Tutores são figuras presentes nas salas de aula do EAD
O professor-formador ou titular é capaz de atingir milhares de alunos ao mesmo instante na EAD, com sua imagem e som transmitidos em tempo real, mas a distância espacial pode criar um vácuo na relação professor/aluno.
Para suprir esta falta de comunicação instantânea é importante ter um aparato para compensá-la. Funcionamento A EAD requer mais instrumental que a educação presencial e também mais equipe.
Veja como é a estrutura para que haja um bom funcionamento dessa modalidade de ensino:
Professor
Esta figura é a que mais se diferencia do docente do ensino presencial. Há o professor-autor, que elabora o material didático; e o professor-formador, que acompanha a turma situando-a quanto ao conteúdo e sendo o principal responsável por tirar as dúvidas.
Monitor
É o tutor presencial que fica em sala nos pólos enquanto ocorrem as aulas, dando apoio direto e constante quanto ao desenvolvimento dos estudos, encaminhando as dúvidas dos estudantes aos professores sobre o uso do instrumental disponível na EAD.
Material didático
Fazem parte tanto os materiais impressos e audiovisuais quanto os conteúdos disponíveis na internet. São confeccionados buscando maior clareza no conteúdo e interatividade com os alunos, por ser uma modalidade que exige maior autonomia e dedicação aos estudos. Ambiente virtual
Para compensar os poucos ou, em alguns cursos, os inexistentes encontros presenciais, ambientes virtuais de aprendizagem são utilizados para reunir alunos em fóruns e ferramentas colaborativas.
Comunicação
Para tirar dúvidas quanto aos exercícios propostos, os alunos e o professor-formador podem se comunicar por ligações telefônicas, internet, fax ou correspondência. Responder rápido aos alunos é fundamental.
Pólos
São as salas que recebem a transmissão das aulas, onde ficam os centros de tutoria e onde ocorrem encontros presenciais e orientação dos alunos. As reuniões costumam ser feitas uma vez ao mês.
Tirar dúvidas sobre a dinâmica de estudos, dirimir questões que estão a seu alcance e encaminhar perguntas de alunos sobre o conteúdo das disciplinas. Essas são as funções do tutor, profissional especialista na área do curso e figura fundamental nas atividades presenciais realizadas com os estudantes.
Além disso, ele desempenha um dos papéis mais importantes que o professor pode desenvolver no dia-a-dia nas salas de aulas presenciais: ser o motivador dos alunos para os estudos.
Fernando Brock, 28 anos, formado em Biologia na Universidade Federal do Paraná (UFPR) e pós-graduado em Matemática, trabalha como tutor na Ilha das Peças nas segundas, quartas e sextas-feiras.
“Mostro sempre aos alunos que as aulas trazem benefícios imediatos, porque estão se capacitando e que, pensando no futuro, eles estão criando novas perspectivas de trabalho”, diz.
O coordenador do pólo de Foz do Iguaçu da Universidade Aberta do Brasil (UAB), iniciativa do Ministério da Educação (MEC), Edilson Carlos Balzann, comenta que os tutores dão suporte ao professor titular e acompanham as atividades dos alunos, sabendo o que está ocorrendo e dando o apoio necessário em dificuldades.
“As atividades presenciais são importantes, pois mantêm a ligação
entre os alunos, que se conhecem e criam laços”, diz ele, cujo pólo oferece graduações e especializações de diversas instituições federais e que representa um grande avanço na modalidade.
“A UAB leva cursos de graduação e pós-graduação ao interior do país. São 37 os pólos credenciados no Paraná, em cidades que jamais teriam acesso. O certificado é expedido pelas universidades”, cita Ana Christina Duarte Pires, que coordena a Produção de Material Didático em EAD e é vice-coordenadora da UAB na UFPR.
Ana diz que o reconhecimento também pode ser visto nos programas federais da Escola de Gestores, que capacita diretores de escolas públicas para oferecer a modalidade, e no Mídias na Educação, que capacita professores a usar mídias alternativas.
Além do aumento do número de cursos abertos e de matrículas ao longo dos últimos cinco anos, a EAD vem melhorando agora sua reputação, com o pleno apoio do governo federal, cita Waldomiro Loyolla, presidente do Conselho Científico da Associação Brasileira do Ensino a Distância (Abed).
