UEMS abre curso de Engenharia Física; o segundo do País
Acaba de ser aprovada na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul
(UEMS), a abertura do curso de engenharia física, que será ofertado na
unidade de Dourados já no vestibular deste ano.
O curso, com duração de cinco anos, figura-se como o segundo curso de engenharia física do país, já que, atualmente, existe apenas um em funcionamento, desde 2000, que é o da Universidade Federal de São Carlos. Outros quatro estão em discussão para implantação, sendo eles das universidades Federal do Rio Grande do Sul, Federal de Santa Catarina, Federal do Pará e Instituto Tecnológico da Aeronáutica.
De acordo com o professor Luís Humberto da Cunha Andrade, o curso se estrutura em consonância com as iniciativas do governo federal de ampliar os pólos industriais para outras regiões do país, que hoje se encontram mais concentrados nas regiões sul e sudeste, trazendo contribuições para o desenvolvimento tecnológico do Estado de Mato Grosso do Sul. “Desta forma, oferece aos estudantes sul-mato-grossenses a possibilidade de formação profissional em uma carreira científica ou tecnológica, sem a necessidade de migrar para os grandes centros, além de atrair estudantes de outros estados”, ressalta o professor.
A proposta do curso é atuar em consonância com as demandas de preservação da fauna e flora regionais, ao mesmo tempo em que propõe impulsionar o crescimento do Estado a partir do desenvolvimento de recursos energéticos que o sustente. “A carência de energia elétrica é atualmente o principal obstáculo para a instalação de indústrias sendo que a maior parte da eletricidade que o estado consome é comprada de fora, especialmente de São Paulo”, destaca o documento que propôs a criação do curso.
O profissional de Engenharia Física possuirá subsídios suficientes para se inserir na solução de problemas e análise de cenários no que diz respeito desde a preservação ambiental, planejamento energético e industrial até a sustentabilidade desse equacionamento.
Além disso,
o profissional deve ser apto não
somente a resolver questões técnicas do ponto de vista da engenharia,
como também atuar na gestão e planejamento nas áreas de saneamento
básico, abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto e
disposição final de resíduos sólidos. Sua competência também deve
possibilitar a permear suas ações em órgãos governamentais e centros de
Pesquisa de alta tecnologia na área de materiais avançados, tarefas
relacionadas a padronização, controle de qualidade de produtos,
metrologia, gestão e organização da produção, investigação e
desenvolvimento de novos produtos e funções de gerenciamento em
empresas de serviços e consultoria.
Para a primeira turma, que entrará no vestibular deste ano, serão oferecidas 40 vagas, sendo que em 2011, a quantidade de vagas será de 50.
O curso, com duração de cinco anos, figura-se como o segundo curso de engenharia física do país, já que, atualmente, existe apenas um em funcionamento, desde 2000, que é o da Universidade Federal de São Carlos. Outros quatro estão em discussão para implantação, sendo eles das universidades Federal do Rio Grande do Sul, Federal de Santa Catarina, Federal do Pará e Instituto Tecnológico da Aeronáutica.
De acordo com o professor Luís Humberto da Cunha Andrade, o curso se estrutura em consonância com as iniciativas do governo federal de ampliar os pólos industriais para outras regiões do país, que hoje se encontram mais concentrados nas regiões sul e sudeste, trazendo contribuições para o desenvolvimento tecnológico do Estado de Mato Grosso do Sul. “Desta forma, oferece aos estudantes sul-mato-grossenses a possibilidade de formação profissional em uma carreira científica ou tecnológica, sem a necessidade de migrar para os grandes centros, além de atrair estudantes de outros estados”, ressalta o professor.
A proposta do curso é atuar em consonância com as demandas de preservação da fauna e flora regionais, ao mesmo tempo em que propõe impulsionar o crescimento do Estado a partir do desenvolvimento de recursos energéticos que o sustente. “A carência de energia elétrica é atualmente o principal obstáculo para a instalação de indústrias sendo que a maior parte da eletricidade que o estado consome é comprada de fora, especialmente de São Paulo”, destaca o documento que propôs a criação do curso.
O profissional de Engenharia Física possuirá subsídios suficientes para se inserir na solução de problemas e análise de cenários no que diz respeito desde a preservação ambiental, planejamento energético e industrial até a sustentabilidade desse equacionamento.
Além disso,
Para a primeira turma, que entrará no vestibular deste ano, serão oferecidas 40 vagas, sendo que em 2011, a quantidade de vagas será de 50.


