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ENFERMEIROS TÊM EMPREGO GARANTIDO DEPOIS DA FACULDADE
- Por Orientação Vocacional
- Publicado 11/08/2008
- Orientação Vocacional
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Nota:




Orientação Vocacional
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A carreira de enfermeiro já não é mais considerada a segunda opção para
aqueles que não passaram no vestibular para medicina.
E, para a doutora Almerinda Moreira, membro da Câmara Técnica de Assistência do Cofen (Conselho Federal de Enfermagem), esse aquecimento nos cursos superiores é bem-vindo, já que a área exige demanda e "o brasileiro, infelizmente, está muito doente".
O Cofen contabiliza, hoje, 155.444 enfermeiros no Brasil. A boa notícia é que, segundo Almerinda, não falta emprego para estes profissionais. "Há muitos campos disponíveis para trabalho que vão além do hospital, apesar de esse ser a área que mais absorve enfermeiros".
Ela diz que a categoria está se qualificando cada vez mais, o que explica o crescimento destes cursos superiores. "Temos até pós-doutorado. Isso dá maior confiabilidade na carreira".O Estado de São Paulo abriga a maior rede hospitalar do país e tem 54.826 enfermeiros
A doutora conta que a demanda de enfermeiros é grande no país e a grande quantidade de recém-formados não atrapalha os planos de quem busca uma vaga.
Apesar disso, existem algumas concentrações. "São Paulo, por exemplo, está restringindo a entrada destes profissionais". Isso porque o Estado abriga 54.826 enfermeiros diplomados. "O que se procura nessa região, em Minas Gerais e no Rio de Janeiro, são especializações". Como na maioria das profissões, Norte e Nordeste têm defasagem.
Maria Angélica Azevedo Rosin, chefe do departamento de fiscalização do Coren-SP (Conselho Regional de Enfermagem do Estado de São Paulo), diz que grande parte dos formandos de São Paulo migram para outros Estados e até para o exterior. "Aqui no Brasil temos essa mão-de-obra pronta para atendê-los. Em 2007, foram muitos enfermeiros para a Itália", conta.Apesar de atraente,
a profissão ainda não é bem remunerada. "Não
existe um piso nacional para a categoria, então o salário depende de
cada região. No Rio, varia entre R$ 800 e R$ 1.000.
Em São Paulo, pode chegar a R$ 3.000".Qualidade da mão-de-obraAs duas conselheiras concordam que a qualidade do serviço de um enfermeiro começa nos bancos da faculdade.
Almerinda sustenta que o MEC deve ficar de olho, principalmente nas instituições privadas. "A gente ouve histórias de que algumas faculdades contratam professores titulados só para passar na avaliação e depois mandam embora.
Isso faz a qualidade do ensino cair mesmo".Para Maria Angélica, as instituições não atendem as competências previstas na educação profissional. "É uma profissão técnica, científica, teórica, mas tem a essência da prática". Assim como medicina e outros cursos da área de saúde, os alunos de enfermagem também precisam de campo para estudar. "Todas as escolas dependem do campo de estágio, que vai concretizar a profissão.
Mas muitas vezes as faculdades não estão preparadas e nem têm laboratórios", diz Maria Angélica.Segundo ela, os conselhos não têm ingerência sobre o ensino e só podem fiscalizar o exercício profissional. "O docente supervisiona os estágios dentro dos hospitais. Os conselhos verificam se há escolas, se estão realizando as atividades de acordo com a disciplina.
Mas, nesse caso, é mais uma orientação da nossa parte".Almerinda diz que é preocupante instituições com conceito insatisfatório, mas que o MEC deve supervisionar a saída de um aluno para o mercado profissional."É uma política do governo que todos os conselhos tenham uma prova como o exame da OAB [Ordem dos Advogados do Brasil, que autoriza bacharéis de direito exercerem a profissão de advogado]. Mas quem tem que dar o título é a universidade. Nosso papel é fiscalizar o exercício profissional".
E, para a doutora Almerinda Moreira, membro da Câmara Técnica de Assistência do Cofen (Conselho Federal de Enfermagem), esse aquecimento nos cursos superiores é bem-vindo, já que a área exige demanda e "o brasileiro, infelizmente, está muito doente".
O Cofen contabiliza, hoje, 155.444 enfermeiros no Brasil. A boa notícia é que, segundo Almerinda, não falta emprego para estes profissionais. "Há muitos campos disponíveis para trabalho que vão além do hospital, apesar de esse ser a área que mais absorve enfermeiros".
