O Ministério da Educação quer rescindir o contrato com o consórcio
Connasel, responsável pela aplicação do Enem, e busca uma forma
jurídica para tomar a medida.
A nova data da prova será decidida na quarta-feira. Segundo a reportagem apurou, o ministro Fernando Haddad pediu relatório ao departamento jurídico para ter "segurança de que sua decisão terá respaldo" e o ministério não correrá riscos de ter de pagar multa.
O valor total do contrato é de R$ 116 milhões, dos quais já foram gastos R$ 35 milhões com a impressão da prova que vazou e terá de ser descartada.
O relatório será entregue hoje ao ministro. Haddad, segundo assessores, está decidido a afastar o Connasel depois de firmar a convicção de que o grupo cometeu "diversas falhas". Entre elas, na segurança da prova, já que o vazamento ocorreu numa fase de responsabilidade do consórcio.
A PF praticamente esclareceu o furto do exame --dois suspeitos foram indiciados e um terceiro, que era contratado do Connasel e atuava na gráfica responsável pela impressão das provas,
deve ser indiciado hoje.
Além disso, o Connasel permitiu que professores levassem as provas para suas casas, uma falha considerada "grave" pelo ministério. "Amanhã (hoje) será uma reunião conclusiva com o consórcio, porque há questões jurídicas a serem elucidadas", disse o ministro.
O consórcio nega falhas na segurança e deve entregar hoje um relatório com respostas a vários questionamentos feitos pelo MEC aos procedimentos adotados para o Enem.
A nova data da prova será decidida na quarta-feira. Segundo a reportagem apurou, o ministro Fernando Haddad pediu relatório ao departamento jurídico para ter "segurança de que sua decisão terá respaldo" e o ministério não correrá riscos de ter de pagar multa.
O valor total do contrato é de R$ 116 milhões, dos quais já foram gastos R$ 35 milhões com a impressão da prova que vazou e terá de ser descartada.
O relatório será entregue hoje ao ministro. Haddad, segundo assessores, está decidido a afastar o Connasel depois de firmar a convicção de que o grupo cometeu "diversas falhas". Entre elas, na segurança da prova, já que o vazamento ocorreu numa fase de responsabilidade do consórcio.
A PF praticamente esclareceu o furto do exame --dois suspeitos foram indiciados e um terceiro, que era contratado do Connasel e atuava na gráfica responsável pela impressão das provas,
Além disso, o Connasel permitiu que professores levassem as provas para suas casas, uma falha considerada "grave" pelo ministério. "Amanhã (hoje) será uma reunião conclusiva com o consórcio, porque há questões jurídicas a serem elucidadas", disse o ministro.
O consórcio nega falhas na segurança e deve entregar hoje um relatório com respostas a vários questionamentos feitos pelo MEC aos procedimentos adotados para o Enem.


