Algumas universidades, como a UEL e a Unicamp, têm cobrado nos exames vestibulares uma modalidade de texto muito interessante: a carta argumentativa.
Ao contrário do que pensam muitos vestibulandos, não há segredo algum na elaboração da carta. Aliás, ela é, segundo alguns, bem mais simples que a dissertação tradicional, haja vista que é um tipo de texto bem próximo à realidade dos alunos, dos quais a maioria certamente já escreveu uma carta a alguém.
Vejamos, então, as principais características da carta cobrada pelos vestibulares:
a) Estrutura dissertativa: costuma-se enquadrar a carta na tipologia dissertativa, uma vez que, como a dissertação tradicional, apresenta a tríade introdução / desenvolvimento / conclusão. Logo, no primeiro parágrafo, você apresentará ao leitor o ponto de vista a ser defendido; nos dois ou três subseqüentes (considerando-se uma carta de 20 a 30 linhas), encadear-se-ão os argumentos que o sustentarão; e, no último, reforçar-se-á a tese (ponto de vista) e/ou apresentar-se-á uma ou mais propostas. Os modelos de introdução, desenvolvimento e conclusão são similares aos que você já aprendeu (e você continua tendo a liberdade de inovar e cultivar o seu próprio estilo!);
b) Argumentação: como a carta não deixa de ser uma espécie de dissertação argumentativa, você deverá selecionar com bastante cuidado e capricho os argumentos que sustentarão a sua tese. É importante convencer o leitor de algo.
Apesar das semelhanças com a dissertação, que você já conhece, é claro que há diferenças importantes entre esses dois tipos de redação. Vamos ver as mais importantes:
a) Cabeçalho: na primeira linha da carta, na margem do parágrafo, aparecem o nome da cidade e a data na qual se escreve. Exemplo: Londrina, 15 de março de 2003.
b) Vocativo inicial: na linha de baixo, também na margem do parágrafo, há o termo por meio do qual você se dirige ao leitor (geralmente marcado por vírgula). A escolha desse vocativo dependerá muito do leitor e da relação social com ele estabelecida. Exemplos: Prezado senhor Fulano, Excelentíssimo senhor presidente Luís Inácio Lula da Silva, Senhor presidente Luís Inácio Lula da Silva, Caro deputado Sicrano, etc.
c) Interlocutor definido: essa é, indubitavelmente, a principal diferença entre a dissertação tradicional e a carta. Quando alguém pedia a você que produzisse um texto dissertativo, geralmente não lhe indicava aquele que o leria. Você simplesmente tinha que escrever um texto. Para alguém. Na carta, isso muda: estabelece-se uma comunicação particular entre um eu definido e um você definido. Logo, você terá que ser bastante habilidoso para adaptar a linguagem e a argumentação à realidade desse leitor e ao grau de intimidade estabelecido entre vocês dois. Imagine, por exemplo, uma carta dirigida a um presidente de uma associação de moradores de um bairro carente de determinada cidade. Esse senhor, do qual você não é íntimo, não tem o Ensino Médio completo. Então, a sua linguagem, escritor, deverá ser mais simples do que a utilizada numa carta para um juiz, por exemplo (as palavras podem ser mais simples, mas a Gramática sempre deve ser respeitada...). Os argumentos e informações deverão ser compreensíveis ao leitor, próximos da realidade dele. Mas, da mesma maneira que a competência do interlocutor não pode ser superestimada, não pode, é claro, ser menosprezada. Você deve ter bom senso e equilíbrio para selecionar os argumentos e/ou informações que não sejam óbvios ou incompreensíveis àquele que lerá a carta.
d) Necessidade de dirigir-se ao leitor: na dissertação tradicional, recomenda-se que você evite dirigir-se diretamente ao leitor por meio de verbos no imperativo (“pense”, “veja”, “imagine”, etc.). Ao escrever uma carta, essa prescrição cai por terra. Você até passa a ter a necessidade de fazer o leitor “aparecer” nas linhas. Se a carta é para ele, é claro que ele deve ser evocado no decorrer do texto. Então, verbos no imperativo – que fazem o leitor perceber que é ele o interlocutor – e vocativos são bem-vindos. Observação: é falha comum entre os alunos-escritores “disfarçar” uma dissertação tradicional de carta argumentativa. Alguns escrevem o cabeçalho, o vocativo inicial, um texto que não evoca em momento algum o leitor e, ao final, a assinatura. Tome cuidado! Na carta, vale reforçar, o leitor “aparece”.
