1. Através de resumo:

“O relacionamento familiar tem suas particularidades, mas a maioria dos pais revelam que, além das preocupações já mencionadas, sentem-se sufocados com as exigências materiais dos jovens, que comprometem o orçamento doméstico de tal forma, que eles não têm outra alternativa, a não ser adiar seus próprios sonhos.”

(Nilce Rezende Fernandes. Estado de Minas)

O produtor retoma, resumidamente, aquilo que explorou durante o texto.


2. Através de uma proposta:

“Vamos começar uma vida nova, de início virando esses nossos mapas para cima, para o Cruzeiro do Sul. Vamos criar nossos referenciais, nossos pontos de apoio, nossas formas de ver o mundo. Essa é a única forma de criar uma nação. Vamos finalmente descobrir o Brasil, mas desta vez com nossos próprios olhos.”

(Stephen Kanitz - Veja)

O autor faz uma (ou várias ) sugestões daquilo que deve ser feito para transformar a realidade apontada durante o restante do texto.
O verbo “vamos” apareceu três vezes. Recurso argumentativo e não como mera repetição.


3. Através de um questionamento:

“Quem é que vai pôr freios nessa gente, gentinha, gentalha? Quem sabe uma mudança na legislação que retire deles a proteção da idade, transformando-os em responsáveis por seus atos e, portanto, passíveis de cadeia, fizesse algum bem. Se os pais não cuidam deles, chamem a polícia...”

(Cézar Giobbi)

O autor parte de um questionamento para encerrar seu raciocínio.


4. Através de uma constatação que ainda não apareceu no restante do texto:

“De todas as grandes regiões do mundo, a África abaixo do Sahara é a que determina o século nas mais dolorosas condições, a não ser nos filmes de leões para o circo da televisão, onde o negro só aparece para segurar a câmara do branco, como antes segurava os rifles no safári.”

(David Lerer)