Documento de graduação precisa ser validado no Brasil
Mais comum do que o duplo diploma, a graduação integral em outro país pode causar alguns transtornos para os estudantes brasileiros, como a dificuldade de validar o diploma no Brasil.
De acordo com a Sesu (Secretaria de Ensino Superior do Ministério da Educação), a dificuldade para conseguir a comprovação começa em território estrangeiro. O graduado precisa entrar com um pedido de autenticação do diploma no consulado brasileiro do país onde ele estudou. O documento autenticado é enviado para o Brasil para ser traduzido. Depois disso, ele terá de procurar uma universidade pública no Brasil que ofereça o mesmo curso realizado no exterior.
Segundo a Sesu, a instituição escolhida é quem define a forma de avaliação do diploma. A UnB (Universidade de Brasília), por exemplo, analisa o currículo do candidato e aplica uma prova. Outras, de acordo com a secretaria, podem pedir ao aluno que refaça algumas disciplinas.
Há três casos de validação do diploma. O primeiro é o integral, sem necessidade de exames ou estudos complementares. No segundo, o candidato será avaliado, e somente sua aprovação garantirá a autenticação do documento. O terceiro caso é quando o graduado precisa realizar estudos complementares --de até 30%
do curso-- e ser aprovado.
A Unicamp, uma das universidades paulistas que dão validade ao diploma, cobra uma taxa pelo serviço. O valor das provas é de R$ 77,80. Para as disciplinas adicionais, é cobrado o valor de R$ 44,80 para cada uma.
Para fazer a validação no Brasil, o profissional não pode esquecer de entregar à reitoria da universidade escolhida o diploma, o histórico escolar, a prova de duração do curso, a grade curricular, a ementa das disciplinas realizadas e a carga horária ou o número de créditos das matérias.
De acordo com a Sesu (Secretaria de Ensino Superior do Ministério da Educação), a dificuldade para conseguir a comprovação começa em território estrangeiro. O graduado precisa entrar com um pedido de autenticação do diploma no consulado brasileiro do país onde ele estudou. O documento autenticado é enviado para o Brasil para ser traduzido. Depois disso, ele terá de procurar uma universidade pública no Brasil que ofereça o mesmo curso realizado no exterior.
Segundo a Sesu, a instituição escolhida é quem define a forma de avaliação do diploma. A UnB (Universidade de Brasília), por exemplo, analisa o currículo do candidato e aplica uma prova. Outras, de acordo com a secretaria, podem pedir ao aluno que refaça algumas disciplinas.
Há três casos de validação do diploma. O primeiro é o integral, sem necessidade de exames ou estudos complementares. No segundo, o candidato será avaliado, e somente sua aprovação garantirá a autenticação do documento. O terceiro caso é quando o graduado precisa realizar estudos complementares --de até 30%
A Unicamp, uma das universidades paulistas que dão validade ao diploma, cobra uma taxa pelo serviço. O valor das provas é de R$ 77,80. Para as disciplinas adicionais, é cobrado o valor de R$ 44,80 para cada uma.
Para fazer a validação no Brasil, o profissional não pode esquecer de entregar à reitoria da universidade escolhida o diploma, o histórico escolar, a prova de duração do curso, a grade curricular, a ementa das disciplinas realizadas e a carga horária ou o número de créditos das matérias.


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