e) Expressão que introduz a assinatura: terminada a carta, é de praxe produzir, na linha de baixo (margem do parágrafo), uma expressão que precede a assinatura do autor. A mais comum é “Atenciosamente”, mas, dependendo da sua criatividade e das suas intenções para com o interlocutor, será possível gerar várias outras expressões, como “De um amigo”, “De um cidadão que votou no senhor”, De alguém que deseja ser atendido”, etc.
f) Assinatura: um texto pessoal, como é a carta, deve ser assinado pelo autor. Nos vestibulares, porém, costuma-se solicitar ao aluno que não escreva o próprio nome por extenso. Na Unicamp, por exemplo, ele deve escrever a inicial do nome e dos sobrenomes (J. A. P. para João Alves Pereira, por exemplo). Na UEL, somente a inicial do prenome deve aparecer (J. para o nome supracitado). Essa postura adotada pelas universidades é importante para que se garanta a imparcialidade dos corretores na avaliação das redações.
UM EXEMPLO DE CARTA
Leia agora uma carta argumentativa baseada num tema proposto pela UEL em 2002. Preste muita atenção ao que foi pedido no enunciado e aos textos de apoio (suprimiu-se, por questões de espaço, um trecho do texto b). Note que os elementos da estrutura da carta foram respeitados pelo autor:
A partir da leitura crítica dos textos de apoio, escreva uma carta dirigida a um jornal da cidade, sugerindo medidas para conter a violência em Londrina.
a) A violência, quem diria, já não é o que mais preocupa o brasileiro. Chegamos à era da selvageria.
(Marcelo Carneiro e Ronaldo França)
Não é preciso ser especialista em segurança pública para perceber que o crime atingiu níveis insuportáveis. Hoje, as vítimas da violência têm a sensação quase de alívio quando, num assalto, perdem a carteira ou o carro - e não a vida.
Essa espiral de insegurança gerou uma variante ainda mais assustadora. É o crime com crueldade. A morte trágica de Tim Lopes, o repórter da Rede Globo que realizava uma reportagem sobre tráfico de drogas e exploração sexual de menores em um baile funk numa favela da Zona Norte do Rio de Janeiro, é apenas o exemplo mais recente de uma tragédia que se repete a toda hora. Desta vez, com uma questão ainda mais aguda: por que um bandido precisa brutalizar as suas vítimas?
O fato de as cenas mais chocantes da brutalidade estarem quase sempre associadas a regiões pobres das áreas metropolitanas das capitais brasileiras criou, em alguns especialistas, a idéia de que boa parte dos problemas de segurança poderia ser resolvida com investimentos maciços na área social. Trata-se de um equívoco.
Um levantamento do jornal O Globo mostra que, desde 1995, a prefeitura do Rio já investiu quase 2 bilhões de reais em projetos de urbanização, saneamento e lazer em favelas. Isso não impediu que, nos últimos dez anos, houvesse um crescimento de 41% no número de mortes de jovens entre 15 a 24 anos, na maioria moradores de áreas carentes.
O aumento da criminalidade desafia qualquer lógica que vincule, de modo simplista, indicadores sociais a baixos índices de violência. Desde a década de 80, quando o tráfico de drogas passou a se estabelecer definitivamente nas principais cidades brasileiras, os números relativos à educação, saúde e saneamento só fazem melhorar no país.
O investimento dos governos estaduais em segurança também é crescente. Só neste ano, o governador paulista, Geraldo Alckmin, prometeu destinar 190 milhões de reais para o combate à criminalidade, a construção de três penitenciárias e a aquisição de novos veículos - um recorde.
"Vincular violência somente a problemas sociais, por exemplo, é um erro. O crime organizado e a brutalidade que ele gera são um fenômeno internacional", diz a juíza aposentada Denise Frossard. Os códigos de crueldade das organizações criminosas chinesas, com mutilações do globo ocular, ou da máfia italiana, especializada em decepar a língua dos traidores, não diferem em nada do "microondas", criação dos traficantes cariocas para incinerar seus inimigos.
