O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, ontem à tarde, o
projeto de lei que cria a Universidade Federal Fronteira Sul (UFFS).
Com sede em Chapecó, a instituição será a segunda universidade federal
de Santa Catarina, que hoje conta apenas com a UFSC, sediada em
Florianópolis.
A nova unidade contará com extensões no Paraná e no Rio Grande do Sul, beneficiando 415 municípios das regiões de divisa dos três estados. Assinado em uma cerimônia prestigiada por autoridades da área da educação, o projeto foi remetido ao Congresso Nacional, que precisará aprovar a instalação.
Falando em nome do presidente Lula, o ministro da Educação, Fernando Haddad, destacou a forma democrática com que o governo conduziu o processo de criação da nova universidade. - Este foi um projeto acertado com movimentos sociais e discutido com a comunidade local para atender, sobretudo, o filho do trabalhador do campo - destacou o ministro Haddad.
Programado para ser construído em Chapecó, no Oeste do Estado, o campus deve ficar pronto em 2010, segundo as previsões do governo. O primeiro vestibular vai abrir vagas para 10 cursos.
Além de Santa Catarina, o Paraná e o Rio Grande do Sul contarão com unidades da instituição. Bancada catarinense será mobilizada pelo projeto Cerro Largo e Erechim, no Norte gaúcho, e Laranjeira do Sul e Realeza, no Sudoeste paranaense, serão sedes fora do território catarinense.
Pelos planos da União, quando estiver em pleno funcionamento, a federal terá capacidade de atender mais de 10 mil estudantes. Animado com o envio do projeto ao Congresso, o deputado Cláudio Vignatti (PT) promete mobilizar a bancada catarinense para apressar a tramitação do texto que cria a nova instituição.
Antes de ser votada em plenário, a matéria precisará ser aprovada nas comissões de Constituição e Justiça; de Educação; de Trabalho e de Finanças da Câmara. - Vamos colocar esse projeto debaixo do braço para fazer andar o mais rápido possível no Congresso - garantiu Vignatti.
Só para construir o campus de Chapecó, o orçamento da União deste ano tem reservado R$ 10 milhões para o início das obras. Até 2011, o Plano Plurianual (PPA), projeto que estipula as prioridades do governo federal, prevê investimentos de R$ 200 milhões.
Resultado da ampla mobilização dos movimentos sociais
e das lideranças políticas dos três
estados do Sul, que desde 2003 atuam pelo projeto, a assinatura do
projeto também foi comemorada pela senadora Ideli Salvatti (PT). - Foi
um dia histórico para a educação e, no caso de Santa Catarina, mais
ainda, já que o Estado ganha a segunda instituição federal - exaltou a
senadora.
Na mesma cerimônia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou as leis que criam 48,5 mil novos cargos em universidades federais e na rede federal de educação profissional e tecnológica.
São 27.864 vagas para professores e 20.601 para técnicos-administrativos, tanto em novos cargos - criados para garantir a expansão das universidades e das escolas técnicas - quanto para suprir as vagas existentes e que ainda não foram preenchidas.
O aumento do número de vagas será para cumprir o cronograma da criação de 13 novas universidades já aprovadas pelo Congresso e também para a ampliação do número de cursos e vagas nos vestibulares das já existentes.
A nova unidade contará com extensões no Paraná e no Rio Grande do Sul, beneficiando 415 municípios das regiões de divisa dos três estados. Assinado em uma cerimônia prestigiada por autoridades da área da educação, o projeto foi remetido ao Congresso Nacional, que precisará aprovar a instalação.
Falando em nome do presidente Lula, o ministro da Educação, Fernando Haddad, destacou a forma democrática com que o governo conduziu o processo de criação da nova universidade. - Este foi um projeto acertado com movimentos sociais e discutido com a comunidade local para atender, sobretudo, o filho do trabalhador do campo - destacou o ministro Haddad.
Programado para ser construído em Chapecó, no Oeste do Estado, o campus deve ficar pronto em 2010, segundo as previsões do governo. O primeiro vestibular vai abrir vagas para 10 cursos.
Além de Santa Catarina, o Paraná e o Rio Grande do Sul contarão com unidades da instituição. Bancada catarinense será mobilizada pelo projeto Cerro Largo e Erechim, no Norte gaúcho, e Laranjeira do Sul e Realeza, no Sudoeste paranaense, serão sedes fora do território catarinense.
Pelos planos da União, quando estiver em pleno funcionamento, a federal terá capacidade de atender mais de 10 mil estudantes. Animado com o envio do projeto ao Congresso, o deputado Cláudio Vignatti (PT) promete mobilizar a bancada catarinense para apressar a tramitação do texto que cria a nova instituição.
Antes de ser votada em plenário, a matéria precisará ser aprovada nas comissões de Constituição e Justiça; de Educação; de Trabalho e de Finanças da Câmara. - Vamos colocar esse projeto debaixo do braço para fazer andar o mais rápido possível no Congresso - garantiu Vignatti.
Só para construir o campus de Chapecó, o orçamento da União deste ano tem reservado R$ 10 milhões para o início das obras. Até 2011, o Plano Plurianual (PPA), projeto que estipula as prioridades do governo federal, prevê investimentos de R$ 200 milhões.
Resultado da ampla mobilização dos movimentos sociais
Na mesma cerimônia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou as leis que criam 48,5 mil novos cargos em universidades federais e na rede federal de educação profissional e tecnológica.
São 27.864 vagas para professores e 20.601 para técnicos-administrativos, tanto em novos cargos - criados para garantir a expansão das universidades e das escolas técnicas - quanto para suprir as vagas existentes e que ainda não foram preenchidas.
O aumento do número de vagas será para cumprir o cronograma da criação de 13 novas universidades já aprovadas pelo Congresso e também para a ampliação do número de cursos e vagas nos vestibulares das já existentes.


