Projeto pedagógico
sério, compromisso e preocupação com a qualidade do ensino, corpo
docente qualificado, e atenção com a comunidade que atende são alguns
dos itens indispensáveis para uma boa faculdade, na opinião da
professora da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de
Campinas (Unicamp) e pesquisadora de um laboratório de avaliação do
Ensino Superior, Maria Márcia Sigrist Malavasi.
Para a pesquisadora, a recente avaliação do Ministério da Educação (MEC), que classificou duas faculdades de Campinas entre as 21 melhores do Brasil, é um instrumento importante para a população conhecer o tipo de educação que as instituições oferecem. “É dever do Estado avaliar o serviço oferecido. E o processo de avaliação também mostra para a instituição os pontos em que ela pode melhorar”, completa.
Programas que aliam excelência no ensino, corpo docente especializado e pesquisa com inserção social foi a combinação que garantiu a boa pontuação da Faculdade de Odontologia São Leopoldo Mandic (SLM) e da Faculdades de Campinas (Facamp).
A São Leopoldo, com apenas seis anos de cursos de graduação, conquistou o segundo lugar entre as melhores faculdades do País, apenas um ponto abaixo da primeira colocada — Escola Brasileira de Economia e Finanças —, e se consagra como o maior centro de ensino e pesquisa na área de odontologia da América Latina.
A Facamp, com oito anos de fundação, também se classificou entre as 21 melhores faculdades do País. As duas instituições privadas de Campinas alcançaram as maiores notas no Índice Geral de Cursos (IGC) do Ministério da Educação (MEC). A São Leopoldo Mandic obteve 482 pontos em 500 possíveis, enquanto a Facamp conquistou 418 e 396 pontos, ficando com o 14º e 21º lugar, respectivamente para as faculdades de Administração de Empresas, e Ciências Econômicas.
“Credito este bom resultado a vários fatores, como a integração entre graduação e pós-graduação, a inserção do corpo de professores e alunos em projetos sociais, trabalhos acadêmicos voltados para a coletividade, preparação do aluno para a realidade brasileira e grande investimento em infra-estrutura para pesquisas, entre outros”, afirma o presidente do Conselho Superior e fundador da São Leopoldo, José Luiz Cintra Junqueira.
O diretor da Facamp, João Manuel Cardoso de Mello, também aponta multifatores para a classificação. “As boas notas são resultado de um projeto bem estruturado que inclui direção competente, corpo profissional de alto nível, currículos atualizados, turmas pequenas, rigor na avaliação dos alunos e sistema de treinamento profissional dentro da escola”, avalia. Ele acrescenta que a classificação refere-se ao conjunto dos cursos, já que a Faculdade de Administração de Empresas inclui também o curso de engenharia de produção; e a de Ciências Contábeis abrange os cursos de design, direito, economia, jornalismo multimídia, propaganda e marketing e relações internacionais. “A classificação abrangeu todos os cursos da Facamp.”
“Acho que é motivo de orgulho para Campinas ser sede da segunda melhor instituição de ensino e primeira da área de saúde do País, e também de outra faculdade que se coloca entre as 21 melhores, entre as quase 1,5 mil instituições
avaliadas. Isso mostra a seriedade com que as duas
instituições tratam a educação”, destaca Junqueira.
“É muito bom que duas instituições classificadas entre as melhores sejam da região”, diz Maria Márcia. “Mas, infelizmente, ao lado de bons cursos também existem muitos de má qualidade. Cabe ao aluno buscar informações sobre os cursos que quer fazer, e evitar os maus”, resume.
Orgulho
Para os estudantes, a classificação pelo MEC é motivo de orgulho e alegria. “Fiquei muito feliz em saber que estou numa instituição muito conceituada. Minha mãe também ficou muito feliz. Para mim, é uma grande realização porque sei que estou em uma faculdade que vai me abrir muitas portas no futuro”, afirma Gabriela Victorelli, aluna do segundo ano de graduação da São Leopoldo Mandic.
“Fiquei eufórica quando soube da notícia. Estou contente em saber que faço parte de uma das melhores faculdades do Brasil. Acho que meu diploma vai valer muito mais e vai ser um grande orgulho pendurá-lo em meu consultório”, diz Bárbara Elizabeth Rocha, no terceiro ano de odontologia. “Este resultado é excelente. É muito bom este reconhecimento da faculdade. Meu diploma terá ainda mais valor. E acho a pontuação merecida. A faculdade investe muito nos cursos”, avalia Maria Isabel Queiroz Caro Quintiliano, aluna do segundo ano de engenharia de produção da Facamp.