As soluções para tentar diminuir a espiral da brutalidade também podem ser encontradas no exterior. Criado em 1993, o projeto de Tolerância Zero, da prefeitura de Nova York, tinha desde o início o objetivo de combater os violentos crimes de homicídio por tráfico de drogas. Descobriu-se que o furto de veículos, um crime mais leve, tinha relação direta com os assassinatos.
Combatendo-se o furto, caía também o número de mortes. Assim feito, ao mesmo tempo que uma faxina nas delegacias eliminou centenas de policiais corruptos. São medidas que, no Brasil, ainda estão no campo da discussão. Quando finalmente se decidir pela ação, talvez já seja tarde. Por enquanto, a sociedade se pergunta, perplexa, como pode uma parte dela comportar-se de modo tão bárbaro. (Veja, jun. de 2002)
b) Iniciativas contra sete gatilhos da violência urbana
É imprescindível discutir a violência quando ocorre um homicídio por hora só na grande São Paulo. A cifra prova que o poder público fracassou numa das principais obrigações determinadas pela Constituição: garantir a segurança dos cidadãos. Este artigo apresenta iniciativas que tentam minimizar algumas causas da violência como as detalhadas no quadro abaixo. Elas atuam sobre sete fatores que influem na criminalidade: desemprego, narcotráfico, urbanização, cidadania, qualidade de vida, identidade e família.
Vigário Geral
Nome: Grupo Cultural Afro Reggae
Área de atuação: combate ao narcotráfico e ao subemprego
Comunidades atendidas: Vigário geral, Cidade de Deus, Cantagalo e Parada de Lucas, Rio de Janeiro (RJ)
População atendida: 744 jovens e adultos (números atuais)
Quando começou: 21 de janeiro de 1993
Quem financia: Fundação Ford (apoio institucional)
Mais informações: site...
Jardim Ângela
Nome: Base Comunitária da Polícia Militar
Área de atuação: policiamento e atendimento social
Comunidades atendidas: Jardim Ângela
População atendida: 260 mil habitantes
Quando começou: 1998
Quem financia: Governo do Estado de São Paulo
Mais informações: fone...
(...)
Exemplo de carta
Londrina, 10 de setembro de 2002
Prezado editor,
O senhor e eu podemos afirmar com segurança que a violência em Londrina atingiu proporções caóticas. Para chegar a tal conclusão, não é necessário recorrer a estatísticas. Basta sairmos às ruas (a pé ou de carro) num dia de "sorte" para constatarmos pessoalmente a gravidade da situação. Mas não acredito que esse quadro seja irremediável. Se as nossas autoridades seguirem alguns exemplos nacionais e internacionais, tenho a certeza de que poderemos ter mais tranqüilidade na terceira cidade mais importante do Sul do país.
Um bom modelo de ação a ser considerado é o adotado em Vigário Geral, no Rio de Janeiro, onde foi criado, no início de 1993, o Grupo cultural Afro Reggae. A iniciativa, cujos principais alvos são o tráfico de drogas e o subemprego, tem beneficiado cerca de 750 jovens. Além de Vigário Geral, são atendidas pelo grupo as comunidades de Cidade de Deus, Cantagalo e Parada de Lucas.
Mas combater somente o narcotráfico e o problema do desemprego não basta, como nos demonstra um paradigma do exterior. Foi muito divulgado pela mídia - inclusive pelo seu jornal, a Folha de Londrina - o projeto de Tolerância Zero, adotado pela prefeitura nova-iorquina há cerca de dez anos.
Por meio desse plano, foi descoberto que, além de reprimir os homicídios relacionados ao narcotráfico (intenção inicial), seria mister combater outros crimes, não tão graves, mas que também tinham relação direta com a incidência de assassinatos. A diminuição do número de casos de furtos de veículos, por exemplo, teve repercussão positiva na redução de homicídios.
Convenhamos, senhor editor: faltam vontade e ação políticas. Já não é tempo de as nossas autoridades se espelharem em bons modelos? As iniciativas mencionadas foram somente duas de várias outras, em nosso e em outros países, que poderiam sanar ou, pelo menos, mitigar o problema da violência em Londrina, que tem assustado a todos.
