"O aluno do Largo São Francisco é preparado para pensar. Essa é a
função da Universidade. A prática ele adquire bem justamente porque
sabe pensar os problemas. Grande parte dos alunos não se apercebe dessa
preparação até se ver imerso no mercado de trabalho." Isso é o que
explica o diretor da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo,
João Grandino Rodas.
Neste sábado (24/1), a Consultor Jurídico publica reportagem sobre a Faculdade de Direito as USP como parte da série Escolas de Direito. Afiado na teoria. é assim que o estudante de Direito na USP acredita que tem de ser.
O aluno Marcelo Chilvarquer concorda com essa ideia "A USP preza a teoria, ensina tudo que está por trás de uma peça. Ensina a ser um bom jurista". Chilvarquer acredita que a prática, "nos dois primeiros meses de estágio se aprende". Ele aponta que na grade curricular há espaço voltado para ensino e manuseio de peças, recursos e etc.
A caminho do segundo ano letivo, ele diz que a instituição tem atendido suas expectativas, mas acha que falta rigor no ensino. "A faculdade não exige muito do aluno. A matéria é dada na sala de aula é básica. Quem realmente tem interesse tem que buscar mais informações na biblioteca, correr atrás. Mas acredito que seja assim em todas as faculdades".
Ele narra que o controle de frequência é feito por uma lista de chamadas, o que dá maior liberdade para o aluno frequentar a aula ou não. Por semestre, é aplicada no mínimo uma prova, onde o professor cobra as matérias dadas nas aulas. As demais atividades ficam a critério de cada docente. Grandino explica que seminários e outros trabalhos têm a finalidade de testar a habilidade de argumentação e o poder de síntese do aluno. Depois de concorrer a uma vaga com 18 pessoas, os alunos que entram na universidade precisam se adequar ao mundo do ensino superior".
Todos os anos a USP recebe 460 alunos. O diretor da faculdade aponta que a maior
dificuldade dos
calouros é adaptação à realidade da doutrina universitária. "O
autodidatismo não faz parte da realidade do ensino médio e o aluno
muitas vezes chega com a falsa ideia de que o curso é uma continuação
da realidade anterior, mas com conteúdo específico. O volume de leitura
que é esperada dele é alto e dificultado pela utilização de vocábulos
técnicos, próprios do universo jurídico."
Depois dos cinco anos de curso, Grandino aponta que o aluno é colocado a segunda prova, a ferro e fogo, que é o Exame de Ordem. "Os alunos da USP normalmente se saem muito bem. Mas é claro que aqueles que não se dedicaram com afinco aos anos de Faculdade acabam recorrendo a cursinhos preparatórios, o que deveria significar vergonha pessoal, pois a esmagadora maioria não precisa disso."
Neste sábado (24/1), a Consultor Jurídico publica reportagem sobre a Faculdade de Direito as USP como parte da série Escolas de Direito. Afiado na teoria. é assim que o estudante de Direito na USP acredita que tem de ser.
O aluno Marcelo Chilvarquer concorda com essa ideia "A USP preza a teoria, ensina tudo que está por trás de uma peça. Ensina a ser um bom jurista". Chilvarquer acredita que a prática, "nos dois primeiros meses de estágio se aprende". Ele aponta que na grade curricular há espaço voltado para ensino e manuseio de peças, recursos e etc.
A caminho do segundo ano letivo, ele diz que a instituição tem atendido suas expectativas, mas acha que falta rigor no ensino. "A faculdade não exige muito do aluno. A matéria é dada na sala de aula é básica. Quem realmente tem interesse tem que buscar mais informações na biblioteca, correr atrás. Mas acredito que seja assim em todas as faculdades".
Ele narra que o controle de frequência é feito por uma lista de chamadas, o que dá maior liberdade para o aluno frequentar a aula ou não. Por semestre, é aplicada no mínimo uma prova, onde o professor cobra as matérias dadas nas aulas. As demais atividades ficam a critério de cada docente. Grandino explica que seminários e outros trabalhos têm a finalidade de testar a habilidade de argumentação e o poder de síntese do aluno. Depois de concorrer a uma vaga com 18 pessoas, os alunos que entram na universidade precisam se adequar ao mundo do ensino superior".
Todos os anos a USP recebe 460 alunos. O diretor da faculdade aponta que a maior
Depois dos cinco anos de curso, Grandino aponta que o aluno é colocado a segunda prova, a ferro e fogo, que é o Exame de Ordem. "Os alunos da USP normalmente se saem muito bem. Mas é claro que aqueles que não se dedicaram com afinco aos anos de Faculdade acabam recorrendo a cursinhos preparatórios, o que deveria significar vergonha pessoal, pois a esmagadora maioria não precisa disso."


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