- Home
- Resumo do Livro
- O ATENEU - Raul Pompéia (Resumo)
O ATENEU - Raul Pompéia (Resumo)
- Por Livros
- Resumo do Livro
-
Nota:




Surgido pela primeira vez em 1888, no Gazeta de Notícias, O Ateneu é um dos romances mais curiosos da Literatura Brasileira, pois escapa a qualquer classificação rígida de periodização literária.
A data de sua publicação o coloca no Realismo. De fato, possui fortes afinidades com tal escola, já que apresenta uma característica marcante desse momento estético: a preocupação em criticar a sociedade num tom perpassado de pessimismo. No entanto, há inúmeros desvios que o impedem de ser um romance puramente realista.
Em primeiro lugar, deve-se lembrar que a obra é memorialista. Seu narrador, Sérgio, apresenta suas memórias de infância e adolescência num colégio interno chamado Ateneu. Assim, o foco narrativo em primeira pessoa impede a tão valorizada objetividade e imparcialidade do Realismo-Naturalismo.
Além disso, não se deve esquecer que Sérgio é o alter-ego, ou seja, um outro “eu” de Raul Pompéia. Em outras palavras, o narrador recebe a personalidade e também as memórias do autor, já que este também estudou num internato, o Colégio Abílio, do Rio de Janeiro. Mais uma vez, carrega-se nas tintas do pessoalismo.
Reforça ainda mais essa subjetividade a forte aproximação que O Ateneu estabelece com outra escola literária, o Impressionismo. De fato, obedecendo a esse estilo, não há o relato exato e documental de fatos do passado. Raul Pompéia encaminha-se inúmeras vezes para a fixação de um momento, de um clima, de uma atmosfera perdida no passado.
Ao invés de contar uma história, muitas vezes preocupa-se em relatar uma seqüência de impressões, sensações subjetivas que marcaram o narrador a ponto de atravessar o tempo e serem os elementos mais nítidos de sua memória.
No entanto, quando se mostra finca nos postulados realistas, o romance mostra um poder de crítica bastante eficaz e tudo de forma criativa, pois se faz por meio de um jogo entre o microcosmo (escola) e o macrocosmo (sociedade). Ou seja, a escola é um reflexo da sociedade, bastando para o autor, portanto, para criticar esta, apenas descrever as relações que se estabelecem naquela.
O ataque mais chamativo se estabelece em relação ao sistema educacional, representado na figura do Dr. Aristarco, diretor e dono do colégio. Além de ele se mostrar alguém bastante vaidoso, egocêntrico e autoritário, dotado de uma linguagem altissonante e retórica (já que a moralidade e a firmeza de caráter que anuncia em sua escola de fato não se realizam), chama a atenção a confusão que estabelece entre escola e empresa.
Magistral é o primeiro capítulo na realização dessa crítica. Vê-se um narrador que, abusando da ironia, apresenta Aristarco preocupado em pintar o colégio como um negociante preocupado com as aparências de sua venda ou mercearia. Não é à toa que o vocabulário usado nesses trechos é típico de estabelecimentos comerciais.
Ademais, o tratamento dado aos alunos é diferenciado muitas vezes pelo poder econômico. Além disso, avassaladora é a descrição do diretor dedicando parte do dia ao livro de contabilidade da escola.
Note, por fim, como o vocabulário pomposo e retumbante vai-se opor à decadência que grassa na escola, o que reforça a hipocrisia dominante não só no colégio, mas na sociedade, em que o ideal defendido mostra-se gritantemente diferente do real praticado. Pode-se ainda observar os métodos antiquados de pedagogia (apesar da propaganda em contrário), baseados na humilhação pública.
Ainda dentro do Realismo, há que se notar no romance sua vinculação ao Naturalismo (um subconjunto da literatura realista), principalmente na utilização de elementos que denotam um apego exagerado à sexualização. Destaca-se, numa visão que em muito lembra a teoria freudiana, o jogo entre implícito e explícito, declarado e escondido, desejado e reprimido, e principalmente entre masculino e feminino que muitas vezes resvala no homossexualismo.