Espero que o senhor publique esta carta como forma de exteriorizar o protesto e as propostas deste leitor, que, como todos os londrinenses, deseja viver tranqüilamente em nossa cidade.
Atenciosamente,
M.
Percebeu como a estrutura da carta é dissertativa? No primeiro parágrafo – releia e confira – é apresentada a tese a ser defendida (a de que a situação da violência é grave, mas não irremediável); nos dois parágrafos subseqüentes (o desenvolvimento), são apresentadas, obedecendo ao que se pediu no enunciado, propostas para combater a violência na cidade de Londrina; e no último parágrafo, a conclusão, propõe-se que as autoridades sigam exemplos como os citados no desenvolvimento.
O leitor, o editor do jornal, “apareceu” no texto, o que é muito positivo em se tratando de uma carta. E, como não poderia deixar de ser, foram respeitados os elementos pré-textuais (cabeçalho e vocativo) e pós-textuais (expressão introdutora de assinatura e assinatura).
213 Comentários:
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Mar 19, 2013
Nota:
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Mar 05, 2013
Nota:
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Jan 17, 2013
Nota:
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M C N disse:
a nota ja diz tudo...
O |
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Jan 07, 2013
Nota:
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Dec 26, 2012
Nota:
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Nov 14, 2012
Nota:
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Jaime disse:
Como se dirigir a uma esc
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Nov 11, 2012
Nota:
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Sep 25, 2012
Nota:
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ERIK disse:
Eu nao prestei atençao n
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Sep 24, 2012
Nota:
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Daniel disse:
Muito bom mesmo, procuro
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Sep 17, 2012
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ana sylvia disse:
Bacuri, 18 de setembro de
Povo brasileiro A minha visão é de Ainda É por isso e Como Com minhas pond Povo conscient |
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Aug 30, 2012
Nota:
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Jun 24, 2012
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RAFA disse:
VALEUU BRODSERS MUITO BOM
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Jun 17, 2012
Nota:
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Adriano disse:
Puxa obrigadão por escla
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Jun 04, 2012
Nota:
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montgomery lira disse:
gosto muito de boas leitu
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Jun 04, 2012
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Gabriela disse:
Gostei muito mesmo , mas
Obrigado |
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May 24, 2012
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Nádio disse:
Obrigado MundoVestibular
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May 17, 2012
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May 16, 2012
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Mari disse:
As explicações do mundo
Agradeço pela ajuda.R |
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May 09, 2012
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May 09, 2012
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Jucélio disse:
Excelente a sua explicaç
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Apr 17, 2012
Nota:
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Apr 12, 2012
Nota:
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Apr 12, 2012
Nota:
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Mar 27, 2012
Nota:
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Mar 22, 2012
Nota:
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darah disse:
achei muito bom este text
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Mar 20, 2012
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Mar 07, 2012
Nota:
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Feb 23, 2012
Nota:
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kaiane disse:
Os exemplos das cartas ar
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Feb 10, 2012
Nota:
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Feb 10, 2012
Nota:
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Dec 17, 2011
Nota:
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eduardo vinicius disse:
me ajudou muito. vou faze
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Dec 08, 2011
Nota:
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LAVINIA disse:
quero dizer que essa cart
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Dec 07, 2011
Nota:
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lais disse:
Muito bem explicado, me a
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Dec 05, 2011
Nota:
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Matheus victor disse:
Gostei muito e vou fazer
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Dec 03, 2011
Nota:
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Renata disse:
Muito boa esta dica! Text
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Dec 02, 2011
Nota:
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Dec 01, 2011
Nota:
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Dec 01, 2011
Nota:
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Nov 29, 2011
Nota:
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malu disse:
valeuuuu nossa agora eu t
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Nov 25, 2011
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Claudenice disse:
Muito obrigada. Agora p
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Nov 25, 2011
Nota:
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Nov 16, 2011
Nota:
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Nov 16, 2011
Nota:
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Nov 15, 2011
Nota:
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monica ribeiro disse:
muito obrigada, o texto e
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Nov 05, 2011
Nota:
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Marwan disse:
Ah são mt boas essas dic
principalmente o exem obrigado, espero que |
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Oct 11, 2011
Nota:
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Sep 14, 2011
Nota:
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Jul 10, 2011
Nota:
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Jul 10, 2011
Nota:
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Jun 18, 2011
Nota:
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Débora disse:
Obrigada por este e outro
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Jun 17, 2011
Nota:
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Jun 13, 2011
Nota:
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Jun 13, 2011
Nota:
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Jun 08, 2011
Nota:
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Apr 27, 2011
Nota:
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Apr 25, 2011
Nota:
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Thiago Medeiros disse:
Sem mais palavras, todos
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Apr 17, 2011
Nota:
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Euxzinha disse:
hj precisei destas dicas
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Apr 17, 2011
Nota:
