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Crescimento abre vagas para engenheiros
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Nota:




“Façam vestibular para os cursos das áreas tecnológicas como as
engenharias, arquitetura, agronomia e zoologia que estão muito
demandados. Essas áreas tecnológicas hoje são a perspectiva da
profissão do futuro para o nosso país”.
A recomendação é do presidente do presidente do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea), Marcos Túlio, ao informar que há carência desses profissionais para atender à demanda puxada pelo crescimento da construção civil em todo o país e também pelas obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), carro-chefe do segundo mandato de Luiz Inácio Lula da Silva.
Apesar de ter chegado em ritmo mais lento em relação aos outros Estados nordestinos e de alguns da região Norte, como Amazonas, o crescimento da construção civil na Paraíba já enfrenta carências de engenheiros, arquitetos e de tecnólogos na Paraíba, que estão também abaixo da demanda.
“Aqui, na Paraíba, especificamente em Campina Grande e João Pessoa, há áreas de excelências, reconhecidas nacionalmente na formação tecnológica. Até mesmo o número de formados anualmente nessas área da Paraíba é insuficiente da demanda do próprio Estado”, reforçou. Segundo o presidente do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia da Paraíba (Crea-PB), Paulo Laércio, as obras registradas no órgão na construção, no volume, chegam a quase 800 obras em andamento.
O presidente do Confea, Marcos Túlio, disse que essas profissões tecnológicas estão ligadas ao desenvolvimento econômico. “Uma das questões interessantes é que quando começamos a retomada do crescimento e do desenvolvimento econômico, começa também a valorização da engenharia, da arquitetura e da agronomia. Se você tem desenvovimento, tem também demanda de resgatar essas áreas.
Passamos quase 30 anos de baixo crescimento e o crescimento nessas áreas e obras ficaram em segundo plano e, por consequente, esses profissionais tiveram baixa remuneração o que levou ao desinteresse pelos cursos nas áreas tecnológicas.
Com a retomado crescimento econômica estamos vivendo nos últimos dois anos algo muito interessante, que é a carência desses profissionais. Estamos demandando muito mais do que estamos formando hoje no país. Para se ter uma idéia, formamos anualmente 23 mil engenheiros no país, mas a demanda atual indica que se nós tivéssemos o dobro desses profissionais formados seriam inseridos no mercado de trabalho (46 mil)”, avaliou.
Segundo o presidente do Crea-PB, Paulo Laércio, a Paraíba forma, anualmente, entre engenheiros, arquitetos, agrônomos e tecnólogos cerca de 1.200 profissionais, mas, para a demanda que o setor irá crescer nos próximos anos, precisaria de muito mais.
De acordo com Marcos Túlio, a relação do número de engenheiros por média da população economicamente ativa no Brasil é uma das mais baixas dos países em desenvolvimento.
“O Brasil oferece seis engenheiros para cada mil pessoas economicamente ativa enquanto nos países europeus e asiáticos, a média é de 25. Para se ter uma idéia do baixo número de engenheiros no país, a Coréia do Sul forma, a cada ano, três vezes mais que o número de engenheiros do Brasil (80 mil). Já China e Índia, juntas, formam cerca de 500 mil engenheiros/ano enquanto
os EUA
precisam de 100 mil engenheiros por ano, formam 70 mil e buscam os 30
mil restantes no exterior”.
Marcos Túlio defende que, no caso brasileiro, uma das soluções passa pela elaboração de um plano de ação a ser deflagrado em parceria com a academia, governo e empresas no sentido de reformular o ensino e investir em pesquisa, a exemplo de países como a Coréia do Sul que, além de formar o triplo de engenheiros/ano do Brasil tem domínio de tecnologias avançadas.
Os dois principais fatores apontados pelo presidente do Confea que levaram ao desinteresse pelos cursos nas áreas tecnológicas “foram a baixa remuneração desses profissionais e a segunda questão foi a debilidade na formação do ensino fundamental e médio. Se comparada a qualquer outra educação da América Latina ainda é muito precária.
Para ilustrar essa deficiência, basta perguntar quais são as matérias que ainda metem medo nos estudantes da educação básica como é o caso das disciplinas matemática, física, químicas e ciências de maneira geral” e acrescentou: “Nós temos sérias deficiências na educação básica que precisam ser mais bem avaliadas e enfrentadas.
