Somente ano passado, depois de tentar aprovação em medicina pela quarta
vez, o estudante Paulo Roberto Costa Lima Júnior, 21 anos, percebeu a
importância de cuidar do emocional.
"Nas outras vezes, achava que não era necessário. O estresse atrapalhou minha preparação. Quando consegui lidar com minhas emoções, ficou mais fácil. Percebi que o conhecimento é importante, claro, mas manter a tranquilidade também", conta Paulo, atualmente cursando o segundo período de medicina na Universidade de Pernambuco (UPE).
Suas duas irmãs, Alessandra, 18, e Vanessa Costa Lima, 19, vão encarar o vestibular este ano. Alessandra decidiu seguir a dica do irmão e está, há cerca de um mês, com acompanhamento psicológico. Vanessa não acha necessário. "Quanto mais se aproxima a data da prova, mais o nervosismo aumenta. Percebi que estava prejudicando minha concentração e resolvi procurar ajuda", ressalta Alessandra, candidata ao curso de odontologia. Ela aprendeu a respirar melhor, o que tem ajudado a driblar o cansaço da maratona de aulas, horas de estudos, revisões e simulados. "Mas o que mais me relaxa é dormir. Consigo recarregar a bateria depois de uma boa noite
de sono",
conta a estudante.
A mãe dos três jovens, a fisioterapeuta Maria Rozenilda Souza Leão, ressalta o bem que a terapia fez a Paulo durante a preparação para o vestibular. "Percebia que Paulinho era muito preparado, tinha conteúdo, sabia das respostas, porém a ansiedade interferia na hora das provas. Depois que começou com a psicóloga, ficou mais confiante, deixou a insegurança para trás", relata Rozenilda. Se estão ansiosos, ela e o marido tentam não passar para os filhos.
"Nas outras vezes, achava que não era necessário. O estresse atrapalhou minha preparação. Quando consegui lidar com minhas emoções, ficou mais fácil. Percebi que o conhecimento é importante, claro, mas manter a tranquilidade também", conta Paulo, atualmente cursando o segundo período de medicina na Universidade de Pernambuco (UPE).
Suas duas irmãs, Alessandra, 18, e Vanessa Costa Lima, 19, vão encarar o vestibular este ano. Alessandra decidiu seguir a dica do irmão e está, há cerca de um mês, com acompanhamento psicológico. Vanessa não acha necessário. "Quanto mais se aproxima a data da prova, mais o nervosismo aumenta. Percebi que estava prejudicando minha concentração e resolvi procurar ajuda", ressalta Alessandra, candidata ao curso de odontologia. Ela aprendeu a respirar melhor, o que tem ajudado a driblar o cansaço da maratona de aulas, horas de estudos, revisões e simulados. "Mas o que mais me relaxa é dormir. Consigo recarregar a bateria depois de uma boa noite
A mãe dos três jovens, a fisioterapeuta Maria Rozenilda Souza Leão, ressalta o bem que a terapia fez a Paulo durante a preparação para o vestibular. "Percebia que Paulinho era muito preparado, tinha conteúdo, sabia das respostas, porém a ansiedade interferia na hora das provas. Depois que começou com a psicóloga, ficou mais confiante, deixou a insegurança para trás", relata Rozenilda. Se estão ansiosos, ela e o marido tentam não passar para os filhos.


