam escrever...
Alguns deles não possuem estudos superiores e os que possuem têm formação nas mais diversas áreas: existem escritores que são jornalistas, professores, arquitetos, médicos e advogados
A formação dos escritores é uma autoformação, em que cada um procura obter o máximo de qualificação possível, investindo continuamente nos seus projetos literários.
Contudo, existem formações acadêmicas que podem dotar os potenciais escritores com um conjunto de instrumentos benéficos para a produção textual, nomeadamente cursos em Lingüística, Línguas e Literaturas, Comunicação Social ou Ciências da Comunicação
Muitos profissionais da área optam por lecionar em escolas de ensino médio e universidades.

CONHECIMENTOS NECESSÁRIOS

Língua portuguesa.
Línguas Estrangeiras
Informática (Editores de texto)