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Medicina é carreira mais procurada
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Nota:




Carreira que exige o maior número de anos de estudo, dedicação
integral, reciclagens constantes e muitas noites em claro. Mesmo assim,
a profissão de médico é a mais almejada por jovens em época de
vestibular. Segundo a Fuvest (Fundação Universitária para o
Vestibular), medicina é o curso com maior número de inscritos há nove
anos.
"É preciso ficar atento, pois a profissão exige muito e quem não tem vocação não demora muito para perceber que fez a escolha errada", explica a coordenadora do curso de medicina da Faculdade de Medicina do ABC, Lígia de Fátima Nóbrega Reato.
Com 39 anos de existência, a Faculdade de Medicina do ABC já formou mais de 3.300 médicos. "Todo ano ingressamos cerca de 120 profissionais no mercado. Uma pesquisa realizada com ex-alunos mostrou que 80% deles trabalham em uma das sete cidades da região", orgulha-se Lígia. Desvalorização - Segundo a coordenadora, o perfil dos médicos mudou nos últimos anos.
"Até pouco tempo as especialidades mais escolhidas eram pediatria e ginecologia. Agora eles preferem especialidades que possibilitem a realização de procedimentos", explica. Isto porque com os procedimentos é possível ganhar mais. "Na maioria das vezes os médicos não ganham o que merecem, por isso alguns profissionais migram para cirurgia plástica e dermatologia, vertentes que pagam melhor", complementa Lígia.
Para a coordenadora os profissionais da área da saúde não são valorizados adequadamente. "Muitas vezes um convênio médico paga por uma consulta o mesmo que uma manicure, que um encanador. A diferença, não menosprezando a importância desta profissões é que eles não fizeram faculdade", explica. Mesmo assim, o amor pela carreira fala mais alto.
Há 31 anos Lígia atua como médica e diz que a satisfação de colaborar para a melhoria da qualidade de vida das pessoas não tem preço. "A gratificação compensa a defasagem salarial", conta. Dedicação - Laura Monte, 21, faz cursinho pré-vestibular há três anos para tentar ingressar no curso de medicina. "Já me disseram para desistir, que isso é perda de tempo. Mas eu sinto que serei profissionalmente realizada e leve o tempo que for vou conseguir entrar e concluir a faculdade", conta.
Ano passado a jovem foi aprovada, porém em uma universidade particular. "Infelizmente não tenho como pagar mais de R$ 2mil por mês. Preciso de uma universidade pública", explica. Carreira exige dedicação integral dos profissionais Dados do Conselho Federal de Medicina dizem que o Brasil tem cerca de 300 mil médicos.
O número
mostra que o País
tem, em média, um médico para cada 633 habitantes. Apesar de o número
parecer insuficiente, o problema nem sempre é a quantidade de
profissionais, e sim, a qualidade nos atendimentos.
Por isso, médicos como o pediatra José Vicente Prandini merecem destaque. "A atenção com que ele trata os pacientes e a certeza que passa dando o diagnóstico fazem toda a diferença. Além de médico, ele passa a ser amigo da família", conta a professora Luana da Penha Custódio, que sempre levou seus dois filhos para serem consultados por ele. "Mesmo quando minha filha já tinha 15 anos eu só me sentia segura com a palavra dele", conta. Tímido, o pediatra, que atende em um consultório na região central de Diadema, conta que o trabalho ocupa todo seu tempo. "Minha mulher trabalha comigo, caso contrário quase nunca nos veríamos.
É muito bom saber que posso ajudar de alguma forma", conta o pediatra. Reconhecimento - Famoso na cidade, a agenda do médico é concorrida. "Sempre consigo atender todo mundo, afinal, quando se faz as coisas com amor, o tempo rende mais e o dia passa a ter mais horas", brinca.
"É preciso ficar atento, pois a profissão exige muito e quem não tem vocação não demora muito para perceber que fez a escolha errada", explica a coordenadora do curso de medicina da Faculdade de Medicina do ABC, Lígia de Fátima Nóbrega Reato.