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Apr 15, 2011
Nota:
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rodrigo sereno disse:
Ao redator
tenho uma ava Obrigado Rodrigo Sereno |
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Mar 29, 2011
Nota:
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Leticia disse:
Essa carta e suas explica
Agradeço. |
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Mar 27, 2011
Nota:
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Mar 23, 2011
Nota:
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Guh (: disse:
Excelente. Achei tudo que
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Mar 21, 2011
Nota:
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Mar 13, 2011
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Feb 17, 2011
Nota:
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lucila disse:
Muito bom o texto. Pena q
Alerto na intençà |
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Feb 06, 2011
Nota:
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LaÃs disse:
Eu tenho uma dúvida! Nó
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Jan 27, 2011
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Ivana disse:
Muito bom!
Minhas dúvid Simplismente PERFEI |
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Jan 06, 2011
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Jan 06, 2011
Nota:
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Nilbe Vasconcellos disse:
Ótimo!!! Já estava pira
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Jan 05, 2011
Nota:
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Maria Katarina disse:
Muito bom ,vou prestar ve
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Dec 17, 2010
Nota:
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Anita disse:
Muito bom! me ajudou muit
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Dec 14, 2010
Nota:
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pedro antonio disse:
muito bom me ajudou basta
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Dec 12, 2010
Nota:
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Dec 03, 2010
Nota:
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Bruno disse:
mt obrigado pelo artigo
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Nov 28, 2010
Nota:
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Matheu Vinicius - RN disse:
Excelenta essas dicas!!!
Obrigado!!! Vlw!!! |
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Nov 26, 2010
Nota:
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Nov 22, 2010
Nota:
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Nov 19, 2010
Nota:
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Vinicius pepeta disse:
Eh com essas ajudas que e
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Nov 17, 2010
Nota:
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ThaÃs disse:
Excelente comentário, e
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Nov 08, 2010
Nota:
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João Batista disse:
Excelente!!! Eu não sabi
XD.. |
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Nov 03, 2010
Nota:
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Isabela disse:
Achei excelente, já que
Obrigado |
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Oct 25, 2010
Nota:
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Mizian disse:
Gostei bastante estava pr
para entregar n como fazer.. Muito Obrigada pela aju wlss.. =D |
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Oct 22, 2010
Nota:
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Jhonatan disse:
Achei excelente essa expl
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Oct 22, 2010
Nota:
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Oct 18, 2010
Nota:
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Neuma disse:
Parabéns!Este modelo de
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Oct 13, 2010
Nota:
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Sep 29, 2010
Nota:
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Jean disse:
Achei Otimo... Me Ajudou
Presis |
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Sep 09, 2010
Nota:
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Sep 08, 2010
Nota:
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Sep 02, 2010
Nota:
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Aug 31, 2010
Nota:
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Joziérika disse:
Gostei da dica, assim eu
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Aug 27, 2010
Nota:
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Aug 22, 2010
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Aug 21, 2010
Nota:
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Aug 21, 2010
Nota:
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Aug 12, 2010
Nota:
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Aug 09, 2010
Nota:
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Aug 05, 2010
Nota:
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Jul 21, 2010
Nota:
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Jul 10, 2010
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Jul 08, 2010
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Danilo disse:
Excelente!!! Eu não sabi
Mu |
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Jun 23, 2010
Nota:
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Jun 22, 2010
Nota:
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Jun 21, 2010
Nota:
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Jun 09, 2010
Nota:
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Hugo Alexandre Silva disse:
TOP DEMAIS!!!! Se cair Ca
PARABÉNS pelo artigo ;- |
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Jun 07, 2010
Nota:
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Bruna disse:
Maravilhoso,nunca vi uma
Estam de parabens b |
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May 28, 2010
Nota:
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SÂMARA GLENDA disse:
NOSSA FOI ÓTIMO.....esta
Continuem a |
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May 26, 2010
Nota:
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Guinha disse:
Vlw msmo tava na duvida d
saibia q não pelo menos já tenho Mas tudo bem, obr |
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May 26, 2010
Nota:
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May 24, 2010
Nota:
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Sabrina disse:
O texto foi bastante escl
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May 20, 2010
Nota:
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thalles Prof.Usp disse:
a melhor forma de se faze
E |
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Apr 30, 2010
Nota:
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Apr 30, 2010
Nota:
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Apr 27, 2010
Nota:
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Mar 21, 2010
Nota:
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Samuel disse:
Muito bom...posso ir faze
Eu estava "mais perd |
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Mar 20, 2010
Nota:
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Mar 18, 2010
Nota:
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Andressa Oliveira disse:
Parabéns,me ajudou basta
Hoje vi o q (* |
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Mar 01, 2010
Nota:
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Érika disse:
Muito clara mesmo a expli
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Feb 28, 2010
Nota:
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Daniel disse:
SHOW DE BOLA...