Para a pesquisadora, a recente avaliação do Ministério da Educação (MEC), que classificou duas faculdades de Campinas entre as 21 melhores do Brasil, é um instrumento importante para a população conhecer o tipo de educação que as instituições oferecem. “É dever do Estado avaliar o serviço oferecido. E o processo de avaliação também mostra para a instituição os pontos em que ela pode melhorar”, completa.
Programas que aliam excelência no ensino, corpo docente especializado e pesquisa com inserção social foi a combinação que garantiu a boa pontuação da Faculdade de Odontologia São Leopoldo Mandic (SLM) e da Faculdades de Campinas (Facamp).
A São Leopoldo, com apenas seis anos de cursos de graduação, conquistou o segundo lugar entre as melhores faculdades do País, apenas um ponto abaixo da primeira colocada — Escola Brasileira de Economia e Finanças —, e se consagra como o maior centro de ensino e pesquisa na área de odontologia da América Latina.
A Facamp, com oito anos de fundação, também se classificou entre as 21 melhores faculdades do País. As duas instituições privadas de Campinas alcançaram as maiores notas no Índice Geral de Cursos (IGC) do Ministério da Educação (MEC). A São Leopoldo Mandic obteve 482 pontos em 500 possíveis, enquanto a Facamp conquistou 418 e 396 pontos, ficando com o 14º e 21º lugar, respectivamente para as faculdades de Administração de Empresas, e Ciências Econômicas.
“Credito este bom resultado a vários fatores, como a integração entre graduação e pós-graduação, a inserção do corpo de professores e alunos em projetos sociais, trabalhos acadêmicos voltados para a coletividade, preparação do aluno para a realidade brasileira e grande investimento em infra-estrutura para pesquisas, entre outros”, afirma o presidente do Conselho Superior e fundador da São Leopoldo, José Luiz Cintra Junqueira.
O diretor da Facamp, João Manuel Cardoso de Mello, também aponta multifatores para a classificação. “As boas notas são resultado de um projeto bem estruturado que inclui direção competente, corpo profissional de alto nível, currículos atualizados, turmas pequenas, rigor na avaliação dos alunos e sistema de treinamento profissional dentro da escola”, avalia. Ele acrescenta que a classificação refere-se ao conjunto dos cursos, já que a Faculdade de Administração de Empresas inclui também o curso de engenharia de produção; e a de Ciências Contábeis abrange os cursos de design, direito, economia, jornalismo multimídia, propaganda e marketing e relações internacionais. “A classificação abrangeu todos os cursos da Facamp.”
“Acho que é motivo de orgulho para Campinas ser sede da segunda melhor instituição de ensino e primeira da área de saúde do País, e também de outra faculdade que se coloca entre as 21 melhores, entre as quase 1,5 mil instituições
“É muito bom que duas instituições classificadas entre as melhores sejam da região”, diz Maria Márcia. “Mas, infelizmente, ao lado de bons cursos também existem muitos de má qualidade. Cabe ao aluno buscar informações sobre os cursos que quer fazer, e evitar os maus”, resume.
Orgulho
Para os estudantes, a classificação pelo MEC é motivo de orgulho e alegria. “Fiquei muito feliz em saber que estou numa instituição muito conceituada. Minha mãe também ficou muito feliz. Para mim, é uma grande realização porque sei que estou em uma faculdade que vai me abrir muitas portas no futuro”, afirma Gabriela Victorelli, aluna do segundo ano de graduação da São Leopoldo Mandic.
“Fiquei eufórica quando soube da notícia. Estou contente em saber que faço parte de uma das melhores faculdades do Brasil. Acho que meu diploma vai valer muito mais e vai ser um grande orgulho pendurá-lo em meu consultório”, diz Bárbara Elizabeth Rocha, no terceiro ano de odontologia. “Este resultado é excelente. É muito bom este reconhecimento da faculdade. Meu diploma terá ainda mais valor. E acho a pontuação merecida. A faculdade investe muito nos cursos”, avalia Maria Isabel Queiroz Caro Quintiliano, aluna do segundo ano de engenharia de produção da Facamp.