Nos primeiros dias de aula Sérgio recebe de seu colega de sala, Rebelo, o conselho de que não deveria aceitar a proteção de ninguém. É que a escola estava dividida entre os meninos que protegiam, dotados, pois, de masculinidade, e os meninos protegidos, frágeis, passivos e, assim, dotados do que era entendido, no contexto do romance, como feminilidade.
Apesar de avisado, o protagonista não consegue manter por muito tempo a sua disposição por se impor no meio estudantil (há aqui um outro elemento realista-naturalista. A escola é apresentada como um meio hostil, em que os estudantes vivem constantes agressões entre si, tudo para a conquista de espaço e respeito. É como se fosse uma representação das forças que dominam em nossa sociedade), buscando logo a cômoda proteção de alguém mais velho. Surge então Sanches.
O problema é que esse rapaz, descrito como baboso e fedido, demonstra outras intenções. Se ajuda Sérgio na recuperação de seu desempenho escolar, esmerando-se em aulas particulares, exagera nas demonstrações afetivas, chegando até a pedir que o protagonista sentasse em seu joelho.
Não se deve deixar de notar aqui mais uma crítica à hipocrisia. Sancho era um vigilante, aluno que tinha a função de zelar pelo comportamento dos outros. Além disso, era dos mais veementes defensores da “moral e dos bons costumes”.
E justamente ele assediava Sérgio, com intenções nada benéficas. É mais um choque que servirá para o duro amadurecimento do protagonista – no sentido de despir-se dos idealismos do primeiro capítulo e aceitar as decepções e desencantos como naturais de nossa existência.
Ainda dentro do aspecto freudiano está o complexo de Édipo, apresentado numa forma mascarada. Tal se manifesta pela relação de antipatia que se estabelece entre os alunos do Ateneu e o diretor, que acaba se transformando na figura de um pai.
Dessa forma, sua esposa, D. Ema, por ser carinhosa e muito protetora, acaba assumindo a função de mãe dos estudantes. Essa afetividade acaba até se manifestando em Sérgio, principalmente no final do romance, quando, doente, é cuidado por ela.
Somando-se aos elementos realistas, naturalistas e impressionistas, chamam a atenção em O Ateneu as recaídas que o autor tem no rebuscamento da linguagem, com subordinação exagerada e inversões desnecessárias, o que lembra um pouco o Parnasianismo. Note como tal se manifesta no texto abaixo, início do capítulo III:
Se em pequeno, movido por um vislumbre de luminosa prudência, enquanto aplicavam-se os outros à peteca, eu me houvesse entregado ao manso labor de fabricar documentos autobiográficos, para a oportuna confecção de mais uma infância célebre, certo não registraria, entre os meus episódios de predestinado, o caso banal da natação, de conseqüências, entretanto, para mim, e origem de dissabores como jamais encontrei tão amargos.
Ou então na famosa abertura do romance
“Vais encontrar o mundo, disse-me meu pai, à porta do Ateneu. Coragem para a luta.” Bastante experimentei depois a verdade deste aviso, que me despia, num gesto, das ilusões de criança educada exoticamente na estufa de carinho que é o regime do amor doméstico, diferente do que se encontra fora, tão diferente, que parece o poema dos cuidados maternos um artifício sentimental, com a vantagem única de fazer mais sensível a criatura à impressão rude do primeiro ensinamento, têmpera brusca da vitalidade na influência de um novo clima rigoroso."
Não há como não enxergar positivamente a elaboração muitas vezes poética da linguagem no romance, com um intenso emprego de metáforas e outras figuras de linguagem. No entanto, o autor por vezes perde a mão, dificultando desnecessariamente a imediata compreensão do seu conteúdo.
Existe também em O Ateneu aspectos do Expressionismo, na medida em que seu traço, principalmente nas descrições, distorce a realidade por meio de caricaturas grotescas, que resvalam pelo exagero. Note como isso se manifesta na descrição que Sérgio faz dos seus colegas de sala.
