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O que você vai ser quando crescer?
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Nota:




Uma enquete realizada pelo O Diário perguntou aos leitores: "Você
teve/tem dificuldade para escolher a profissão?". Dos participantes,
77% responderam que sim; 23%, que não.
O resultado demonstra que a dificuldade em escolher a carreira profissional é um "fantasma" que ronda a cabeça dos jovens e a pergunta ouvida quando criança: "O que você vai ser quando crescer?", na adolescência segue pelos caminhos da incerteza e da indecisão.
São tantas dúvidas no momento de decidir qual profissão será exercida "pelo resto da vida", que uma parcela considerável de pessoas prefere adiar a definição o máximo possível, nem que para isso seja necessário "esticar" a adolescência.
Atualmente, as escolas -tanto públicas quanto particulares - oferecem orientação vocacional aos alunos para minimizar eventuais erros, uma vez que o teste não garante a escolha certa. A coordenadora de Ensino Fundamental do Colégio Marista de Maringá, Aldivina Américo de Lima, destaca que a orientação vocacional na escola é uma atividade extracurricular e é vista como apenas uma ajuda para os alunos.
Tanto que a realização do teste é opcional. "Convidamos profissionais que vêm no contraturno para atender aos alunos interessados", explica. Aldivina afirma que a preocupação da escola começa no ensino básico, mas se torna essencial quando os estudantes chegam à 8ª série.
"Temos uma aluna, por exemplo, que desde criança queria ser médica, mas chegou à adolescência e mudou de ideia. Agora ela pretende fazer o teste vocacional para definir o caminho a percorrer", conta.
Na avaliação da coordenadora, o teste vocacional dá tranquilidade ao adolescente que tem dúvidas e evita frustrações. "Há alunos que passam em vestibulares superconcorridos, fazem o curso por um ou dois anos e descobrem que não era aquilo que queriam", exemplifica destacando que, se tivessem feito o teste, escolheriam a profissão com mais segurança e evitariam a perda de tempo.
A diretora-auxiliar do Colégio Estadual Duque de Caxias, Sueli Bettinardi, diz que a escola conta com o trabalho de estagiários em Psicologia para atividades de orientação vocacional.
O diretor do Colégio ângulo Drummond, Edson Ribeiro Scabora, declara que a instituição promove palestras com diversos profissionais durante o ano letivo. "é bom porque os adolescentes são bastante indecisos", avalia frisando que um dos fatores que contribuem para a indecisão é a quantidade de profissões existentes no mercado de trabalho.
"É importante a orientação vocacional porque surgem muitas atividades profissionais. é preciso que o estudante
tenha conhecimento do maior
número possível de opções para fazer a escolha", reforça a psicóloga e
mestre em Educação, Edna Salete Delalibera, do Centro Universitário de
Maringá (Cesumar).
A especialista ressalta que os adolescentes estão em uma fase especial da vida deles, onde há muitas mudanças - de comportamento, do corpo - e a escolha de uma profissão gera angústia. "Os jovens acham que não poderão errar nem recuar. Há também a pressão da família", ilustra. Para diminuir as possibilidade de erros - e a consequente frustração - é preciso estar atento para alguns aspectos. "Os jovens devem considerar as habilidades e não podem escolher uma profissão pensando apenas nos ganhos financeiros", aconselha.
Com o objetivo ajudar os jovens a se decidirem, os estabelecimentos de ensino superior promovem mostras, onde os alunos do ensino médio conversam com profissionais e professores dos cursos oferecidos pelas instituições. Na Universidade Estadual de Maringá (UEM) e no Cesumar, os eventos realizados na segunda quinzena de setembro deste ano foram visitados por mais de dez mil jovens em idade escolar.
O resultado demonstra que a dificuldade em escolher a carreira profissional é um "fantasma" que ronda a cabeça dos jovens e a pergunta ouvida quando criança: "O que você vai ser quando crescer?", na adolescência segue pelos caminhos da incerteza e da indecisão.
São tantas dúvidas no momento de decidir qual profissão será exercida "pelo resto da vida", que uma parcela considerável de pessoas prefere adiar a definição o máximo possível, nem que para isso seja necessário "esticar" a adolescência.
Atualmente, as escolas -tanto públicas quanto particulares - oferecem orientação vocacional aos alunos para minimizar eventuais erros, uma vez que o teste não garante a escolha certa. A coordenadora de Ensino Fundamental do Colégio Marista de Maringá, Aldivina Américo de Lima, destaca que a orientação vocacional na escola é uma atividade extracurricular e é vista como apenas uma ajuda para os alunos.
Tanto que a realização do teste é opcional. "Convidamos profissionais que vêm no contraturno para atender aos alunos interessados", explica. Aldivina afirma que a preocupação da escola começa no ensino básico, mas se torna essencial quando os estudantes chegam à 8ª série.
"Temos uma aluna, por exemplo, que desde criança queria ser médica, mas chegou à adolescência e mudou de ideia. Agora ela pretende fazer o teste vocacional para definir o caminho a percorrer", conta.
Na avaliação da coordenadora, o teste vocacional dá tranquilidade ao adolescente que tem dúvidas e evita frustrações. "Há alunos que passam em vestibulares superconcorridos, fazem o curso por um ou dois anos e descobrem que não era aquilo que queriam", exemplifica destacando que, se tivessem feito o teste, escolheriam a profissão com mais segurança e evitariam a perda de tempo.
A diretora-auxiliar do Colégio Estadual Duque de Caxias, Sueli Bettinardi, diz que a escola conta com o trabalho de estagiários em Psicologia para atividades de orientação vocacional.
O diretor do Colégio ângulo Drummond, Edson Ribeiro Scabora, declara que a instituição promove palestras com diversos profissionais durante o ano letivo. "é bom porque os adolescentes são bastante indecisos", avalia frisando que um dos fatores que contribuem para a indecisão é a quantidade de profissões existentes no mercado de trabalho.
"É importante a orientação vocacional porque surgem muitas atividades profissionais. é preciso que o estudante
A especialista ressalta que os adolescentes estão em uma fase especial da vida deles, onde há muitas mudanças - de comportamento, do corpo - e a escolha de uma profissão gera angústia. "Os jovens acham que não poderão errar nem recuar. Há também a pressão da família", ilustra. Para diminuir as possibilidade de erros - e a consequente frustração - é preciso estar atento para alguns aspectos. "Os jovens devem considerar as habilidades e não podem escolher uma profissão pensando apenas nos ganhos financeiros", aconselha.
Com o objetivo ajudar os jovens a se decidirem, os estabelecimentos de ensino superior promovem mostras, onde os alunos do ensino médio conversam com profissionais e professores dos cursos oferecidos pelas instituições. Na Universidade Estadual de Maringá (UEM) e no Cesumar, os eventos realizados na segunda quinzena de setembro deste ano foram visitados por mais de dez mil jovens em idade escolar.
3 Comentários:
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Dec 26, 2011
Nota:
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Beatriz disse:
sou simpatica canto muito
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Oct 06, 2009
Nota:
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João disse:
È realmente uma decisão
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Oct 05, 2009
Nota:
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Handerson Carlos disse:
Acredito que seja bastant
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Autor/Admin)