Ela diz que a categoria está se qualificando cada vez mais, o que explica o crescimento destes cursos superiores. "Temos até pós-doutorado. Isso dá maior confiabilidade na carreira".O Estado de São Paulo abriga a maior rede hospitalar do país e tem 54.826 enfermeiros
A doutora conta que a demanda de enfermeiros é grande no país e a grande quantidade de recém-formados não atrapalha os planos de quem busca uma vaga.
Apesar disso, existem algumas concentrações. "São Paulo, por exemplo, está restringindo a entrada destes profissionais". Isso porque o Estado abriga 54.826 enfermeiros diplomados. "O que se procura nessa região, em Minas Gerais e no Rio de Janeiro, são especializações". Como na maioria das profissões, Norte e Nordeste têm defasagem.
Maria Angélica Azevedo Rosin, chefe do departamento de fiscalização do Coren-SP (Conselho Regional de Enfermagem do Estado de São Paulo), diz que grande parte dos formandos de São Paulo migram para outros Estados e até para o exterior. "Aqui no Brasil temos essa mão-de-obra pronta para atendê-los. Em 2007, foram muitos enfermeiros para a Itália", conta.Apesar de atraente,
Em São Paulo, pode chegar a R$ 3.000".Qualidade da mão-de-obraAs duas conselheiras concordam que a qualidade do serviço de um enfermeiro começa nos bancos da faculdade.
Almerinda sustenta que o MEC deve ficar de olho, principalmente nas instituições privadas. "A gente ouve histórias de que algumas faculdades contratam professores titulados só para passar na avaliação e depois mandam embora.
Isso faz a qualidade do ensino cair mesmo".Para Maria Angélica, as instituições não atendem as competências previstas na educação profissional. "É uma profissão técnica, científica, teórica, mas tem a essência da prática". Assim como medicina e outros cursos da área de saúde, os alunos de enfermagem também precisam de campo para estudar. "Todas as escolas dependem do campo de estágio, que vai concretizar a profissão.
Mas muitas vezes as faculdades não estão preparadas e nem têm laboratórios", diz Maria Angélica.Segundo ela, os conselhos não têm ingerência sobre o ensino e só podem fiscalizar o exercício profissional. "O docente supervisiona os estágios dentro dos hospitais. Os conselhos verificam se há escolas, se estão realizando as atividades de acordo com a disciplina.
Mas, nesse caso, é mais uma orientação da nossa parte".Almerinda diz que é preocupante instituições com conceito insatisfatório, mas que o MEC deve supervisionar a saída de um aluno para o mercado profissional."É uma política do governo que todos os conselhos tenham uma prova como o exame da OAB [Ordem dos Advogados do Brasil, que autoriza bacharéis de direito exercerem a profissão de advogado]. Mas quem tem que dar o título é a universidade. Nosso papel é fiscalizar o exercício profissional".
7 Comentário para "ENFERMEIROS TÊM EMPREGO GARANTIDO DEPOIS DA FACULDADE" 
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disse isso em 18 Aug 2008 7:15:39 AM US Mountain Standard Time
Legal!!
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disse isso em 18 Aug 2008 12:06:58 PM US Mountain Standard Time
Hum... Achei muito interessante esse anuncio, pois penso fazer enfermagem.
Bacana |
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disse isso em 05 Sep 2008 10:43:01 PM US Mountain Standard Time
muito importante esse anúncio, pois vou fazer vestibular para enfermagem, e aconcerteza vai me ajudar muito....
obrigado e abraços.... |
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disse isso em 10 Sep 2008 5:27:37 PM US Mountain Standard Time
Muito bom! =D Pois penso em fazer enfermagem! mais gostaria que tivesse ali quanto um enfermeiro de Minas Gerais ganharia por mês! obrigada!
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disse isso em 19 Sep 2008 1:36:32 PM US Mountain Standard Time
Vagas tem várias realmente, porém todos querem com experiência, conheço mais de 80 pessoas que se formaram comigo e não conseguiram emprego. Na verdade esta ficando saturado esta profissão, hoje tem muitas pessoas que fazem pós graduação e nem assim conseguem emprego, pois tem aquela palavra "precisa de experiência".
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disse isso em 05 Nov 2008 11:56:25 PM US Mountain Standard Time
Querida Kelly
sem falar no "Q,I" também estou nesta situação,como vários colegas q se formaram comigo,sem consenguir o primeiro emprego, pois ninguém dá oportunidade, e está ficando cada vez mais difícil. um abraço |
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disse isso em 06 Oct 2008 11:18:14 AM US Mountain Standard Time
é verdade o mercado está horrivel e tem profissionais idiotas que aceitam trabalhar para prefeituras por miseros R$ 600,00
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