Mais de 29 mil estudantes refletiram ontem sobre como vivem os gaúchos.
A prova de redação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
apresentou dados econômicos e sociais do Estado, como número de
crianças em escolas, trabalho infantil e abastecimento de água
encanada, para a análise dos estudantes. O concurso continua hoje, com
as provas de biologia, química e geografia, às 8h30min.
A edição de ZH do dia 19 de setembro, com a divulgação da Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílio (Pnad), do IBGE, foi a fonte escolhida pela universidade. O tema de atualidade agradou alunos e professores.
– Os candidatos ficaram livres para se posicionar e sugerir soluções. A UFRGS parece ter abandonado temas subjetivos como amor, esperança e outros sentimentos que costumavam aparecer – disse a professora de redação Luisa Canella, do curso Unificado.
Para descobrir o que os estudantes pensam sobre a vida da população no Estado, a UFRGS aceitou as duas convenções ortográficas: a que estava em vigor até o dia 31 de dezembro e a do acordo assinado pelos integrantes da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. Juliana de Quadros, 29 anos, uma das campeãs do concursos redAÇÃO ZH, não gastou tempo pensando em novas regras, mas com a análise dos dados apresentados.
– Além dos argumentos, foi preciso analisar e cruzar os dados. Fiquei 20 minutos pensando nos números. Poderia considerar bom 85% de água encanada no Estado. Mas, quando se trata de pessoas, é muito ruim saber que
15% não têm acesso a um serviço básico – disse a estudante.
A média de crianças que trabalham no Estado foi destaque no texto de Juliana. Para a estudante, o Estado que se considera mais politizado do país precisa ponderar a estatística e encontrar uma solução que aponte para um futuro melhor.
– A universidade está avaliando a nossa visão de mundo. É um lado social e político, que normalmente nos magoa e não gostamos de ver. Eu preferia um tema mais subjetivo – disse.
Conforme a UFRGS, o tema da redação foi escolhido seguindo critérios multidisciplinares de educação.
A edição de ZH do dia 19 de setembro, com a divulgação da Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílio (Pnad), do IBGE, foi a fonte escolhida pela universidade. O tema de atualidade agradou alunos e professores.
– Os candidatos ficaram livres para se posicionar e sugerir soluções. A UFRGS parece ter abandonado temas subjetivos como amor, esperança e outros sentimentos que costumavam aparecer – disse a professora de redação Luisa Canella, do curso Unificado.
Para descobrir o que os estudantes pensam sobre a vida da população no Estado, a UFRGS aceitou as duas convenções ortográficas: a que estava em vigor até o dia 31 de dezembro e a do acordo assinado pelos integrantes da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. Juliana de Quadros, 29 anos, uma das campeãs do concursos redAÇÃO ZH, não gastou tempo pensando em novas regras, mas com a análise dos dados apresentados.
– Além dos argumentos, foi preciso analisar e cruzar os dados. Fiquei 20 minutos pensando nos números. Poderia considerar bom 85% de água encanada no Estado. Mas, quando se trata de pessoas, é muito ruim saber que
A média de crianças que trabalham no Estado foi destaque no texto de Juliana. Para a estudante, o Estado que se considera mais politizado do país precisa ponderar a estatística e encontrar uma solução que aponte para um futuro melhor.
– A universidade está avaliando a nossa visão de mundo. É um lado social e político, que normalmente nos magoa e não gostamos de ver. Eu preferia um tema mais subjetivo – disse.
Conforme a UFRGS, o tema da redação foi escolhido seguindo critérios multidisciplinares de educação.


