O novo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que pode ser uma espécie
de supervestibular unificado das universidades federais, dará a
oportunidade aos estudantes de tentar, com o resultado de uma mesma
prova, cinco diferentes cursos em até cinco instituições da rede no
País.
Essa foi uma das decisões tomadas ontem em reunião entre os reitores das federais e o ministro da Educação, Fernando Haddad. Também ficou acertado que as instituições que aderirem à proposta do Ministério da Educação de substituir o vestibular pelo novo Enem vão receber mais recursos para assistência estudantil.
O MEC decidiu dobrar a verba repassada às universidades dos atuais R$ 200 milhões para R$ 400 milhões. A maior parte vai para aquelas que fizerem parte do novo exame, previsto para ser implantado neste ano. "A assistência estudantil será reforçada porque o número de vagas nas instituições dobrou. Mas, para aquelas que atenderem alunos de outros Estados, terá de ser reforçada", disse Haddad.
Os recursos da assistência estudantil são usados para restaurantes universitários, moradia e bolsas para ajudar alunos de baixa renda. Como a intenção do MEC é que com o novo vestibular mais estudantes saiam de seus Estados, é necessário garantir que não tenham de abandonar os estudos porque não têm condições de se manter.
Também é uma
forma de compensação às
instituições que hoje recebem recursos fazendo as próprias seleções, ao
cobrar taxa de inscrição. O coordenador do vestibular da Universidade
Federal Fluminense (UFF), Nelliton Ventura, é um crítico do projeto do
MEC no ponto em que trata do ingresso de estudantes de outros Estados.
"A mobilidade pretendida pelo MEC vai ocorrer na mão inversa. Não vai ser o estudante do Norte e Nordeste que se mudará para o Sul. As classes mais abastadas têm maior rendimento no Enem e vão roubar as vagas nos outros Estados. Em vez de democratizar o acesso, vai elitizá-lo", avaliou.
Essa foi uma das decisões tomadas ontem em reunião entre os reitores das federais e o ministro da Educação, Fernando Haddad. Também ficou acertado que as instituições que aderirem à proposta do Ministério da Educação de substituir o vestibular pelo novo Enem vão receber mais recursos para assistência estudantil.
O MEC decidiu dobrar a verba repassada às universidades dos atuais R$ 200 milhões para R$ 400 milhões. A maior parte vai para aquelas que fizerem parte do novo exame, previsto para ser implantado neste ano. "A assistência estudantil será reforçada porque o número de vagas nas instituições dobrou. Mas, para aquelas que atenderem alunos de outros Estados, terá de ser reforçada", disse Haddad.
Os recursos da assistência estudantil são usados para restaurantes universitários, moradia e bolsas para ajudar alunos de baixa renda. Como a intenção do MEC é que com o novo vestibular mais estudantes saiam de seus Estados, é necessário garantir que não tenham de abandonar os estudos porque não têm condições de se manter.
Também é uma
"A mobilidade pretendida pelo MEC vai ocorrer na mão inversa. Não vai ser o estudante do Norte e Nordeste que se mudará para o Sul. As classes mais abastadas têm maior rendimento no Enem e vão roubar as vagas nos outros Estados. Em vez de democratizar o acesso, vai elitizá-lo", avaliou.
4 Comentários:
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Apr 15, 2009
Nota:
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cleidiane almeida martins disse:
Quando vai abrir as inscr
pretendo fazer, com ess espero uma |
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Apr 09, 2009
Nota:
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Apr 08, 2009
Nota:
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Rodrigo disse:
Este novo sistema de sele
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Apr 07, 2009
Nota:
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Camille Carradore disse:
o eenm será tbm avaliado
|


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