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Estudante será voluntário na África
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Nota:




Há cinco meses na Inglaterra, Julian Sampietro Criscione estuda para
fazer trabalho comunitário em Moçambique.
Quando cursava o ensino médio, o estudante Julian Sampietro Criscione precisou visitar um orfanato para fazer um trabalho escolar.
Presenteou as crianças com doces e passou o dia brincando com elas. Antes de ir embora, uma delas, aparentando ter entre 4 e 5 anos, grudou em sua perna e implorou que ficasse. “Foi quando eu percebi que poderia fazer algo para tornar a vida de algumas pessoas melhor, não apenas trazendo um sorriso momentâneo, mas também podendo ensinar algo de grande valia em suas mentes”.
Esse foi o ponto de partida para que Criscione, agora com 23 anos, decidisse fazer trabalho voluntário. Atualmente, ele está na Inglaterra se preparando para ir servir na África no ano que vem.Nascido em Agudos, Criscione morou em Bauru por três anos.
Mas desde o dia 12 de abril está em terras britânicas. Em março, embarcará para a África, onde fará trabalho voluntário em comunidades de Moçambique, num projeto do Colégio para Desenvolvimento e Cooperação Internacional (CICD) que, desde sua fundação, em 1998, já formou 462 voluntários para atuar em países da África ou Índia.
Os projetos variam desde temas envolvendo escolas de professores, orfanatos, escolas vocacionais, escolas de agricultura até combate à aids.
“Eu pretendo escolher Street Childrens (crianças de rua) ou Child Aid (programa de ajuda a crianças), pois gostaria de trabalhar com crianças que não tiveram a mesma sorte que muitos de nós”, disse ele ao JC por e-mail. Mais nove brasileiros estão na escola com o mesmo objetivo. No CICD, a rotina de Criscione começa logo pela manhã.
“Nosso dia se inicia as 7h30. Tem o café, limpeza e logo depois vamos para a sala de aula. Lá, a professora apresenta assuntos ligados a ativismo e ambientalismo e o explora por algum tempo”, conta. Segundo o estudante, são os próprios alunos que fazem a escola “funcionar”.
Cada um é responsável pela escolha de uma função e se torna responsável por ela, como por exemplo, cuidar do aquecimento do estabelecimento, manutenção dos computadores em rede, fogo e segurança e acomodações.
O objetivo é que, a partir daí, os próprios estudantes aprendam novas habilidades para colocar em prática na África. Segundo Criscione, todas as aulas são informatizadas. “Há um software onde você escolhe um assunto de seu interesse e se aprofunda nele.
Ao finalizar a leitura, você tem que responder algumas questões ou escrever sobre o assunto com suas palavras”, diz. Ao final do curso, os estudantes devem ter um número mínimo de pontos para embarcar para África ou Índia, dependendo da escolha de cada um.
O treinamento tem duração de seis meses. Quando contou à sua família que pretendia desenvolver trabalhos comunitários, o estudante afirma que se deparou com várias opiniões,
muitas
diferentes daquelas que gostaria de ouvir.
“Mas me senti tranqüilo por ver que meus pais apoiaram a idéia. Claro que não foi fácil para eles me verem partindo para uma aventura destas, mas sinto que sentem orgulho pelo motivo que vim para o Reino Unido e o trabalho que realizarei na África”, afirma. Criscione, que deverá ficar seis meses no continente africano, está otimista.
“As idéias já são muitas e colocá-las em prática exigirá tempo e paciência. Não posso dizer que tenho um objetivo único, pois o final de todos os problemas que a África enfrenta estão longe de acabar, mas quero sentir a satisfação de ter colocado a “mão na massa” contra estes problemas”.Na África, acredita que enfrentará obstáculos, mas já está se preparando.
“Preciso de forças para seguir em frente com o mesmo entusiasmo, não ligar para os problemas encontrados pelo caminho, pela revolta com a corrupção que existe em muitos dos países do continente. Ter forças para não olhar para o mar, lembrar do Brasil e do conforto que deixei para trás.
Afinal a meta é servir de exemplo para crianças que construirão o desenvolvimento de novas gerações”, completa.
Quando cursava o ensino médio, o estudante Julian Sampietro Criscione precisou visitar um orfanato para fazer um trabalho escolar.