Uma info Parabéns e Obrigad |
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Feb 19, 2010
Nota:
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Jan 31, 2010
Nota:
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ORLANDO PAIVA disse:
Parabéns!!! O artigo é
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Jan 14, 2010
Nota:
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Dec 18, 2009
Nota:
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Valdi disse:
Sem dúvida nenhuma, muit
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Dec 16, 2009
Nota:
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Dec 09, 2009
Nota:
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Guilherme Genovi disse:
este artigo é muito bom,
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Dec 09, 2009
Nota:
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Dec 01, 2009
Nota:
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gelly disse:
Muito bom!
é difÃcil e Deus os ilumin |
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Nov 30, 2009
Nota:
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Daniela disse:
Nossa, ótima explicaçã
e pr |
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Nov 28, 2009
Nota:
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Abda disse:
A carta foi muito bem ela
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Nov 23, 2009
Nota:
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pedro disse:
perfeito esse artigo, ado
(bom já estou mais |
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Nov 22, 2009
Nota:
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Nov 22, 2009
Nota:
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Nov 22, 2009
Nota:
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Nov 21, 2009
Nota:
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Nov 21, 2009
Nota:
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Nov 19, 2009
Nota:
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Nov 19, 2009
Nota:
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Nov 19, 2009
Nota:
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Nov 18, 2009
Nota:
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Nov 10, 2009
Nota:
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Nov 05, 2009
Nota:
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Apr 13, 2009
Nota:
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Soliane A.P.Macario-Pancas-ES disse:
Parabéns pela matéria n
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Apr 13, 2009
Nota:
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Soliane A.P.Macario disse:
Ficou exelente essa maté
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Feb 17, 2009
Nota:
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TaÃs Pereira disse:
Não tinha muita noção
Pois adorei excelente!!! |
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Feb 10, 2009
Nota:
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cassio gyrlan disse:
eu gostei muito , e tenho
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Jan 30, 2009
Nota:
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Rennan disse:
Muito bem explicado,tenho
Ob |
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Jan 19, 2009
Nota:
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DIOGO disse:
VC SE EXPRESSOU MUITO BEM
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Jan 18, 2009
Nota:
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Jan 15, 2009
Nota:
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Jan 12, 2009
Nota:
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Jan 09, 2009
Nota:
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Dec 16, 2008
Nota:
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Dec 14, 2008
Nota:
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Dec 13, 2008
Nota:
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James William disse:
Parabéns, esta carta val
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Dec 12, 2008
Nota:
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Dandara disse:
Eu gostei bastante. Vou p
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Dec 11, 2008
Nota:
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Dec 06, 2008
Nota:
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Magno disse:
Gostaria de agradecer ao
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Dec 06, 2008
Nota:
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Dec 06, 2008
Nota:
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Dec 05, 2008
Nota:
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Dec 02, 2008
Nota:
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Juliana Fernandes disse:
Td q eu tava precisando,p
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Dec 01, 2008
Nota:
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Bruna Dulliny disse:
Eu achei muuito bom.. A c
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Nov 30, 2008
Nota:
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Nov 29, 2008
Nota:
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divanni disse:
nossa!! amanhã farei ves
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Nov 29, 2008
Nota:
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BRUNO RODRIGUES disse:
amanha irei prestar o ves
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Nov 23, 2008
Nota:
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Samyla Alves disse:
Irei fazer vestibular ama
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Nov 22, 2008
Nota:
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Maria Eduarda disse:
Irei fazer vestibular ama
Ob |
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Nov 21, 2008
Nota:
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Davi Vital Silvânia-GO disse:
Gostei muito dessa carta.