Hoje, temos pouco mais de 10% dos jovens de 18 a 24 anos em alguma universidade ou faculdade. Essa taxa de jovens nos países desenvolvidos varia de 40% a 70% da população nas universidades. É preciso aumentar urgententemente essas taxas”, criticou.
A recomendação é do presidente do presidente do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea), Marcos Túlio, ao informar que há carência desses profissionais para atender à demanda puxada pelo crescimento da construção civil em todo o país e também pelas obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), carro-chefe do segundo mandato de Luiz Inácio Lula da Silva.
Apesar de ter chegado em ritmo mais lento em relação aos outros Estados nordestinos e de alguns da região Norte, como Amazonas, o crescimento da construção civil na Paraíba já enfrenta carências de engenheiros, arquitetos e de tecnólogos na Paraíba, que estão também abaixo da demanda.
“Aqui, na Paraíba, especificamente em Campina Grande e João Pessoa, há áreas de excelências, reconhecidas nacionalmente na formação tecnológica. Até mesmo o número de formados anualmente nessas área da Paraíba é insuficiente da demanda do próprio Estado”, reforçou. Segundo o presidente do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia da Paraíba (Crea-PB), Paulo Laércio, as obras registradas no órgão na construção, no volume, chegam a quase 800 obras em andamento.
O presidente do Confea, Marcos Túlio, disse que essas profissões tecnológicas estão ligadas ao desenvolvimento econômico. “Uma das questões interessantes é que quando começamos a retomada do crescimento e do desenvolvimento econômico, começa também a valorização da engenharia, da arquitetura e da agronomia. Se você tem desenvovimento, tem também demanda de resgatar essas áreas.
Passamos quase 30 anos de baixo crescimento e o crescimento nessas áreas e obras ficaram em segundo plano e, por consequente, esses profissionais tiveram baixa remuneração o que levou ao desinteresse pelos cursos nas áreas tecnológicas.
Com a retomado crescimento econômica estamos vivendo nos últimos dois anos algo muito interessante, que é a carência desses profissionais. Estamos demandando muito mais do que estamos formando hoje no país. Para se ter uma idéia, formamos anualmente 23 mil engenheiros no país, mas a demanda atual indica que se nós tivéssemos o dobro desses profissionais formados seriam inseridos no mercado de trabalho (46 mil)”, avaliou.
Segundo o presidente do Crea-PB, Paulo Laércio, a Paraíba forma, anualmente, entre engenheiros, arquitetos, agrônomos e tecnólogos cerca de 1.200 profissionais, mas, para a demanda que o setor irá crescer nos próximos anos, precisaria de muito mais.
De acordo com Marcos Túlio, a relação do número de engenheiros por média da população economicamente ativa no Brasil é uma das mais baixas dos países em desenvolvimento.
“O Brasil oferece seis engenheiros para cada mil pessoas economicamente ativa enquanto nos países europeus e asiáticos, a média é de 25. Para se ter uma idéia do baixo número de engenheiros no país, a Coréia do Sul forma, a cada ano, três vezes mais que o número de engenheiros do Brasil (80 mil). Já China e Índia, juntas, formam cerca de 500 mil engenheiros/ano enquanto
Marcos Túlio defende que, no caso brasileiro, uma das soluções passa pela elaboração de um plano de ação a ser deflagrado em parceria com a academia, governo e empresas no sentido de reformular o ensino e investir em pesquisa, a exemplo de países como a Coréia do Sul que, além de formar o triplo de engenheiros/ano do Brasil tem domínio de tecnologias avançadas.
Os dois principais fatores apontados pelo presidente do Confea que levaram ao desinteresse pelos cursos nas áreas tecnológicas “foram a baixa remuneração desses profissionais e a segunda questão foi a debilidade na formação do ensino fundamental e médio. Se comparada a qualquer outra educação da América Latina ainda é muito precária.
Para ilustrar essa deficiência, basta perguntar quais são as matérias que ainda metem medo nos estudantes da educação básica como é o caso das disciplinas matemática, física, químicas e ciências de maneira geral” e acrescentou: “Nós temos sérias deficiências na educação básica que precisam ser mais bem avaliadas e enfrentadas.
Hoje, temos pouco mais de 10% dos jovens de 18 a 24 anos em alguma universidade ou faculdade. Essa taxa de jovens nos países desenvolvidos varia de 40% a 70% da população nas universidades. É preciso aumentar urgententemente essas taxas”, criticou.

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