Presenteou as crianças com doces e passou o dia brincando com elas. Antes de ir embora, uma delas, aparentando ter entre 4 e 5 anos, grudou em sua perna e implorou que ficasse. “Foi quando eu percebi que poderia fazer algo para tornar a vida de algumas pessoas melhor, não apenas trazendo um sorriso momentâneo, mas também podendo ensinar algo de grande valia em suas mentes”.
Esse foi o ponto de partida para que Criscione, agora com 23 anos, decidisse fazer trabalho voluntário. Atualmente, ele está na Inglaterra se preparando para ir servir na África no ano que vem.Nascido em Agudos, Criscione morou em Bauru por três anos.
Mas desde o dia 12 de abril está em terras britânicas. Em março, embarcará para a África, onde fará trabalho voluntário em comunidades de Moçambique, num projeto do Colégio para Desenvolvimento e Cooperação Internacional (CICD) que, desde sua fundação, em 1998, já formou 462 voluntários para atuar em países da África ou Índia.
Os projetos variam desde temas envolvendo escolas de professores, orfanatos, escolas vocacionais, escolas de agricultura até combate à aids.
“Eu pretendo escolher Street Childrens (crianças de rua) ou Child Aid (programa de ajuda a crianças), pois gostaria de trabalhar com crianças que não tiveram a mesma sorte que muitos de nós”, disse ele ao JC por e-mail. Mais nove brasileiros estão na escola com o mesmo objetivo. No CICD, a rotina de Criscione começa logo pela manhã.
“Nosso dia se inicia as 7h30. Tem o café, limpeza e logo depois vamos para a sala de aula. Lá, a professora apresenta assuntos ligados a ativismo e ambientalismo e o explora por algum tempo”, conta. Segundo o estudante, são os próprios alunos que fazem a escola “funcionar”.
Cada um é responsável pela escolha de uma função e se torna responsável por ela, como por exemplo, cuidar do aquecimento do estabelecimento, manutenção dos computadores em rede, fogo e segurança e acomodações.
O objetivo é que, a partir daí, os próprios estudantes aprendam novas habilidades para colocar em prática na África. Segundo Criscione, todas as aulas são informatizadas. “Há um software onde você escolhe um assunto de seu interesse e se aprofunda nele.
Ao finalizar a leitura, você tem que responder algumas questões ou escrever sobre o assunto com suas palavras”, diz. Ao final do curso, os estudantes devem ter um número mínimo de pontos para embarcar para África ou Índia, dependendo da escolha de cada um.
O treinamento tem duração de seis meses. Quando contou à sua família que pretendia desenvolver trabalhos comunitários, o estudante afirma que se deparou com várias opiniões,
“Mas me senti tranqüilo por ver que meus pais apoiaram a idéia. Claro que não foi fácil para eles me verem partindo para uma aventura destas, mas sinto que sentem orgulho pelo motivo que vim para o Reino Unido e o trabalho que realizarei na África”, afirma. Criscione, que deverá ficar seis meses no continente africano, está otimista.
“As idéias já são muitas e colocá-las em prática exigirá tempo e paciência. Não posso dizer que tenho um objetivo único, pois o final de todos os problemas que a África enfrenta estão longe de acabar, mas quero sentir a satisfação de ter colocado a “mão na massa” contra estes problemas”.Na África, acredita que enfrentará obstáculos, mas já está se preparando.
“Preciso de forças para seguir em frente com o mesmo entusiasmo, não ligar para os problemas encontrados pelo caminho, pela revolta com a corrupção que existe em muitos dos países do continente. Ter forças para não olhar para o mar, lembrar do Brasil e do conforto que deixei para trás.
Afinal a meta é servir de exemplo para crianças que construirão o desenvolvimento de novas gerações”, completa.
5 Comentários:
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Dec 28, 2008
Nota:
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amanda disse:
Estou procurando grupos d
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Oct 22, 2008
Nota:
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Maria Rosa dos Santos disse:
Que interessante!!! Na ve
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Sep 21, 2008
Nota:
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MAYSA disse:
EU GOSTEI DA MATÉRIA E D
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Sep 24, 2008
Nota:
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Celeste disse:
Devo dizer que estou emoc
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Sep 20, 2008
Nota:
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Lívia Farias da Silva disse:
Eu adorei ver essa matér
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