Apesar de ter conseguido a vaga no curso de Sistemas de Informação na
UFSC, Luciano Siqueira Machado, 37 anos, interno da Penitenciária
Industrial de Joinville, não vai assumir a vaga.
Ele está em regime fechado e não quer ser transferido de presídio. " Eu tinha a intenção de passar, mas não esperava. As duas primeiras horas depois de receber o resultado foram muito estranhas. Quero que o período em que vou ficar aqui seja o mais produtivo possível " afirma.
Para a gerente de Saúde, Ensino e Promoção Social da penitenciária, Jaqueline Fachini, os números são animadores: "Quando os presos veem os colegas de cela passando, eles ficam animados com a perspectiva de poder estudar e mudar de vida. É aquela coisa: se ele consegue, por que não eu? "
Dos 356 internos, 130 cursam as séries do ensino fundamental e médio. Outros 32 fazem cursos profissionalizantes dentro da própria penitenciária. Em 2008, 23 detentos tentaram passar no Centro de Educação Profissional Dario Geraldo Salles (Cedup). Vinte conseguiram.
Outro motivo para Luciano não ir para Florianópolis é a possibilidade de fazer o curso. Para um preso ser liberado para estudar, são necessários exames psicológicos, pedagógicos e comportamentais, além de autorização judicial.
Assim mesmo, ele acha que a classificação já é uma conquista, que o permitirá
tentar novas vagas quando conquistar o benefício do
regime semiaberto. Para estudar, Luciano contou com a ajuda de amigos e
parentes que enviaram provas antigas, exercícios e outros materiais
pelos Correios. A família ainda não sabe do resultado.
" Já enviei uma carta para eles contando tudo. No próximo vestibular que tiver, seja de inverno ou de verão, vou me inscrever. Seja na UFSC de Joinville, na Udesc ou na Univille " diz Luciano, entusiasmado. Caso comece a estudar em 2009, ele deve concluir a faculdade mais ou menos quando poderá entrar em regime aberto. " Quero abrir uma empresa com o meu filho na área de tecnologia."
Ele está em regime fechado e não quer ser transferido de presídio. " Eu tinha a intenção de passar, mas não esperava. As duas primeiras horas depois de receber o resultado foram muito estranhas. Quero que o período em que vou ficar aqui seja o mais produtivo possível " afirma.
Para a gerente de Saúde, Ensino e Promoção Social da penitenciária, Jaqueline Fachini, os números são animadores: "Quando os presos veem os colegas de cela passando, eles ficam animados com a perspectiva de poder estudar e mudar de vida. É aquela coisa: se ele consegue, por que não eu? "
Dos 356 internos, 130 cursam as séries do ensino fundamental e médio. Outros 32 fazem cursos profissionalizantes dentro da própria penitenciária. Em 2008, 23 detentos tentaram passar no Centro de Educação Profissional Dario Geraldo Salles (Cedup). Vinte conseguiram.
Outro motivo para Luciano não ir para Florianópolis é a possibilidade de fazer o curso. Para um preso ser liberado para estudar, são necessários exames psicológicos, pedagógicos e comportamentais, além de autorização judicial.
Assim mesmo, ele acha que a classificação já é uma conquista, que o permitirá
" Já enviei uma carta para eles contando tudo. No próximo vestibular que tiver, seja de inverno ou de verão, vou me inscrever. Seja na UFSC de Joinville, na Udesc ou na Univille " diz Luciano, entusiasmado. Caso comece a estudar em 2009, ele deve concluir a faculdade mais ou menos quando poderá entrar em regime aberto. " Quero abrir uma empresa com o meu filho na área de tecnologia."
4 Comentários:
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Jun 30, 2011
Nota:
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Eduardo disse:
É isso aí meu amigo, ap
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Feb 14, 2009
Nota:
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Beatriz disse:
Parabéns pela força de
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Feb 14, 2009
Nota:
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Feb 13, 2009
Nota:
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Oluap Avlis disse:
Errar pode ser uma falha
Parabens pro sistema pr |



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