Em um mês, nos dias 12, 13 e 14 de julho, cerca de 5 mil estudantes
estarão disputando uma das 655 vagas do vestibular suplementar da
Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A instituição estará
selecionando alunos para nove cursos – seis inéditos na universidade e
três deles a serem instalados no interior do Estado, em Araranguá,
Joinville e Curitibanos.
Dos seis novos cursos, três (Tecnologia da Informação e Comunicação, Engenharia de Mobilidade e Ciências Rurais) são formados por ciclos. Isso significa que os alunos poderão optar por estudarem apenas três anos e saírem da universidade com um diploma de bacharel ou continuarem na UFSC por, na maioria dos casos, mais dois anos e se graduarem em engenharia.
O ponto em comum de todos os cursos, porém, não é a forma como o currículo deles está organizado, mas sim o fato de as aulas começarem, no dia 3 de agosto, sem estrutura (tanto física quanto de pessoal) completa.
Os cursos serão estruturados aos poucos. Professores devem ser contratados conforme o número de alunos for aumentando em cada campi e os prédios de salas de aulas e laboratórios serão construídos e ampliados também de acordo com a demanda.
Docentes concursados vão assumir depois de outubro
No primeiro semestre, os docentes quase não precisam de material específico (a não ser livros) para iniciarem as aulas, já que o conteúdo é básico. Na maioria dos cursos, laboratórios serão necessários para alunos de segundo ou do terceiro ano de estudos.
Em entrevista concedida, no mês passado, ao Diário Catarinense, o reitor Álvaro Prata confirmou que R$ 264 milhões serão investidos na ampliação da universidade e anunciou a contratação de 400 professores até 2011 para realizar essa expansão, que faz parte do programa Reuni, do governo federal. Este ano, porém, para os novos cursos, apenas 32 docentes serão convocados após a realização de um concurso público que está em andamento.
Os
coordenadores dos novo cursos acreditam
que os professores aprovados não assumirão os cargos antes de outubro.
As aulas começarão, assim, com docentes efetivos da universidade que,
hoje, trabalham em outros cursos e substitutos.
O professor Aricio Treitinger, vice-diretor do Centro de Ciências da Saúde, está envolvido na criação do curso de Fonoaudiologia e diz que os professores que irão lecionar nos novos cursos terão que se “desdobrar” e que “certamente” farão falta nas suas disciplinas de origem. Ele lembrou, porém, que as contratações estão previstas.
– (A ampliação da universidade) é um compromisso que a UFSC assumiu com a sociedade, mas os concursos não ocorrem na velocidade que a gente quer. Antes de agosto, não dá para fazermos o concurso (devido às exigências legais) – explicou Treitinger.
Dos seis novos cursos, três (Tecnologia da Informação e Comunicação, Engenharia de Mobilidade e Ciências Rurais) são formados por ciclos. Isso significa que os alunos poderão optar por estudarem apenas três anos e saírem da universidade com um diploma de bacharel ou continuarem na UFSC por, na maioria dos casos, mais dois anos e se graduarem em engenharia.
O ponto em comum de todos os cursos, porém, não é a forma como o currículo deles está organizado, mas sim o fato de as aulas começarem, no dia 3 de agosto, sem estrutura (tanto física quanto de pessoal) completa.
Os cursos serão estruturados aos poucos. Professores devem ser contratados conforme o número de alunos for aumentando em cada campi e os prédios de salas de aulas e laboratórios serão construídos e ampliados também de acordo com a demanda.
Docentes concursados vão assumir depois de outubro
No primeiro semestre, os docentes quase não precisam de material específico (a não ser livros) para iniciarem as aulas, já que o conteúdo é básico. Na maioria dos cursos, laboratórios serão necessários para alunos de segundo ou do terceiro ano de estudos.
Em entrevista concedida, no mês passado, ao Diário Catarinense, o reitor Álvaro Prata confirmou que R$ 264 milhões serão investidos na ampliação da universidade e anunciou a contratação de 400 professores até 2011 para realizar essa expansão, que faz parte do programa Reuni, do governo federal. Este ano, porém, para os novos cursos, apenas 32 docentes serão convocados após a realização de um concurso público que está em andamento.
Os
O professor Aricio Treitinger, vice-diretor do Centro de Ciências da Saúde, está envolvido na criação do curso de Fonoaudiologia e diz que os professores que irão lecionar nos novos cursos terão que se “desdobrar” e que “certamente” farão falta nas suas disciplinas de origem. Ele lembrou, porém, que as contratações estão previstas.
– (A ampliação da universidade) é um compromisso que a UFSC assumiu com a sociedade, mas os concursos não ocorrem na velocidade que a gente quer. Antes de agosto, não dá para fazermos o concurso (devido às exigências legais) – explicou Treitinger.


