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Ser aprovado é uma sensação indescritível
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Nota:




"Fiquei sabendo do cursinho da UFSC por uma amiga. Não tinha condições
de pagar um cursinho particular desses tradicionais, e ela comentou que
tinha esse cursinho popular, que não pagava nada.
Pra entrar no cursinho precisava fazer uma seleção. Então eu fiz e aguardei a ser chamado. No fim, fui selecionado e fiz semiextensivo, que não é durante todo ano. Começou em agosto e foi até o final do ano.
As aulas eram todas as noites, das 18h30min até as 22h, e todos os dias tínhamos cinco disciplinas diferentes. Era bem puxado, aquele ritmo de cursinho, e eu também estava trabalhando. Então era bem complicado conciliar tempo fora do cursinho pra estudar.
Mas os professores sempre estavam ali incentivando. Inclusive tinha professores fora do horário das aulas que se disponibilizavam. Havia também aulas de reforço em algumas disciplinas. Era o que gente chama de monitoria. Também tínhamos aulas no sábado, de outras disciplinas que não estavam na grade tradicional, como História de Santa Catarina, e aula de reforço de matemática. É um cursinho muito bom. Gostei mesmo."
ESTUDOS E TRABALHO
"Quando comecei o cursinho, trabalhava como telemarketing de uma empresa das 8h às 16h30min. Durante o cursinho, mudei de cargo e passei a trabalhar até as 17h. Então eu trabalhava o dia todo e ia direto pro cursinho. Era complicado, mas consegui conciliar o tempo pra estudar. Antes das aulas, ou na volta do ônibus, dava um jeito de estudar, porque é muita coisa. Tem que se dedicar mesmo.
Não tem como ficar só nessa de ir pro cursinho. Tem que se dedicar fora dele também. Eu sempre quis fazer Administração, até porque estou trabalhando na área administrativa. É uma área que sempre gostei. Já tinha tentado em 2006, sem cursinho, vestibular na UFSC pra Administração, mas não passei.
Agora eu consegui passar em quinto no curso noturno. Esse tempo de semi foi puxado. Vivia bocejando por aí, morrendo de sono, mas valeu bastante a pena. Agora vou continuar trabalhando. É até bom porque vou ter o lado profissional, que é na área, junto com a faculdade de Administração. Eu pretendo manter os dois. É puxado, mas só assim mesmo pra gente conseguir alguma coisa pro futuro."
TERCEIRÃO
"Eu me formei no terceirão em 2002 e não tentei vestibular porque morava em Barra Velha (Norte do Estado), não tinha universidade pública próxima e eu não tinha condições de pagar uma particular. Fiquei algum tempo sem tentar vestibular. Até que em 2006 vim pra Florianópolis com esse objetivo de conseguir emprego legal e de conseguir passar na Udesc ou na UFSC.
O RESULTADO
Eu sempre estudei em escola pública e sempre tive incentivo dos meus pais. Ele ficaram muito felizes com o resultado. Inclusive, estou indo pra Barra Velha pra comemorar com eles, porque
ainda não deu
tempo pra isso. O cursinho popular da UFSC me deu uma ótima base. Claro
que o cursinho não faz milagre. Sendo ele pago ou público, vai depender
muito do aluno.
Tem que estudar, esquecer do mundo, de tudo. Mas vem a recompensa depois. Ver o nome da lista dos aprovados no vestibular é um sensação que não tem nem como descrever. Vale a pena. A gente começa a lembrar dos sábados com chuva, que a gente vai pro cursinho, na sexta à noite que não pôde sair porque tem que dar uma lida em algo de literatura, mas a gente vê lá no final que vale a pena.
Quando eu terminei a prova eu tinha uma esperança lá no fundo que eu poderia ter me dado bem. Mas daí pensei que a concorrência é muito grande, que todo mundo quer passar numa federal, que teve pessoas que fizeram cursinho pago e não trabalharam, e que tiveram mais tempo pra estudar. Então eu não sabia se ia passar, mas estava com uma esperança. "
A FACULDADE
"Não faço ideia de como seja a faculdade, todo mundo diz que é outro mundo. Espero que seja aquilo que tô buscando, me informei sobre o curso antes. Acho que vou gostar do curso." Vilmar Michereff Júnior, 22 anos, calouro de Administração
Pra entrar no cursinho precisava fazer uma seleção. Então eu fiz e aguardei a ser chamado. No fim, fui selecionado e fiz semiextensivo, que não é durante todo ano. Começou em agosto e foi até o final do ano.
