Amigos no cursinho, aprovados encontram-se em dia de matrícula
Amigos no cursinho, companheiros na Universidade. Encontrar o próprio nome na lista de aprovados de uma instituição de ensino é uma grande emoção, mas encontrar o próprio nome e o de um grande amigo também é motivo de alegria. Mayara de Girolamo Moyses e Adriana Martins Chaoul, de São Paulo, reencontraram-se nesta terça-feira, no auditório da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp para efetuarem matrícula no curso de medicina. O momento especial, vivenciado também pelos pais das alunas, tornou-se ainda mais gostoso quando as amigas se reencontraram. “Estudamos no mesmo curso pré-vestibular e prestamos vários vestibulares. Foi uma grande sorte passarmos na mesma Universidade. Fica mais fácil a adaptação quando se tem um amigo. Tenho também uma prima no curso de enfermagem”, diz Adriana.
O reencontro também somou-se à história feliz de Gabriela Iwakura e Henrikki Gomes Antila, que até aceitaram uma maquiagem especial no rosto para comemorar a matrícula em medicina. Ela de Itapira e ele, de Sorocaba, também se prepararam no mesmo curso pré-vestibular e prestaram vários vestibulares. Mas a facilidade em fazer amigos fez com que Gabriela não se preocupasse com o novo. Assim que chegara, já se tornaram amigos de Antônio Mario Tassinari, também de Sorocaba. “Quem quer medicina presta o maior número de vestibulares”, confessa Henrikki. Gabriela diz que, apesar da jornada de vestibulares que a levou até o sul do País, ela se matriculou na Universidade de seus sonhos. “Sempre quis estudar na Unicamp, desde que meu tio estudava aqui”, acrescentou Gabriela.
2calourada090210_210x470.jpgMayara, de São Paulo, descobriu a medicina em um teste de orientação vocacional e depois de conhecer o ambiente de um curso da área de saúde. Antes de optar por medicina visitou até redações de jornal, mas a visita a uma faculdade de medicina foi definitiva: “Saí de lá decidida a cursar medicina”, disse. Uma surpresa para o engenheiro civil Valdemir Moyses que, por diversos motivos, nunca imaginou a filha em um curso de medicina. “Mas nunca interferimos na escolha”, ressaltou. A mãe, psicóloga, disse que o melhor foi deixar que tanto ela quanto a irmã descobrissem a própria aptidão. Orgulhosa com a classificação de Mayara entre os aprovados em medicina, Regiane Moyses só se preocupa mesmo com a adaptação. Mas em momento de felicidade, Mayara não está tão preocupada, já que a mudança de Campinas para São Paulo já tem endereço garantido.
Já Adriana descobriu a medicina em casa, no relacionamento com os pais. “Nós crescemos acompanhando a história deles e admirando a profissão, então decidimos seguir os passos”. Se depender das expectativas pré-ingresso, os passos serão seguidos à risca, pois a caloura pretende atuar na área de saúde pública, na qual a mãe, Silvia Baldez Chaoul, atua como enfermeira. O pai, José Alex Chaoul, é médico em um posto de saúde.
calourada090210_210x480.jpgVocação – O cuidado manifestado na infância com animais em apuro ou feridos, deveria ser sinal de um futuro interesse por medicina, na opinião do economista João Fernando Marques, pai de Luís Felipe Rosamilia Marques, calouro de medicina. “Ele já manifestava o interesse por cuidar de uma com animais em perigo”, disse João Marques. No caso de Felipe, as orientações da mãe, Lilia Rosamilia Marques, engenheira de alimentos formada pela Unicamp, foram pontuais na escolha. “Quando eu disse que queria fazer biologia, ela me orientou a escolher uma área mais aplicada de ciências biológicas, daí optei por medicina”. Para saber melhor onde está entrando, Luis Felipe antecipou-se ao início das aulas e foi conhecer o ambiente de alguns hospitais da Unicamp na companhia de outro
amigo aprovado no vestibular.
O sucesso da filha e sobrinha, Jaqueline Machado Toribio é a alegria da mãe, Vicência Toribio, e da tia, Francisca Machado Baptistella. Orgulhosas, uma de cada lado da caloura, falavam da luta na preparação e da dedicação aos estudos. “Sempre quis fazer medicina, desde criança. Mesmo morando em Guararapes (SP), Jaqueline sempre quis estudar na Unicamp. Comprometida com os estudos, passou em todas as faculdades para a qual prestou vestibular, mas teve de cancelar algumas matrículas. “É o meu sonho desde criança”. A tia e madrinha, que a hospedou em Campinas nos dois anos de cursinho, comemora ao lado da mãe: “A Unicamp está ganhando uma excelente aluna”, diz Francisca.
Este ano, a Coordenadoria de Graduação da FCM ofereceu um ambiente especial aos calouros e aos pais, para que a parte burocrática do processo de matrícula fosse realizada com tranqüilidade. No auditório, onde aconteceram as matrículas para o curso de medicina, os pais acompanharam um vídeo sobre a Unicamp e a FCM. O vídeo também foi a oportunidade de os pais conhecerem mais a Universidade onde os filhos estudarão, segundo a coordenadora de graduação do curso de medicina, Angélica Maria Bicudo Zeferino. Mas, do lado de fora, após efetuar a matrícula, as famílias contavam com a recepção sempre calorosa dos estudantes da área de saúde (fonoaudiologia, enfermagem, farmácia e medicina). O espaço onde “rolava muita festa”, foi destinado à apresentação dos Centros Acadêmicos, da Athletica (empresa júnior) e da apresentação da já conhecida bateria.
