Os alunos que vão fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) não
encontrarão questões de língua estrangeira na prova. Mas isso não quer
dizer que estarão livres delas na segunda fase da Universidade Federal
de Pernambuco (UFPE).
Mesmo aquele que só fazia prova da disciplina apenas na primeira fase. “Todos farão as provas. Como o Enem não tem língua estrangeira, a Federal irá avaliá-la na segunda fase. O que pode mudar é o nível, dependendo se ela é peso ou não para o grupo”, explica a professora de inglês, Renata Meireles.
Para os grupos em que língua estrangeira não é obrigatória, serão apenas oito questões, como era feito no antigo ‘peneirão’. Já para os grupos 5, 6 e 8 que também solicitam língua estrangeira com nível dois, o número de questões sobe para 24. Segundo Meireles, ter um vocabulário extenso é a chave para fazer uma boa prova.
“Os estudos devem ser feitos de forma prazerosa. Por isso é bom que o candidato traduza músicas das bandas preferidas, assista a filmes com o áudio em português e a legenda em inglês, por exemplo. Esses recursos podem ajudar a conhecer mais palavras em outra língua”.
Essas orientações, de acordo com a professora, serão fundamentais na prova da Federal. “A UFPE tem suas questões baseadas em textos. São muitos quesitos de interpretação de texto e alguns de gramática”. Mas, para as questões gramaticais, ela aposta nos pronomes, e sinônimos e antônimos.
Todas baseadas nos textos utilizados para a interpretação. Os textos seguirão os padrões dos últimos três vestibulares, onde se exploram assuntos da atualidade, como educação, saúde e descobertas científicas. “Estar por dentro de atualidades ajuda muito. Porque se no meio do texto aparecer alguma palavra que não seja do conhecimento do aluno, ele saberá do que se trata o assunto se estiver bem informado”, adiantou a professora.
Nos manuais de inscrição das instituições pode se comprovar as previsões
da
professora. Na Covest é pontuado compreensão de texto; identificação
das diferentes funções sintático-semânticas dos vocábulos, locuções e
expressões idiomáticas de uso corrente além de entender os usos da
língua em contextos situacionais.
A comissão deixa claro que a formulação dos quesitos poderá vir em português ou na língua estrangeira. Os textos, de interesse geral, serão extraídos de livros, revistas, jornais, ou outras publicações não-especializadas.
UPE
Na Universidade de Pernambuco (UPE), serão 16 perguntas de língua estrangeira de múltipla escolha. Neste caso Renata Meireles afirma que a gramática será muito mais explorada. Na UPE é pedido que o aluno estude fonologia, ortografia e morfossintaxe. Além de vocabulário e compreensão de textos.
Mesmo aquele que só fazia prova da disciplina apenas na primeira fase. “Todos farão as provas. Como o Enem não tem língua estrangeira, a Federal irá avaliá-la na segunda fase. O que pode mudar é o nível, dependendo se ela é peso ou não para o grupo”, explica a professora de inglês, Renata Meireles.
Para os grupos em que língua estrangeira não é obrigatória, serão apenas oito questões, como era feito no antigo ‘peneirão’. Já para os grupos 5, 6 e 8 que também solicitam língua estrangeira com nível dois, o número de questões sobe para 24. Segundo Meireles, ter um vocabulário extenso é a chave para fazer uma boa prova.
“Os estudos devem ser feitos de forma prazerosa. Por isso é bom que o candidato traduza músicas das bandas preferidas, assista a filmes com o áudio em português e a legenda em inglês, por exemplo. Esses recursos podem ajudar a conhecer mais palavras em outra língua”.
Essas orientações, de acordo com a professora, serão fundamentais na prova da Federal. “A UFPE tem suas questões baseadas em textos. São muitos quesitos de interpretação de texto e alguns de gramática”. Mas, para as questões gramaticais, ela aposta nos pronomes, e sinônimos e antônimos.
Todas baseadas nos textos utilizados para a interpretação. Os textos seguirão os padrões dos últimos três vestibulares, onde se exploram assuntos da atualidade, como educação, saúde e descobertas científicas. “Estar por dentro de atualidades ajuda muito. Porque se no meio do texto aparecer alguma palavra que não seja do conhecimento do aluno, ele saberá do que se trata o assunto se estiver bem informado”, adiantou a professora.
Nos manuais de inscrição das instituições pode se comprovar as previsões
A comissão deixa claro que a formulação dos quesitos poderá vir em português ou na língua estrangeira. Os textos, de interesse geral, serão extraídos de livros, revistas, jornais, ou outras publicações não-especializadas.
UPE
Na Universidade de Pernambuco (UPE), serão 16 perguntas de língua estrangeira de múltipla escolha. Neste caso Renata Meireles afirma que a gramática será muito mais explorada. Na UPE é pedido que o aluno estude fonologia, ortografia e morfossintaxe. Além de vocabulário e compreensão de textos.