Com 39 anos de existência, a Faculdade de Medicina do ABC já formou mais de 3.300 médicos. "Todo ano ingressamos cerca de 120 profissionais no mercado. Uma pesquisa realizada com ex-alunos mostrou que 80% deles trabalham em uma das sete cidades da região", orgulha-se Lígia. Desvalorização - Segundo a coordenadora, o perfil dos médicos mudou nos últimos anos.
"Até pouco tempo as especialidades mais escolhidas eram pediatria e ginecologia. Agora eles preferem especialidades que possibilitem a realização de procedimentos", explica. Isto porque com os procedimentos é possível ganhar mais. "Na maioria das vezes os médicos não ganham o que merecem, por isso alguns profissionais migram para cirurgia plástica e dermatologia, vertentes que pagam melhor", complementa Lígia.
Para a coordenadora os profissionais da área da saúde não são valorizados adequadamente. "Muitas vezes um convênio médico paga por uma consulta o mesmo que uma manicure, que um encanador. A diferença, não menosprezando a importância desta profissões é que eles não fizeram faculdade", explica. Mesmo assim, o amor pela carreira fala mais alto.
Há 31 anos Lígia atua como médica e diz que a satisfação de colaborar para a melhoria da qualidade de vida das pessoas não tem preço. "A gratificação compensa a defasagem salarial", conta. Dedicação - Laura Monte, 21, faz cursinho pré-vestibular há três anos para tentar ingressar no curso de medicina. "Já me disseram para desistir, que isso é perda de tempo. Mas eu sinto que serei profissionalmente realizada e leve o tempo que for vou conseguir entrar e concluir a faculdade", conta.
Ano passado a jovem foi aprovada, porém em uma universidade particular. "Infelizmente não tenho como pagar mais de R$ 2mil por mês. Preciso de uma universidade pública", explica. Carreira exige dedicação integral dos profissionais Dados do Conselho Federal de Medicina dizem que o Brasil tem cerca de 300 mil médicos.
O número
Por isso, médicos como o pediatra José Vicente Prandini merecem destaque. "A atenção com que ele trata os pacientes e a certeza que passa dando o diagnóstico fazem toda a diferença. Além de médico, ele passa a ser amigo da família", conta a professora Luana da Penha Custódio, que sempre levou seus dois filhos para serem consultados por ele. "Mesmo quando minha filha já tinha 15 anos eu só me sentia segura com a palavra dele", conta. Tímido, o pediatra, que atende em um consultório na região central de Diadema, conta que o trabalho ocupa todo seu tempo. "Minha mulher trabalha comigo, caso contrário quase nunca nos veríamos.
É muito bom saber que posso ajudar de alguma forma", conta o pediatra. Reconhecimento - Famoso na cidade, a agenda do médico é concorrida. "Sempre consigo atender todo mundo, afinal, quando se faz as coisas com amor, o tempo rende mais e o dia passa a ter mais horas", brinca.
12 Comentários:
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Dec 28, 2011
Nota:
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abigail disse:
cursei 3 cursos antes de
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Nov 26, 2011
Nota:
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babiii disse:
meu sonho e cursa medicin
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Jun 07, 2011
Nota:
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Suuuh.... disse:
Euuu queroo muuito passa
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May 06, 2011
Nota:
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filipe guilherme disse:
muito massaaa e eu queroo
se vcs muito bom esse ar Pena, que os médi |
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Apr 14, 2011
Nota:
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S. Fleischer. disse:
Passar em medicina não
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Mar 10, 2011
Nota:
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suhellen disse:
meu sonho tambem é cursa
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Feb 01, 2011
Nota:
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jose disse:
Eu também quero muito pa
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Jan 13, 2011
Nota:
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Fernanda Lendi Wefer disse:
Realmente o Dr José Vice
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Aug 26, 2010
Nota:
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Rayanne Silvério disse:
Um dos meus sonhos mais d
Estou no último ano do |
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Aug 13, 2010
Nota:
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Aug 05, 2010
Nota:
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Kaio disse:
Meu sonho é fazer medici
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Oct 22, 2008
Nota:
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