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Medicina é carreira mais procurada
- Por Orientação Vocacional
- Publicado 3/08/2010
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Nota:




Orientação Vocacional
Teste vocacional para ajudá-lo na escolha de sua futura carreira.
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Carreira que exige o maior número de anos de estudo, dedicação
integral, reciclagens constantes e muitas noites em claro. Mesmo assim,
a profissão de médico é a mais almejada por jovens em época de
vestibular. Segundo a Fuvest (Fundação Universitária para o
Vestibular), medicina é o curso com maior número de inscritos há nove
anos.
"É preciso ficar atento, pois a profissão exige muito e quem não tem vocação não demora muito para perceber que fez a escolha errada", explica a coordenadora do curso de medicina da Faculdade de Medicina do ABC, Lígia de Fátima Nóbrega Reato.
Com 39 anos de existência, a Faculdade de Medicina do ABC já formou mais de 3.300 médicos. "Todo ano ingressamos cerca de 120 profissionais no mercado. Uma pesquisa realizada com ex-alunos mostrou que 80% deles trabalham em uma das sete cidades da região", orgulha-se Lígia. Desvalorização - Segundo a coordenadora, o perfil dos médicos mudou nos últimos anos.
"Até pouco tempo as especialidades mais escolhidas eram pediatria e ginecologia. Agora eles preferem especialidades que possibilitem a realização de procedimentos", explica. Isto porque com os procedimentos é possível ganhar mais. "Na maioria das vezes os médicos não ganham o que merecem, por isso alguns profissionais migram para cirurgia plástica e dermatologia, vertentes que pagam melhor", complementa Lígia.
Para a coordenadora os profissionais da área da saúde não são valorizados adequadamente. "Muitas vezes um convênio médico paga por uma consulta o mesmo que uma manicure, que um encanador. A diferença, não menosprezando a importância desta profissões é que eles não fizeram faculdade", explica. Mesmo assim, o amor pela carreira fala mais alto.
Há 31 anos Lígia
atua como médica e diz que a satisfação de colaborar
para a melhoria da qualidade de vida das pessoas não tem preço. "A
gratificação compensa a defasagem salarial", conta. Dedicação - Laura
Monte, 21, faz cursinho pré-vestibular há três anos para tentar
ingressar no curso de medicina. "Já me disseram para desistir, que isso
é perda de tempo. Mas eu sinto que serei profissionalmente realizada e
leve o tempo que for vou conseguir entrar e concluir a faculdade",
conta.
Ano passado a jovem foi aprovada, porém em uma universidade particular. "Infelizmente não tenho como pagar mais de R$ 2mil por mês. Preciso de uma universidade pública", explica. Carreira exige dedicação integral dos profissionais Dados do Conselho Federal de Medicina dizem que o Brasil tem cerca de 300 mil médicos.
O número mostra que o País tem, em média, um médico para cada 633 habitantes. Apesar de o número parecer insuficiente, o problema nem sempre é a quantidade de profissionais, e sim, a qualidade nos atendimentos.
Por isso, médicos como o pediatra José Vicente Prandini merecem destaque. "A atenção com que ele trata os pacientes e a certeza que passa dando o diagnóstico fazem toda a diferença. Além de médico, ele passa a ser amigo da família", conta a professora Luana da Penha Custódio, que sempre levou seus dois filhos para serem consultados por ele. "Mesmo quando minha filha já tinha 15 anos eu só me sentia segura com a palavra dele", conta. Tímido, o pediatra, que atende em um consultório na região central de Diadema, conta que o trabalho ocupa todo seu tempo. "Minha mulher trabalha comigo, caso contrário quase nunca nos veríamos.
É muito bom saber que posso ajudar de alguma forma", conta o pediatra. Reconhecimento - Famoso na cidade, a agenda do médico é concorrida. "Sempre consigo atender todo mundo, afinal, quando se faz as coisas com amor, o tempo rende mais e o dia passa a ter mais horas", brinca.
"É preciso ficar atento, pois a profissão exige muito e quem não tem vocação não demora muito para perceber que fez a escolha errada", explica a coordenadora do curso de medicina da Faculdade de Medicina do ABC, Lígia de Fátima Nóbrega Reato.
Com 39 anos de existência, a Faculdade de Medicina do ABC já formou mais de 3.300 médicos. "Todo ano ingressamos cerca de 120 profissionais no mercado. Uma pesquisa realizada com ex-alunos mostrou que 80% deles trabalham em uma das sete cidades da região", orgulha-se Lígia. Desvalorização - Segundo a coordenadora, o perfil dos médicos mudou nos últimos anos.
"Até pouco tempo as especialidades mais escolhidas eram pediatria e ginecologia. Agora eles preferem especialidades que possibilitem a realização de procedimentos", explica. Isto porque com os procedimentos é possível ganhar mais. "Na maioria das vezes os médicos não ganham o que merecem, por isso alguns profissionais migram para cirurgia plástica e dermatologia, vertentes que pagam melhor", complementa Lígia.
Para a coordenadora os profissionais da área da saúde não são valorizados adequadamente. "Muitas vezes um convênio médico paga por uma consulta o mesmo que uma manicure, que um encanador. A diferença, não menosprezando a importância desta profissões é que eles não fizeram faculdade", explica. Mesmo assim, o amor pela carreira fala mais alto.
Há 31 anos Lígia
Ano passado a jovem foi aprovada, porém em uma universidade particular. "Infelizmente não tenho como pagar mais de R$ 2mil por mês. Preciso de uma universidade pública", explica. Carreira exige dedicação integral dos profissionais Dados do Conselho Federal de Medicina dizem que o Brasil tem cerca de 300 mil médicos.
O número mostra que o País tem, em média, um médico para cada 633 habitantes. Apesar de o número parecer insuficiente, o problema nem sempre é a quantidade de profissionais, e sim, a qualidade nos atendimentos.
Por isso, médicos como o pediatra José Vicente Prandini merecem destaque. "A atenção com que ele trata os pacientes e a certeza que passa dando o diagnóstico fazem toda a diferença. Além de médico, ele passa a ser amigo da família", conta a professora Luana da Penha Custódio, que sempre levou seus dois filhos para serem consultados por ele. "Mesmo quando minha filha já tinha 15 anos eu só me sentia segura com a palavra dele", conta. Tímido, o pediatra, que atende em um consultório na região central de Diadema, conta que o trabalho ocupa todo seu tempo. "Minha mulher trabalha comigo, caso contrário quase nunca nos veríamos.
É muito bom saber que posso ajudar de alguma forma", conta o pediatra. Reconhecimento - Famoso na cidade, a agenda do médico é concorrida. "Sempre consigo atender todo mundo, afinal, quando se faz as coisas com amor, o tempo rende mais e o dia passa a ter mais horas", brinca.
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4 Comentário para "Medicina é carreira mais procurada" 
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disse isso em 22 Oct 2008 10:17:49 AM PDT
A FORMA QUE PASASRAM E A
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disse isso em 05 Aug 2010 1:42:38 PM PDT
Meu sonho é fazer medici
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disse isso em 13 Aug 2010 5:55:09 PM PDT
Deixaram bem explicitas t
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disse isso em 26 Aug 2010 4:41:12 PM PDT
Um dos meus sonhos mais d
Estou no último ano do |


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