“A modalidade nos últimos anos se consolida com políticas públicas importantes como a criação de pólos e o estabelecimento de diretrizes de avaliação mais rígidas.” Loyolla vê hoje possibilidades de consolidar os avanços na modalidade.
Para suprir esta falta de comunicação instantânea é importante ter um aparato para compensá-la. Funcionamento A EAD requer mais instrumental que a educação presencial e também mais equipe.
Veja como é a estrutura para que haja um bom funcionamento dessa modalidade de ensino:
Professor
Esta figura é a que mais se diferencia do docente do ensino presencial. Há o professor-autor, que elabora o material didático; e o professor-formador, que acompanha a turma situando-a quanto ao conteúdo e sendo o principal responsável por tirar as dúvidas.
Monitor
É o tutor presencial que fica em sala nos pólos enquanto ocorrem as aulas, dando apoio direto e constante quanto ao desenvolvimento dos estudos, encaminhando as dúvidas dos estudantes aos professores sobre o uso do instrumental disponível na EAD.
Material didático
Fazem parte tanto os materiais impressos e audiovisuais quanto os conteúdos disponíveis na internet. São confeccionados buscando maior clareza no conteúdo e interatividade com os alunos, por ser uma modalidade que exige maior autonomia e dedicação aos estudos. Ambiente virtual
Para compensar os poucos ou, em alguns cursos, os inexistentes encontros presenciais, ambientes virtuais de aprendizagem são utilizados para reunir alunos em fóruns e ferramentas colaborativas.
Comunicação
Para tirar dúvidas quanto aos exercícios propostos, os alunos e o professor-formador podem se comunicar por ligações telefônicas, internet, fax ou correspondência. Responder rápido aos alunos é fundamental.
Pólos
São as salas que recebem a transmissão das aulas, onde ficam os centros de tutoria e onde ocorrem encontros presenciais e orientação dos alunos. As reuniões costumam ser feitas uma vez ao mês.
Tirar dúvidas sobre a dinâmica de estudos, dirimir questões que estão a seu alcance e encaminhar perguntas de alunos sobre o conteúdo das disciplinas. Essas são as funções do tutor, profissional especialista na área do curso e figura fundamental nas atividades presenciais realizadas com os estudantes.
Além disso, ele desempenha um dos papéis mais importantes que o professor pode desenvolver no dia-a-dia nas salas de aulas presenciais: ser o motivador dos alunos para os estudos.
Fernando Brock, 28 anos, formado em Biologia na Universidade Federal do Paraná (UFPR) e pós-graduado em Matemática, trabalha como tutor na Ilha das Peças nas segundas, quartas e sextas-feiras.
“Mostro sempre aos alunos que as aulas trazem benefícios imediatos, porque estão se capacitando e que, pensando no futuro, eles estão criando novas perspectivas de trabalho”, diz.
O coordenador do pólo de Foz do Iguaçu da Universidade Aberta do Brasil (UAB), iniciativa do Ministério da Educação (MEC), Edilson Carlos Balzann, comenta que os tutores dão suporte ao professor titular e acompanham as atividades dos alunos, sabendo o que está ocorrendo e dando o apoio necessário em dificuldades.
“As atividades presenciais são importantes, pois mantêm a ligação
“A UAB leva cursos de graduação e pós-graduação ao interior do país. São 37 os pólos credenciados no Paraná, em cidades que jamais teriam acesso. O certificado é expedido pelas universidades”, cita Ana Christina Duarte Pires, que coordena a Produção de Material Didático em EAD e é vice-coordenadora da UAB na UFPR.
Ana diz que o reconhecimento também pode ser visto nos programas federais da Escola de Gestores, que capacita diretores de escolas públicas para oferecer a modalidade, e no Mídias na Educação, que capacita professores a usar mídias alternativas.
Além do aumento do número de cursos abertos e de matrículas ao longo dos últimos cinco anos, a EAD vem melhorando agora sua reputação, com o pleno apoio do governo federal, cita Waldomiro Loyolla, presidente do Conselho Científico da Associação Brasileira do Ensino a Distância (Abed).
“A modalidade nos últimos anos se consolida com políticas públicas importantes como a criação de pólos e o estabelecimento de diretrizes de avaliação mais rígidas.” Loyolla vê hoje possibilidades de consolidar os avanços na modalidade.