”Os companheiros de classe eram cerca de vinte; uma variedade de tipos que me divertia. O Gualtério, miúdo, redondo de costas, cabelos revoltos, motilidade brusca e caretas de símio — palhaço dos outros, como dizia o professor; o Nascimento, o bicanca, alongado por um modelo geral de pelicano, nariz esbelto, curvo e largo como uma foice; o Álvares, moreno, cenho carregado, cabeleira espessa e intensa de vate de taverna, violento e estúpido, que Mânlio atormentava, designando-o para o mister das plataformas de bonde, com a chapa numerada dos recebedores, mais leve de carregar que a responsabilidade dos estudos; o Almeidinha, claro, translúcido, rosto de menina, faces de um rosa doentio, que se levantava para ir à pedra com um vagar lânguido de convalescente (...)”
Em suma, a riqueza do estilo de Raul Pompéia, apresentando elementos realistas, naturalistas, parnasianistas, impressionistas e expressionistas, permite com que sua obra O Ateneu fuja a toda e qualquer padronização literária simplista. Torna-se, pois, um dos momentos mais brilhantes da Literatura Brasileira no século XIX.
98 Comentários:
|
May 24, 2012
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
thais disse:
O Ateneu é como se fosse
|
|
May 11, 2012
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
|
|
May 08, 2012
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
|
|
Jun 23, 2011
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
Bruno R. B. disse:
Esse livro eu recebi de u
|
|
Jun 14, 2011
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
|
|
Jun 03, 2011
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
Lorena disse:
Está bem elaborado, gost
Porém, para mim est |
|
Jun 03, 2011
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
|
|
May 15, 2011
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
|
|
May 12, 2011
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
Vanessa disse:
O livro é riquissimo de
|
|
May 11, 2011
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
|
|
May 11, 2011
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
|
|
May 07, 2011
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
|
|
Mar 30, 2011
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
|
|
Mar 29, 2011
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
BRUNA disse:
ODEIO ESSE LIVRO , como e
|
|
Mar 18, 2011
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
melcaçete disse:
porque tinha diciqualdade
|
|
Jan 25, 2011
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
rodrigues disse:
Tenho 41 anos e li este l
Ape |
|
Dec 13, 2010
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
Alessandra disse:
Gostei deste resumo pq al
|
|
Dec 02, 2010
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
|
|
Sep 03, 2010
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
jessyk disse:
gostei + ou - pq deveria
|
|
Aug 24, 2010
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
jota disse:
O resumo está bom,está
|
|
Aug 07, 2010
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
xandão disse:
muito bom ajuda muito que
|
|
Jun 01, 2010
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
|
|
May 17, 2010
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
|
|
Dec 29, 2009
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
|
|
Dec 09, 2009
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
|
|
Nov 22, 2009
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
|
|
Nov 21, 2009
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
|
|
Oct 26, 2009
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
Pedro Samuel disse:
Esse resumo só deve ser
|
|
Oct 21, 2009
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
|
|
Oct 01, 2009
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
|
|
Sep 26, 2009
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
|
|
Sep 12, 2009
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
MAURICIO disse:
essa historia e muito boa
|
|
Sep 11, 2009
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
|
|
Apr 14, 2009
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
marcio c. da silva disse:
gostei muito da leitura d
|
|
Apr 12, 2009
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
daniele disse:
olhe, gostei muito do res
|
|
Feb 06, 2009
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
Jailson disse:
Achei muito legal, achei
|
|
Jan 29, 2009
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
lourdes disse:
amei o resumo ... nao vai
|
|
Jan 26, 2009
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
|
|
Jan 14, 2009
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
Tammie S. disse:
O resumo está esplêndid
De incrível grandez Adorei. Aborda todos Muitíssimo obr |
|
Jan 11, 2009
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
angela maria disse:
oi,eu adorei esse resumo,
|
|
Dec 07, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
|
|
Dec 05, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
Alice Brolio disse:
Excelente resumo! É um c
Obrigada |
|
Dec 04, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
Giovanna disse:
Excelente resumo! Nao som
Obrigada |
