Também na
entrevista, a reitora apresentou a classificação da Universidade de
São Paulo, segundo as mais recentes edições de dois dos principais
rankings que avaliam as melhores universidades. A USP está entre as 100
melhores do mundo e é a primeira da América Latina e do Brasil.
No Webometrics Ranking Web of World Universities, cuja avaliação é semestral, a USP subiu 49 posições ao ocupar o 38º lugar, na classificação divulgada no final de julho, em relação à edição de janeiro de 2009. Esse ranking, elaborado pelo Consejo Superior de Investigaciones Científicas do Ministério da Educação da Espanha, classifica 6 mil instituições no plano mundial, dentre 17 mil avaliadas. Tem como base a visibilidade e o desempenho global, que inclui indicadores de pesquisa e de qualidade de estudantes e docentes.
“A USP, pela primeira vez, ocupa a primeira posição na América Latina. Até então, ela era a segunda, estando sempre atrás da Universidade Autônoma do México (UNAM). Agora a USP está em primeiro lugar”, comemorou a reitora, que ainda explicou: “Qualquer processo de avaliação é um pouco polêmico, muitas vezes em função dos critérios utilizados. Mas ele é um instrumento de visibilidade internacional das universidades, então, deve ser considerado porque, além da pesquisa, utiliza indicadores de avaliação de qualidade dos estudantes e também dos professores”.
Dessa classificação também faz parte o Ranking of World Repositories Top 300 Institutions, que classifica as Instituições por meio das bibliotecas digitais de dissertações e teses. A USP ocupa o 57º lugar, o que significa crescimento de 29 posições, em relação a 2008.
Na edição 2009 do Performance Ranking of Scientific Paper for World Universities, do Higher Education Evaluation & Accreditation Council of Taiwan, a USP ocupa o 78º lugar, o correspondente a subida de 22 posições em relação a 2008. Esse ranking avalia a pesquisa desenvolvida, tendo como critérios produtividade, impacto e excelência na investigação científica. “É importante mencionar que não são dados apenas
quantitativos, mas dados qualitativos porque o que é avaliado é
a produção cientifica indexada. Isso mostra que a universidade realiza
uma pesquisa na fronteira do conhecimento e de nível internacional”,
conclui a reitora.
Nesse ranking, que também classifica as instituições por área do conhecimento, a USP registrou crescimento significativo, de 2008 para 2009, em cinco dos seis campos avaliados: Agricultura (passou da 57ª colocação para a 39ª), Medicina (da 162ª posição para a 111ª), Engenharia (da 114ª para 102ª), Ciências da Vida (de 126ª para 101ª) e Ciências Sociais (da 295ª para 246ª). Na área de Ciências Naturais, a USP passou da 71ª posição, em 2008, para a 74ª, em 2009. Em todas as áreas avaliadas, a USP foi classificada como a melhor universidade brasileira.
Mais informações sobre os rankings podem ser obtidas nos sites ranking.heeact.edu.tw e www.webometrics.info.
No Webometrics Ranking Web of World Universities, cuja avaliação é semestral, a USP subiu 49 posições ao ocupar o 38º lugar, na classificação divulgada no final de julho, em relação à edição de janeiro de 2009. Esse ranking, elaborado pelo Consejo Superior de Investigaciones Científicas do Ministério da Educação da Espanha, classifica 6 mil instituições no plano mundial, dentre 17 mil avaliadas. Tem como base a visibilidade e o desempenho global, que inclui indicadores de pesquisa e de qualidade de estudantes e docentes.
“A USP, pela primeira vez, ocupa a primeira posição na América Latina. Até então, ela era a segunda, estando sempre atrás da Universidade Autônoma do México (UNAM). Agora a USP está em primeiro lugar”, comemorou a reitora, que ainda explicou: “Qualquer processo de avaliação é um pouco polêmico, muitas vezes em função dos critérios utilizados. Mas ele é um instrumento de visibilidade internacional das universidades, então, deve ser considerado porque, além da pesquisa, utiliza indicadores de avaliação de qualidade dos estudantes e também dos professores”.
Dessa classificação também faz parte o Ranking of World Repositories Top 300 Institutions, que classifica as Instituições por meio das bibliotecas digitais de dissertações e teses. A USP ocupa o 57º lugar, o que significa crescimento de 29 posições, em relação a 2008.
Na edição 2009 do Performance Ranking of Scientific Paper for World Universities, do Higher Education Evaluation & Accreditation Council of Taiwan, a USP ocupa o 78º lugar, o correspondente a subida de 22 posições em relação a 2008. Esse ranking avalia a pesquisa desenvolvida, tendo como critérios produtividade, impacto e excelência na investigação científica. “É importante mencionar que não são dados apenas
Nesse ranking, que também classifica as instituições por área do conhecimento, a USP registrou crescimento significativo, de 2008 para 2009, em cinco dos seis campos avaliados: Agricultura (passou da 57ª colocação para a 39ª), Medicina (da 162ª posição para a 111ª), Engenharia (da 114ª para 102ª), Ciências da Vida (de 126ª para 101ª) e Ciências Sociais (da 295ª para 246ª). Na área de Ciências Naturais, a USP passou da 71ª posição, em 2008, para a 74ª, em 2009. Em todas as áreas avaliadas, a USP foi classificada como a melhor universidade brasileira.
Mais informações sobre os rankings podem ser obtidas nos sites ranking.heeact.edu.tw e www.webometrics.info.


