Apesar de todo o estresse gerado com a suspensão do exame do Enem, um
fator ficou bastante claro: O Enem não mete medo em ninguém.
Ao contrário do que os alunos acreditavam, a prova teve um bom nível e, para quem tem bom vocabulário e boa capacidade de ler, compreender e analisar, não teria dificuldade para resolver as questões. O problema está no tempo necessário para responder as questões.
Tenho minhas dúvidas se um aluno bom teria tempo de responder as questões sem ter de chutar. Na prova de linguagens e suas tecnologias, as primeiras questões não exigiam muito esforço e as repostas eram imediatas, contudo ao nos aproximarmos das questões 29, 30 e 31, a prova foi se tornando mais difícil. Há divergência entre os cursinhos sobre a questão 37, de Linguagens e suas tecnologias.
O professor Francisco Achcar afirma que, no texto 37, havia duas alternativas corretas, as letras B e E, ao passo que a banca só oferecia como gabarito a letra E. O professor Platão Savioli discorda, acha que o gabarito está correto. Para Francisco Achcar não há opção correta na questão 38, cujo gabarito oficial foi dado como letra D. Mais uma vez, o professor Savioli compactuou com o gabarito oficial.
A prova vazada, portanto, agora serve como simulado para que o aluno possa ver qual o melhor caminho a tomar e o aluno, que morria de medo dessa prova, perceberá que é uma prova fácil para um aluno do Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná... não sei se tão fácil assim para os dos rincões desse país. A educação nesse país é tão desnivelada que devemos ponderar sobre o que se chama de grau de facilidade em uma prova. Gostaria de ver a banca que elaborou o Enem fazer essa prova no tempo exigido. Há ainda uma questão crucial.
Há estados
que acompanham o horário de verão e outros não. Como ficará
resolvido isso? Há chuvas em Santa Catarina que podem aplicar de forma
determinante o andamento dessa prova e nos estados do nordeste não. E
se não der para aplicar em Santa Catarina, como fica? Os alunos
reclamam da falta de respeito do MEC ao não tomar as devidas
providências para que a prova não vazasse, pode vir coisa pior pela
frente, porque parece que ninguém está preparado para gerenciar
problemas não previstos.
As novas datas (5 e 6 de dezembro) atrapalham a vida de muita gente. Primeiro, porque se chocará com vestibulares importantes, como a UERJ e a UFJF. O governo olhou para o próprio umbigo e não cumpriu a promessa de não atrapalhar a vida do estudante, mais do que já atrapalhou.
Ao contrário do que os alunos acreditavam, a prova teve um bom nível e, para quem tem bom vocabulário e boa capacidade de ler, compreender e analisar, não teria dificuldade para resolver as questões. O problema está no tempo necessário para responder as questões.
Tenho minhas dúvidas se um aluno bom teria tempo de responder as questões sem ter de chutar. Na prova de linguagens e suas tecnologias, as primeiras questões não exigiam muito esforço e as repostas eram imediatas, contudo ao nos aproximarmos das questões 29, 30 e 31, a prova foi se tornando mais difícil. Há divergência entre os cursinhos sobre a questão 37, de Linguagens e suas tecnologias.
O professor Francisco Achcar afirma que, no texto 37, havia duas alternativas corretas, as letras B e E, ao passo que a banca só oferecia como gabarito a letra E. O professor Platão Savioli discorda, acha que o gabarito está correto. Para Francisco Achcar não há opção correta na questão 38, cujo gabarito oficial foi dado como letra D. Mais uma vez, o professor Savioli compactuou com o gabarito oficial.
A prova vazada, portanto, agora serve como simulado para que o aluno possa ver qual o melhor caminho a tomar e o aluno, que morria de medo dessa prova, perceberá que é uma prova fácil para um aluno do Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná... não sei se tão fácil assim para os dos rincões desse país. A educação nesse país é tão desnivelada que devemos ponderar sobre o que se chama de grau de facilidade em uma prova. Gostaria de ver a banca que elaborou o Enem fazer essa prova no tempo exigido. Há ainda uma questão crucial.
Há estados
As novas datas (5 e 6 de dezembro) atrapalham a vida de muita gente. Primeiro, porque se chocará com vestibulares importantes, como a UERJ e a UFJF. O governo olhou para o próprio umbigo e não cumpriu a promessa de não atrapalhar a vida do estudante, mais do que já atrapalhou.
2 Comentários:
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Oct 18, 2009
Nota:
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emy disse:
Nao se desespere , devemo
eu moro mas o importante é |
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Oct 09, 2009
Nota:
![]() ![]() ![]() ![]()
Janaina disse:
Eu ainda não vi a prova,
O que mais me de Mesmo estudand Bom, é bo En |



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