|
Nov 29, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
Jéssica disse:
É um resumo excelente, d
|
|
Nov 28, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
Natália disse:
como Aline disse acima é
|
|
Nov 27, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
Aline disse:
Realmente, é um resumo p
O Resumo tem bastant No |
|
Nov 24, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
Thaís disse:
Muito bom mesmo, adorei,
É um ótimo resumo pra Muito obrigadaa! |
|
Nov 21, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
Luciana disse:
Estive lendo outros resum
|
|
Nov 17, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
|
|
Nov 15, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
Aymê disse:
Nossa vc não sabe como m
amanha vou Vc me ajudou bas muitOO Obri e um REsumo m |
|
Nov 14, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
Isabella disse:
Gostei muito do resumo..p
Obrigada ;x |
|
Nov 05, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
|
|
Oct 28, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
|
|
Oct 17, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
|
|
Oct 16, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
Thiago disse:
Achei q foi um bom resumo
|
|
Oct 16, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
Eduardo Figueiredo disse:
Ótimo resumo. Dá exempl
É prec Agora dá para entend |
|
Oct 13, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
Maurício disse:
Muito bom o resumo...
Um |
|
Oct 06, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
|
|
Sep 23, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
|
|
Sep 21, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
Alberto disse:
tenho que fazer um resum
se alguem puder me aj e |
|
Sep 20, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
|
|
Sep 19, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
Érico disse:
Tem gente aqui que precis
|
|
Aug 29, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
|
|
Aug 19, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
clayton disse:
esse texto eh otimo, me a
|
|
Aug 19, 2008
|
|
Aug 15, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
|
|
Oct 16, 2009
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
gleizer alves disse:
com certeza é um bela pe
|
|
Aug 14, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
|
|
Aug 08, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
|
|
Jul 29, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
Renata Dantas disse:
Adorei o resumo,pois sou
|
|
Jul 24, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
|
|
Jul 21, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
Fabio disse:
Não sei com os mais velh
|
|
Jul 21, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
Fabio disse:
Aff ¬¬ .... esses livro
Por issu reco |
|
Aug 26, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
|
|
Jul 15, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
|
|
Jul 11, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
um usuário desconhecido disse:
RESUMO MUITO INTERESSANTE
|
|
Jul 09, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
|
|
Jun 29, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
Douglas disse:
Estou lendo esse livro, 8
|
|
Jun 06, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
Reinaldo carlos da silva disse:
esse resumo é muit
Reina Assu |
|
Jul 29, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
Ryan Kleber disse:
muito bom o resumo, so fa
Tira |
|
May 25, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
diego disse:
É realmente, trata
|
|
May 22, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
sara disse:
o livro é um class
|
|
May 21, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
|
|
May 16, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
|
|
May 11, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
|
|
May 08, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
Jéssica disse:
Gostei muuito do "re
N&a Esclareceu minh |
|
Apr 26, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
|
|
Apr 03, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
Maria das Neves disse:
Vejo que foram abordados
|
|
Mar 23, 2010
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
|
|
Feb 25, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
Elysson disse:
Gostei Muito, e vai me aj
|
|
Nov 19, 2007
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
|
|
Oct 20, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
wilson lobo disse:
na realidade é um resumo
|
|
Oct 11, 2010
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
allyce disse:
esse livro e uma otima li
|
|
Nov 26, 2008
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
jjjj disse:
pois é!
vejamos... "o a idéia de resumo n |
|
Oct 09, 2009
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
jds disse:
Falou e disse. Vc tem tod
|
|
Oct 09, 2009
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
|
|
Feb 15, 2009
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
|
|
Nov 18, 2007
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
angela disse:
oi
adorei o resumo, mas |

Autor/Admin)