As aulas eram todas as noites, das 18h30min até as 22h, e todos os dias tínhamos cinco disciplinas diferentes. Era bem puxado, aquele ritmo de cursinho, e eu também estava trabalhando. Então era bem complicado conciliar tempo fora do cursinho pra estudar.
Mas os professores sempre estavam ali incentivando. Inclusive tinha professores fora do horário das aulas que se disponibilizavam. Havia também aulas de reforço em algumas disciplinas. Era o que gente chama de monitoria. Também tínhamos aulas no sábado, de outras disciplinas que não estavam na grade tradicional, como História de Santa Catarina, e aula de reforço de matemática. É um cursinho muito bom. Gostei mesmo."
ESTUDOS E TRABALHO
"Quando comecei o cursinho, trabalhava como telemarketing de uma empresa das 8h às 16h30min. Durante o cursinho, mudei de cargo e passei a trabalhar até as 17h. Então eu trabalhava o dia todo e ia direto pro cursinho. Era complicado, mas consegui conciliar o tempo pra estudar. Antes das aulas, ou na volta do ônibus, dava um jeito de estudar, porque é muita coisa. Tem que se dedicar mesmo.
Não tem como ficar só nessa de ir pro cursinho. Tem que se dedicar fora dele também. Eu sempre quis fazer Administração, até porque estou trabalhando na área administrativa. É uma área que sempre gostei. Já tinha tentado em 2006, sem cursinho, vestibular na UFSC pra Administração, mas não passei.
Agora eu consegui passar em quinto no curso noturno. Esse tempo de semi foi puxado. Vivia bocejando por aí, morrendo de sono, mas valeu bastante a pena. Agora vou continuar trabalhando. É até bom porque vou ter o lado profissional, que é na área, junto com a faculdade de Administração. Eu pretendo manter os dois. É puxado, mas só assim mesmo pra gente conseguir alguma coisa pro futuro."
TERCEIRÃO
"Eu me formei no terceirão em 2002 e não tentei vestibular porque morava em Barra Velha (Norte do Estado), não tinha universidade pública próxima e eu não tinha condições de pagar uma particular. Fiquei algum tempo sem tentar vestibular. Até que em 2006 vim pra Florianópolis com esse objetivo de conseguir emprego legal e de conseguir passar na Udesc ou na UFSC.
O RESULTADO
Eu sempre estudei em escola pública e sempre tive incentivo dos meus pais. Ele ficaram muito felizes com o resultado. Inclusive, estou indo pra Barra Velha pra comemorar com eles, porque
Tem que estudar, esquecer do mundo, de tudo. Mas vem a recompensa depois. Ver o nome da lista dos aprovados no vestibular é um sensação que não tem nem como descrever. Vale a pena. A gente começa a lembrar dos sábados com chuva, que a gente vai pro cursinho, na sexta à noite que não pôde sair porque tem que dar uma lida em algo de literatura, mas a gente vê lá no final que vale a pena.
Quando eu terminei a prova eu tinha uma esperança lá no fundo que eu poderia ter me dado bem. Mas daí pensei que a concorrência é muito grande, que todo mundo quer passar numa federal, que teve pessoas que fizeram cursinho pago e não trabalharam, e que tiveram mais tempo pra estudar. Então eu não sabia se ia passar, mas estava com uma esperança. "
A FACULDADE
"Não faço ideia de como seja a faculdade, todo mundo diz que é outro mundo. Espero que seja aquilo que tô buscando, me informei sobre o curso antes. Acho que vou gostar do curso." Vilmar Michereff Júnior, 22 anos, calouro de Administração
4 Comentários:
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Oct 12, 2010
Nota:
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Jan 31, 2009
Nota:
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Jeeh disse:
Nossa, deve mesmo ser uma
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Jan 31, 2009
Nota:
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Renata disse:
Eu estudei em escola púb
Eu passei em duas |
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Jan 30, 2009
Nota:
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strela disse:
É verdade !!!!!!1
p parabens é isso a é ralando q |

Autor/Admin)

