Ipea diz que crescimento de universitários no país ainda é baixo
O Ipea (Instituto de Pesquisas Econômicas Avançados) apresentou nesta
quarta-feira (7) uma análise dos dados do Pnad (Pesquisa Nacional por
Amostra de Domicílios) e mostrou que, apesar do número de brasileiros
que ingressam no ensino superior ter aumentado nos últimos anos, apenas
13,6% da população de 18 a 24 anos cursam uma faculdade ou
universidade.
A região Sul tem a maior porcentagem, com 18,6% da população entre 18 e 24 anos estudando em alguma instituição de ensino superior. O relatório do Pnad apresenta dois dados - referentes à relação de frequência e à conclusão dos estudos - que os técnicos consideram preocupantes.
O estudo verificou que apenas 66,6% dos alunos que ingressam no ensino médio o concluem e que mais de 33,8% dos que entram no ensino fundamental não concluem a 8ª série. O relatório informa ainda que o acesso de crianças de 0 a 3 anos à escola ainda é muito pequeno. Só
18,1% delas vão às creches.
Esse porcentual ainda é considerado baixo devido, principalmente, ao que previa o Plano Nacional de Educação. Em 2006 essa taxa deveria ser de 30%. Esse número é ainda menor entre as crianças de famílias de baixa renda. No grupo dos 20% mais pobres, apenas 10,7% das crianças estão nas creches. No grupo dos 20% mais ricos esse índice salta para 37%.
A região Sul tem a maior porcentagem, com 18,6% da população entre 18 e 24 anos estudando em alguma instituição de ensino superior. O relatório do Pnad apresenta dois dados - referentes à relação de frequência e à conclusão dos estudos - que os técnicos consideram preocupantes.
O estudo verificou que apenas 66,6% dos alunos que ingressam no ensino médio o concluem e que mais de 33,8% dos que entram no ensino fundamental não concluem a 8ª série. O relatório informa ainda que o acesso de crianças de 0 a 3 anos à escola ainda é muito pequeno. Só
Esse porcentual ainda é considerado baixo devido, principalmente, ao que previa o Plano Nacional de Educação. Em 2006 essa taxa deveria ser de 30%. Esse número é ainda menor entre as crianças de famílias de baixa renda. No grupo dos 20% mais pobres, apenas 10,7% das crianças estão nas creches. No grupo dos 20% mais ricos esse índice salta para 37%.


