É comum as pessoas dizerem: Este livro é para mim ler. Qual o equívoco? O certo é para eu ler. Simplesmente não observamos que o mim torna-se o sujeito de ler.
Pelas leis da gramática, mim e te não funcionam como sujeitos da ação. Logo: Para eu fazer, para eu ler, para eu escrever. Mim e te não praticam ação. Logo, mim não passa no vestibular; mim não namora, mim não vai a jogo de futebol. Eu, sim, passo no vestibular. Estudo para eu passar no vestibular. Na verdade, isso parece língua de índio: Mim Jane, tim Tarzã...
Os alunos irão reclamar: Que diferença faz, todo o mundo entende quando a gente diz pra mim fazer? Ah, sim, vocês acham mesmo isso? Então vejamos:
Imaginem que um colega faça o seguinte convite:
Vou-te convidar para tu comeres lá em casa.
Tu é sujeito de comer. Logo, praticará a ação de degustar o alimento cozido. Trata-se de pronome reto, digno
feitor de ações. Trocando para o pronome oblíquo:
Vou-te convidar para te comer lá em casa.
Mudou alguma coisa? Penso que sim. Agora o convidado, de agente da ação de comer, passa a ser o cardápio. Moral da história: Quando convidarem vocês para comer, perguntem se é com o reto ou com o oblíquo. Gentilmente, vai-se primeiro com o reto e, depois, mete-se o oblíquo.
Pelas leis da gramática, mim e te não funcionam como sujeitos da ação. Logo: Para eu fazer, para eu ler, para eu escrever. Mim e te não praticam ação. Logo, mim não passa no vestibular; mim não namora, mim não vai a jogo de futebol. Eu, sim, passo no vestibular. Estudo para eu passar no vestibular. Na verdade, isso parece língua de índio: Mim Jane, tim Tarzã...
Os alunos irão reclamar: Que diferença faz, todo o mundo entende quando a gente diz pra mim fazer? Ah, sim, vocês acham mesmo isso? Então vejamos:
Imaginem que um colega faça o seguinte convite:
Vou-te convidar para tu comeres lá em casa.
Tu é sujeito de comer. Logo, praticará a ação de degustar o alimento cozido. Trata-se de pronome reto, digno
Vou-te convidar para te comer lá em casa.
Mudou alguma coisa? Penso que sim. Agora o convidado, de agente da ação de comer, passa a ser o cardápio. Moral da história: Quando convidarem vocês para comer, perguntem se é com o reto ou com o oblíquo. Gentilmente, vai-se primeiro com o reto e, depois, mete-se o oblíquo.
24 Comentários:
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Mar 25, 2011
Nota:
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Jan 27, 2010
Nota:
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Jan 15, 2009
Nota:
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rodrigo disse:
Excelente!!!
A descontr |
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Jan 10, 2009
Nota:
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Oct 15, 2008
Nota:
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Oct 13, 2008
Nota:
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wladimir disse:
É excelente o exemplo, f
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Oct 07, 2008
Nota:
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Oct 05, 2008
Nota:
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Oct 04, 2008
Nota:
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Rayane disse:
Fala serio!!? ficou bom d
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Oct 01, 2008
Nota:
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Sep 30, 2008
Nota:
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jessika disse:
adorei tah demais asssim
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Sep 24, 2008
Nota:
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Sep 03, 2008
Nota:
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Aug 28, 2008
Nota:
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Aug 27, 2008
Nota:
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Aug 25, 2008
Nota:
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Momo disse:
concordo com a Luana,tamb
O texto foi mui |
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Aug 11, 2008
Nota:
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professor disse:
No mínino preconceituoso
Já, ditadicame |
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Aug 12, 2008 (
Autor/Admin)
Luana disse:
Eu Não acho nem um pouco
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Nov 04, 2008
Nota:
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Aug 06, 2008
Nota:
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Tays Dias disse:
Esse texto foi muito bem
pois ajuda-no de uma forma p |
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Aug 06, 2008
Nota:
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Aug 06, 2008
Nota:
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Aug 20, 2008
Nota:
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Jul 31, 2008
Nota:
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Wallace disse:
Olha esse texto é hum...
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Autor/Admin)
