O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio
Teixeira (Inep), órgão do Ministério da Educação (MEC) que aplica o
Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), divulgou um simulado da prova
que acontecerá em outubro. O simulado traz 40 questões nas quatro áreas
de avaliação — Ciências da Natureza, Ciências Humanas, Linguagens e
Matemática.
O professor Ari Herculano de Souza, do Colégio Dom Bosco, avaliou as questões junto a outros professores e apresentou uma avaliação positiva da prévia de como será o novo Enem. Segundo Souza, todos os professores julgaram que a prova será muito boa, dentro do esperado.
“É uma prova um pouco diferente do antigo Enem e mais próxima ao que era a prova do Encceja (Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos). Mas é uma prova muito boa. As questões são bem contextualizadas, claras e objetivas, como era a proposta. Não há pegadinhas. Eles foram muito felizes em sua elaboração”, apontou Souza.
Para o professor, as questões colocam o aluno para pensar. “Não são questões de resposta imediata, leu e chutou. Ela exige do aluno uma análise de cada alternativa, uma interpretação de gráficos e textos, exige uma visão contextualizada. É a aplicação do conteúdo e a tomada de decisão”, disse.
Segundo Souza, os itens propostos induzem o aluno a pensar, analisar e tomar uma decisão de qual a resposta mais conveniente. “O antigo Enem era mais uma prova de interpretação de texto na qual o aluno não era colocado em xeque em relação aos conteúdos. Nesta prova atual, ele precisa partir do conhecimento para chegar à resposta. Não é uma prova simples, mas não é de nível extremamente difícil. Ela cobra do aluno o que ele precisa saber”, finalizou.
Na mesma linha, o professor de Química do Curso Expoente, Sidnei Cristoff, analisou as questões de Química do simulado do Inep como um avanço em relação ao antigo teste do Enem. “Neste ‘ensaio’ do novo perfil do teste do Enem, a disciplina de Química apresentou conteúdos voltados para o cotidiano do aluno, cobrando atualidades e novas tecnologias, bem como fontes
energéticas e
problemas ambientais. Nesses, apropriando dos conhecimentos da Química
para, em situações problema, interpretar, avaliar ou planejar
intervenções científico-tecnológicas”, avaliou.
“Esta nova prova cobra do aluno a integração com o mundo, principalmente com as inovações tecnológicas e a interação com o ambiente em que vive com a aplicação dos conhecimentos químicos”.
Os demais cursinhos de Curitiba foram procurados pela reportagem para a análise do grau de dificuldade das questões, mas estavam ocupados discutindo medidas de prevenção com relação à nova gripe e não puderam retornar até o fechamento desta edição.
Os estudantes inscritos no Enem podem conferir o modelo das questões. O Inep colocou à disposição o simulado com 40 questões-modelo. Das 55 universidades federais, pelo menos 48 utilizarão a nota do Enem em alguma etapa de seleção.
O professor Ari Herculano de Souza, do Colégio Dom Bosco, avaliou as questões junto a outros professores e apresentou uma avaliação positiva da prévia de como será o novo Enem. Segundo Souza, todos os professores julgaram que a prova será muito boa, dentro do esperado.
“É uma prova um pouco diferente do antigo Enem e mais próxima ao que era a prova do Encceja (Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos). Mas é uma prova muito boa. As questões são bem contextualizadas, claras e objetivas, como era a proposta. Não há pegadinhas. Eles foram muito felizes em sua elaboração”, apontou Souza.
Para o professor, as questões colocam o aluno para pensar. “Não são questões de resposta imediata, leu e chutou. Ela exige do aluno uma análise de cada alternativa, uma interpretação de gráficos e textos, exige uma visão contextualizada. É a aplicação do conteúdo e a tomada de decisão”, disse.
Segundo Souza, os itens propostos induzem o aluno a pensar, analisar e tomar uma decisão de qual a resposta mais conveniente. “O antigo Enem era mais uma prova de interpretação de texto na qual o aluno não era colocado em xeque em relação aos conteúdos. Nesta prova atual, ele precisa partir do conhecimento para chegar à resposta. Não é uma prova simples, mas não é de nível extremamente difícil. Ela cobra do aluno o que ele precisa saber”, finalizou.
Na mesma linha, o professor de Química do Curso Expoente, Sidnei Cristoff, analisou as questões de Química do simulado do Inep como um avanço em relação ao antigo teste do Enem. “Neste ‘ensaio’ do novo perfil do teste do Enem, a disciplina de Química apresentou conteúdos voltados para o cotidiano do aluno, cobrando atualidades e novas tecnologias, bem como fontes
“Esta nova prova cobra do aluno a integração com o mundo, principalmente com as inovações tecnológicas e a interação com o ambiente em que vive com a aplicação dos conhecimentos químicos”.
Os demais cursinhos de Curitiba foram procurados pela reportagem para a análise do grau de dificuldade das questões, mas estavam ocupados discutindo medidas de prevenção com relação à nova gripe e não puderam retornar até o fechamento desta edição.
Os estudantes inscritos no Enem podem conferir o modelo das questões. O Inep colocou à disposição o simulado com 40 questões-modelo. Das 55 universidades federais, pelo menos 48 utilizarão a nota do Enem em alguma etapa de seleção.


