Atrito dinâmico

Um objeto que recebe uma determinada força e quando esta força cessa, a velocidade diminui até parar, considerando uma força de resistência oposta ao movimento relativo do corpo, chama-se  atrito dinâmico. O coeficiente de atrito dinâmico é menor do que o coeficiente de atrito estático, o que significa que, ao iniciar o movimento, a força de atrito diminui sua intensidade.

Durante o deslizamento entre os sólidos, se forem iguais as superfícies de contato e que a intensidade da força normal for constante, a força de atrito terá intensidade constante, não importando a velocidade relativa entre os sólidos, nem a intensidade da força motriz.

Atrito de rolamento

Como o atrito de rolamento e o atrito de rolamento com rodas recaem, praticamente em um mesmo caso ( atrito de uma superfície sólida com outra igualmente sólida que rola sobre ela ), então há dois tipos fundamentais de atrito, o de deslizamento e o de rolamento.

Comparando os dois o deslocamento por deslizamento é mais difícil e o de rolamento é mais fácil.

Quando uma superfície sólida desliza sobre outra  as pequenas saliências e reentrâncias que nelas existem prendem-se umas nas outras e produzem o atrito de deslizamento que se opõe ao movimento. O atrito também se opõe ao movimento de um objeto redondo que rola sobre uma superfície sólida.

Quando se rola uma bola  de gude sobre um tapete grosso a bola comprime as fibras para baixo. Asfibras tendem a voltar a sua posição normal e produzem o atrito que se opõe ao movimento da bola.

Exemplo1: O pneu de uma bicicleta quando “murcho” aumenta o atrito de rolamento, mas da maior conforto.

Exemplo2: O atrito por rolamento é usado nas máquinas, cujas superfícies são bem polidas e recobertas por lubrificantes. As moléculas do lubrificante prmovem um rolamento que diminui o atrito.
Exemplo3: Rolamento de esferas diminui o atrito, rolamento de rodas de ferro ( como as de trem ) fazem girar mais facilmente.

Bibliografia

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• Marcos; Bárbara; Estéfano . Aprendendo Física1 . Ed. Scipione 1996
• Oswald; Wilmer; William . Física na Escola Secundária . 2ªedição . Ed. ABC 1962
• Gerson; Paulo; Valdemar . Curso completo de física - vol. único . 1ªedição. Ed. Moderna 1993
• GONÇALVEZ, Dalton . Física - mecânica . Ed. Ao Livro Técnico S/A 1979
• SOARES, Luís José . Química e Física - Matéria e Energia . 4ªedição . Ed. Moderna 1995


Por: Marina Regina Santos