O reencontro também somou-se à história feliz de Gabriela Iwakura e Henrikki Gomes Antila, que até aceitaram uma maquiagem especial no rosto para comemorar a matrícula em medicina. Ela de Itapira e ele, de Sorocaba, também se prepararam no mesmo curso pré-vestibular e prestaram vários vestibulares. Mas a facilidade em fazer amigos fez com que Gabriela não se preocupasse com o novo. Assim que chegara, já se tornaram amigos de Antônio Mario Tassinari, também de Sorocaba. “Quem quer medicina presta o maior número de vestibulares”, confessa Henrikki. Gabriela diz que, apesar da jornada de vestibulares que a levou até o sul do País, ela se matriculou na Universidade de seus sonhos. “Sempre quis estudar na Unicamp, desde que meu tio estudava aqui”, acrescentou Gabriela.
2calourada090210_210x470.jpgMayara, de São Paulo, descobriu a medicina em um teste de orientação vocacional e depois de conhecer o ambiente de um curso da área de saúde. Antes de optar por medicina visitou até redações de jornal, mas a visita a uma faculdade de medicina foi definitiva: “Saí de lá decidida a cursar medicina”, disse. Uma surpresa para o engenheiro civil Valdemir Moyses que, por diversos motivos, nunca imaginou a filha em um curso de medicina. “Mas nunca interferimos na escolha”, ressaltou. A mãe, psicóloga, disse que o melhor foi deixar que tanto ela quanto a irmã descobrissem a própria aptidão. Orgulhosa com a classificação de Mayara entre os aprovados em medicina, Regiane Moyses só se preocupa mesmo com a adaptação. Mas em momento de felicidade, Mayara não está tão preocupada, já que a mudança de Campinas para São Paulo já tem endereço garantido.
Já Adriana descobriu a medicina em casa, no relacionamento com os pais. “Nós crescemos acompanhando a história deles e admirando a profissão, então decidimos seguir os passos”. Se depender das expectativas pré-ingresso, os passos serão seguidos à risca, pois a caloura pretende atuar na área de saúde pública, na qual a mãe, Silvia Baldez Chaoul, atua como enfermeira. O pai, José Alex Chaoul, é médico em um posto de saúde.
calourada090210_210x480.jpgVocação – O cuidado manifestado na infância com animais em apuro ou feridos, deveria ser sinal de um futuro interesse por medicina, na opinião do economista João Fernando Marques, pai de Luís Felipe Rosamilia Marques, calouro de medicina. “Ele já manifestava o interesse por cuidar de uma com animais em perigo”, disse João Marques. No caso de Felipe, as orientações da mãe, Lilia Rosamilia Marques, engenheira de alimentos formada pela Unicamp, foram pontuais na escolha. “Quando eu disse que queria fazer biologia, ela me orientou a escolher uma área mais aplicada de ciências biológicas, daí optei por medicina”. Para saber melhor onde está entrando, Luis Felipe antecipou-se ao início das aulas e foi conhecer o ambiente de alguns hospitais da Unicamp na companhia de outro
O sucesso da filha e sobrinha, Jaqueline Machado Toribio é a alegria da mãe, Vicência Toribio, e da tia, Francisca Machado Baptistella. Orgulhosas, uma de cada lado da caloura, falavam da luta na preparação e da dedicação aos estudos. “Sempre quis fazer medicina, desde criança. Mesmo morando em Guararapes (SP), Jaqueline sempre quis estudar na Unicamp. Comprometida com os estudos, passou em todas as faculdades para a qual prestou vestibular, mas teve de cancelar algumas matrículas. “É o meu sonho desde criança”. A tia e madrinha, que a hospedou em Campinas nos dois anos de cursinho, comemora ao lado da mãe: “A Unicamp está ganhando uma excelente aluna”, diz Francisca.
Este ano, a Coordenadoria de Graduação da FCM ofereceu um ambiente especial aos calouros e aos pais, para que a parte burocrática do processo de matrícula fosse realizada com tranqüilidade. No auditório, onde aconteceram as matrículas para o curso de medicina, os pais acompanharam um vídeo sobre a Unicamp e a FCM. O vídeo também foi a oportunidade de os pais conhecerem mais a Universidade onde os filhos estudarão, segundo a coordenadora de graduação do curso de medicina, Angélica Maria Bicudo Zeferino. Mas, do lado de fora, após efetuar a matrícula, as famílias contavam com a recepção sempre calorosa dos estudantes da área de saúde (fonoaudiologia, enfermagem, farmácia e medicina). O espaço onde “rolava muita festa”, foi destinado à apresentação dos Centros Acadêmicos, da Athletica (empresa júnior) e da apresentação da já conhecida bateria.
1 Comentário:
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Feb 11, 2009
Nota:
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Simone disse:
É muito legal mesmo entr
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Autor/Admin)