Muito bem elaborada e |
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Nov 19, 2008
Nota:
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RENATA TAMIRES CAMALAÚ-PB disse:
Bom,foi ótimo esse model
Para quem não |
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Nov 13, 2008
Nota:
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professor Emerson de Morais,João Pessoa-PB. disse:
Achei bem elaborados os t
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Nov 11, 2008
Nota:
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Mayara C. disse:
A explicação está bem
a se |
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Nov 10, 2008
Nota:
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Mayra disse:
Nossa, essa carta mim tir
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Nov 06, 2008
Nota:
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Nayara Jhéssica Marques da Fonsêca disse:
Parabéns. O artigo é mu
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Nov 04, 2008
Nota:
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Nov 04, 2008
Nota:
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Oct 28, 2008
Nota:
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Oct 28, 2008
Nota:
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Oct 27, 2008
Nota:
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Oct 26, 2008
Nota:
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Oct 22, 2008
Nota:
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lord vladison disse:
agradeço ao autor , ou s
Me ajudou muito! Amei...nota10 parabens |
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Oct 20, 2008
Nota:
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Oct 15, 2008
Nota:
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sandra mara santos de jesus disse:
gostei, mais eu ainda nã
peço h |
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Oct 11, 2008
Nota:
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vanessa o. disse:
achei dez me fez compreen
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Oct 09, 2008
Nota:
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Andiara disse:
P/ Jandir: Eu sou de Bras
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Oct 06, 2008
Nota:
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Oct 05, 2008
Nota:
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Jandir disse:
Mto legal!
Aqui na UFR Gra Quà |
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Jan 26, 2009
Nota:
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Oct 03, 2008
Nota:
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Oct 02, 2008
Nota:
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Sep 24, 2008
Nota:
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T.R disse:
artigo espetacular,admire
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Sep 23, 2008
Nota:
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Rodrigo Oliveira disse:
O artigo ficou muito bom,
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Sep 18, 2008
Nota:
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Iolanda disse:
Achei que o artigo foi mu
Temos que |
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Sep 17, 2008
Nota:
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Sep 16, 2008
Nota:
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patricia disse:
parabèns, estava procura
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Aug 26, 2008
Nota:
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Aug 26, 2008
Nota:
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Aug 17, 2008
Nota:
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Amanda disse:
gostei muito e como eu vo
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Aug 10, 2008
Nota:
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carlos eduardo p freitas disse:
gostei da carta mostra co
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Jul 23, 2008
Nota:
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DAIA LIMA disse:
Achei execelente o artigo
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Jul 15, 2008
Nota:
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Jul 14, 2008
Nota:
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vanessa disse:
Parabéns! Este art
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Jul 13, 2008
Nota:
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Aline disse:
achei ótimo, vou t
este exemplo me ajudou |
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Jul 13, 2008
Nota:
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Jul 04, 2008
Nota:
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Dayane disse:
Nossa!
Parabéns p Me ajudou mu E j&aa |
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Jul 01, 2008
Nota:
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Jun 27, 2008
Nota:
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Pollyane disse:
Gostei do artigo, para mi
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Jun 18, 2008
Nota:
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Tânia Roubier Barrozo disse:
Considero este artigo ex
Parabéns! T |
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Jun 18, 2008
Nota:
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Luciana disse:
Realmente, esta carta ar
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Nov 04, 2008
Nota:
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Fernando disse:
achei que esta redação
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Dec 10, 2010
Nota:
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Jun 18, 2008
Nota:
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Nov 22, 2009
Nota:
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Leticia disse:
valeu msmo por esta ajuda
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Sep 09, 2010
Nota:
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Autor/Admin)
