USP estuda usar nota da 1ª fase em substituição ao Enem
A Universidade de São Paulo (USP) estuda utilizar o desempenho da
primeira fase do vestibular da Fuvest para substituir a nota do Exame
Nacional do Ensino Médio (Enem) na concessão do bônus de até 6% aos
alunos egressos de escolas públicas.
A posição oficial da USP deve ser conhecida nesta quarta, após reunião de professores da universidade com a pró-reitora de graduação, Selma Garrido Pimenta.
A Fuvest, porém, já realiza simulações de como seria conceder o bônus com base no novo critério, sem considerar o Enem. A medida seria uma alternativa para preservar os critérios que norteiam o programa de inclusão social da universidade (Inclusp), criado em 2006 e utilizado nas três últimas edições do vestibular.
Ela poderá ser adotada se os dados do Enem não forem enviados e processados até 14 de dezembro, quando ocorrerá a divulgação dos aprovados para a segunda fase da Fuvest.
Cogitou-se usar uma média do desempenho dos alunos do Inclusp no vestibular passado, mas essa opção não levaria em conta o mérito individual. Pelas regras do Inclusp, o aluno de colégio público recebe até 12% de bônus na nota da primeira fase, sendo 6% pelo desempenho no Enem.
A utilização da nota do exame nacional para os demais candidatos seria descartada em razão
do adiamento do exame. Na avaliação dos professores da USP, o
descarte do Enem não comprometeria o processo de seleção, mas teria um
forte impacto na inclusão social.
De 2008 a 2009, a quantidade de aprovados que cursaram todo o ensino médio no sistema público subiu de 2.706 para 3.146 - ou 30,1% do total das vagas, sendo que 953 deles só entraram na universidade em razão da bonificação concedida no Inclusp.
O porcentual de candidatos egressos do sistema público tem variado entre 30% e 35% na Fuvest, que tem 117 mil candidatos neste ano. A USP oferece 10.607 vagas.
A posição oficial da USP deve ser conhecida nesta quarta, após reunião de professores da universidade com a pró-reitora de graduação, Selma Garrido Pimenta.
A Fuvest, porém, já realiza simulações de como seria conceder o bônus com base no novo critério, sem considerar o Enem. A medida seria uma alternativa para preservar os critérios que norteiam o programa de inclusão social da universidade (Inclusp), criado em 2006 e utilizado nas três últimas edições do vestibular.
Ela poderá ser adotada se os dados do Enem não forem enviados e processados até 14 de dezembro, quando ocorrerá a divulgação dos aprovados para a segunda fase da Fuvest.
Cogitou-se usar uma média do desempenho dos alunos do Inclusp no vestibular passado, mas essa opção não levaria em conta o mérito individual. Pelas regras do Inclusp, o aluno de colégio público recebe até 12% de bônus na nota da primeira fase, sendo 6% pelo desempenho no Enem.
A utilização da nota do exame nacional para os demais candidatos seria descartada em razão
De 2008 a 2009, a quantidade de aprovados que cursaram todo o ensino médio no sistema público subiu de 2.706 para 3.146 - ou 30,1% do total das vagas, sendo que 953 deles só entraram na universidade em razão da bonificação concedida no Inclusp.
O porcentual de candidatos egressos do sistema público tem variado entre 30% e 35% na Fuvest, que tem 117 mil candidatos neste ano. A USP oferece 10.607 vagas.


