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Indecisão - Será que escolhi o curso certo?
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Nota:




Muitas vezes, o estudante universitário se pergunta se está no curso
certo ao longo da graduação. Sobretudo, os jovens que ainda estão
definindo seus valores, ideologias e imagem que têm de si mesmos.
A universidade é o começo da trajetória profissional e também um tempo de escolhas e mudanças.
Muita gente, durante o curso, decide parar para refletir sobre a escolha que fez porque está insatisfeito. Por isso, a UFRGS e grande parte das instituições mantêm atendimento aos seus alunos para que eles possam receber orientação profissional desde os primeiros semestres.
A experiência das psicólogas Luciana Ourique e Cláudia Corrêa da Silva, como mestrandas na área de orientação da UFRGS e na área clínica em consultório e em ambiente escolar, mostra que há muitas perguntas a serem feitas antes de desistir de uma faculdade.
De onde vem a insatisfação?Ao ingressar no curso, o acadêmico deve tentar identificar de onde vem a insatisfação. E, quanto mais cedo, melhor. Ela está relacionada aos colegas, ao curso ou à profissão?
Preste atenção:
1 - A identificação com os colegas não precisa ser imediata. E também não deve ser um critério de escolha. A idéia de que nerds e loucos por livros estão na Medicina, criativos estão na Publicidade e pessoas calmas ou quietas na Psicologia é baseada em estereótipos, um perigoso meio de avaliação. Certamente, existem lugares para diferentes perfis em cada profissão, embora existam características comuns à maioria dos alunos.
2 - Quem entra na faculdade tem vontade de logo conhecer as matérias específicas da profissão que escolheu. No entanto, os currículos apresentam inicialmente disciplinas básicas, que muitas vezes desagradam os alunos, mas são importantes para a formação. A frustração nesse sentido é natural, e é muito importante identificar essa insatisfação. Caso seja este o problema, o melhor é ter paciência e esperar mais um pouco, para não desperdiçar a vaga conquistada e a oportunidade de uma futura identificação com a profissão.
3 - Não tome uma atitude antes de identificar todas as atividades profissionais possíveis e características do curso, como a duração, o conteúdo das disciplinas e possibilidades de estágio e atuação.Não era o que eu pensava serBoa parte da evasão universitária (que não é pequena no Brasil) é resultado da frustração com a escolha profissional. Não são os colegas, nem o curso, nem as dificuldades para freqüentar a faculdade, mas a profissão. Por isso, é interessante o vestibulando preparar-se para possíveis mudanças. Depois de identificar que o curso não é mais onde quer estar, é importante
começar a planejar a
transição.
Confira três pontos importantes:
1 - A idéia da mudança de curso gera muitos receios, principalmente com o que os outros vão pensar. Depois de passar um ano ou mais na universidade, há muita dificuldade de assumir que se quer trocar de curso. Isso se acentua quando o curso tem uma média alta no vestibular ou representa uma grande importância para a família.
2 - Para fazer a transição de forma segura e bem fundamentada, pode ser indicado a orientação de profissionais dentro ou fora das universidades. A UFRGS oferece aos seus alunos o Núcleo de Apoio ao Estudante (Nae), um serviço gratuito para quem está enfrentando este tipo de dificuldade, ou que desejam planejar sua carreira dentro e após o curso.
3 - Diferentemente do que muitos jovens pensam, a mudança está sendo cada vez mais bem aceita pela sociedade. Hoje, é difícil pensar em uma trajetória profissional sem flexibilidade. É uma das características desejáveis pelo mercado de trabalho. Mostra-se muito mais vantajoso fazer a troca de área ou de curso para se realizar pessoalmente, do que ficar estagnado em uma profissão com a qual não há identificação.
A universidade é o começo da trajetória profissional e também um tempo de escolhas e mudanças.
Muita gente, durante o curso, decide parar para refletir sobre a escolha que fez porque está insatisfeito. Por isso, a UFRGS e grande parte das instituições mantêm atendimento aos seus alunos para que eles possam receber orientação profissional desde os primeiros semestres.
A experiência das psicólogas Luciana Ourique e Cláudia Corrêa da Silva, como mestrandas na área de orientação da UFRGS e na área clínica em consultório e em ambiente escolar, mostra que há muitas perguntas a serem feitas antes de desistir de uma faculdade.
De onde vem a insatisfação?Ao ingressar no curso, o acadêmico deve tentar identificar de onde vem a insatisfação. E, quanto mais cedo, melhor. Ela está relacionada aos colegas, ao curso ou à profissão?
Preste atenção:
1 - A identificação com os colegas não precisa ser imediata. E também não deve ser um critério de escolha. A idéia de que nerds e loucos por livros estão na Medicina, criativos estão na Publicidade e pessoas calmas ou quietas na Psicologia é baseada em estereótipos, um perigoso meio de avaliação. Certamente, existem lugares para diferentes perfis em cada profissão, embora existam características comuns à maioria dos alunos.
2 - Quem entra na faculdade tem vontade de logo conhecer as matérias específicas da profissão que escolheu. No entanto, os currículos apresentam inicialmente disciplinas básicas, que muitas vezes desagradam os alunos, mas são importantes para a formação. A frustração nesse sentido é natural, e é muito importante identificar essa insatisfação. Caso seja este o problema, o melhor é ter paciência e esperar mais um pouco, para não desperdiçar a vaga conquistada e a oportunidade de uma futura identificação com a profissão.
3 - Não tome uma atitude antes de identificar todas as atividades profissionais possíveis e características do curso, como a duração, o conteúdo das disciplinas e possibilidades de estágio e atuação.Não era o que eu pensava serBoa parte da evasão universitária (que não é pequena no Brasil) é resultado da frustração com a escolha profissional. Não são os colegas, nem o curso, nem as dificuldades para freqüentar a faculdade, mas a profissão. Por isso, é interessante o vestibulando preparar-se para possíveis mudanças. Depois de identificar que o curso não é mais onde quer estar, é importante
Confira três pontos importantes:
1 - A idéia da mudança de curso gera muitos receios, principalmente com o que os outros vão pensar. Depois de passar um ano ou mais na universidade, há muita dificuldade de assumir que se quer trocar de curso. Isso se acentua quando o curso tem uma média alta no vestibular ou representa uma grande importância para a família.
2 - Para fazer a transição de forma segura e bem fundamentada, pode ser indicado a orientação de profissionais dentro ou fora das universidades. A UFRGS oferece aos seus alunos o Núcleo de Apoio ao Estudante (Nae), um serviço gratuito para quem está enfrentando este tipo de dificuldade, ou que desejam planejar sua carreira dentro e após o curso.
3 - Diferentemente do que muitos jovens pensam, a mudança está sendo cada vez mais bem aceita pela sociedade. Hoje, é difícil pensar em uma trajetória profissional sem flexibilidade. É uma das características desejáveis pelo mercado de trabalho. Mostra-se muito mais vantajoso fazer a troca de área ou de curso para se realizar pessoalmente, do que ficar estagnado em uma profissão com a qual não há identificação.
3 Comentários:
|
Nov 25, 2008
Nota:
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Cristiana disse:
Na verdade, eu queria mui
Desde já, obrigada p |
|
Oct 13, 2008
Nota:
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Ana disse:
MUito obrigada, apesar de
Mui |
|
Oct 10, 2008
Nota:
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Pomo disse:
Adoro as postagens em "Or
Parabéns! |

Autor/Admin)
