Enem será obrigatório para ingresso na faculdade. Com isso muda toda a temática e o que se conhecia sobre o vestibular
O Enem era uma prova clássica, com 63 questões interdisciplinares, A proposta é reformular o Enem para que se aborde diretamente o currículo do Ensino Médio. O novo exame será composto por perguntas objetivas em quatro áreas do conhecimento: linguagens, códigos e suas tecnologias (incluindo redação); ciências humanas e suas tecnologias; ciências da natureza e suas tecnologias e matemáticas e suas tecnologias. Cada grupo de testes será composto por até 50 itens de múltipla escolha, aplicados em dois dias.
O Professor Irineu da Silva Ferraz, do cursinho Águia lembra parte da história do exame. "O Enem nasceu como uma forma de avaliar a qualidade do Ensino Médio no Brasil. Depois, passou a ter ligações com o ingresso em universidades. Finalmente, o Ministro da Educação pensou em substituir o vestibular pelo Enem" conta o professor que ainda faz um comentário sobre a opinião sobre a influência do Enem no vestibular. "Eu acredito que o Enem tenha mudado um pouco a sistemática utilizada em vários vestibulares".
O projeto indica também que o exame nacional seja obrigatório para todos os alunos do último ano do ensino médio. Hoje, a participação é voluntária e a maioria dos estudantes opta por não fazer o exame.
Vai ser mais difícil?
As mudanças sugeridas pelo MEC de certa forma não dificultam o ingresso na faculdade, tendo em vista que os grandes vestibulares, principalmente federais, sempre foram e serão concorridos, não serão
essas alterações que vão dificultar ou facilitar o acesso dos alunos às boas universidades.
Isso vai melhorar o ensino brasileiro?
As mudanças propostas pelo Ministério da Educação podem sim melhorar a educação brasileira, porque sempre que se discute a educação os resultados tendem a ser benéficos. O professor Irineu Ferraz também concorda com as mudanças e que elas serão benéficas. "Essas mudanças vêm para questionar o modelo. Isso é importante. Agora, a partir desse questionamento, podem surgir novos horizontes para um Ensino Médio mais eficaz", comenta o professor.
Dados: http://www.adjorisc.com.br/ e Folha de São Paulo
O Enem era uma prova clássica, com 63 questões interdisciplinares, A proposta é reformular o Enem para que se aborde diretamente o currículo do Ensino Médio. O novo exame será composto por perguntas objetivas em quatro áreas do conhecimento: linguagens, códigos e suas tecnologias (incluindo redação); ciências humanas e suas tecnologias; ciências da natureza e suas tecnologias e matemáticas e suas tecnologias. Cada grupo de testes será composto por até 50 itens de múltipla escolha, aplicados em dois dias.
O Professor Irineu da Silva Ferraz, do cursinho Águia lembra parte da história do exame. "O Enem nasceu como uma forma de avaliar a qualidade do Ensino Médio no Brasil. Depois, passou a ter ligações com o ingresso em universidades. Finalmente, o Ministro da Educação pensou em substituir o vestibular pelo Enem" conta o professor que ainda faz um comentário sobre a opinião sobre a influência do Enem no vestibular. "Eu acredito que o Enem tenha mudado um pouco a sistemática utilizada em vários vestibulares".
O projeto indica também que o exame nacional seja obrigatório para todos os alunos do último ano do ensino médio. Hoje, a participação é voluntária e a maioria dos estudantes opta por não fazer o exame.
Vai ser mais difícil?
As mudanças sugeridas pelo MEC de certa forma não dificultam o ingresso na faculdade, tendo em vista que os grandes vestibulares, principalmente federais, sempre foram e serão concorridos, não serão
Isso vai melhorar o ensino brasileiro?
As mudanças propostas pelo Ministério da Educação podem sim melhorar a educação brasileira, porque sempre que se discute a educação os resultados tendem a ser benéficos. O professor Irineu Ferraz também concorda com as mudanças e que elas serão benéficas. "Essas mudanças vêm para questionar o modelo. Isso é importante. Agora, a partir desse questionamento, podem surgir novos horizontes para um Ensino Médio mais eficaz", comenta o professor.
Dados: http://www.adjorisc.com.br/ e Folha de São Paulo


