Número de estudantes nas universidade dobrou em dez anos
O número de jovens brasileiros frequentando uma universidade registrou
crescimento considerável entre 1998 e 2008. Segundo dados da pesquisa
Síntese de Indicadores Sociais, do IBGE (Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística), a proporção dos jovens nesse nível de ensino
passou de 6,9% para 13,9% no período.
O aumento foi registrado em todas as regiões do País, mas ainda assim a porcentagem brasileira está abaixo da registrada em países como França, Espanha, Reino Unido e Chile, onde o índice está acima de 50%.
A pesquisa também indicou alguns avanços na área de educação, como a queda de 8,6% para 2,9% na taxa de jovens entre 18 e 24 anos que ainda cursam o ensino fundamental. Porém, desigualdades regionais ainda persistem. No Nordeste, apenas 8,2% dessas pessoas frequentam a escola, enquanto no Sul, esse número é de 19%.
Escolhendo a faculdade
Fazer uma faculdade é muito importante na carreira de qualquer pessoa, pois aumenta as chances de se conseguir um emprego e de ter crescimento profissional. Mas, junto com o crescimento do número de jovens cursando o ensino superior, também há um aumento no número de instituições, principalmente privadas, que nem sempre oferecem a qualidade que o aluno esperava. Diante disso, como escolher o melhor local para estudar?
É possível encontrar boas faculdades tanto entre as privadas quanto entre as públicas, cabendo a escolha à situação financeira do candidato. Para analisar a qualidade da instituição, é preciso observar alguns pontos, como ranking de revistas e jornais reconhecidos, ou ainda acessar o site do MEC (Ministério da Educação e Cultura), que apresenta a classificação das faculdades.
Também é possível buscar dicas com parentes e amigos mais experientes, que podem mostrar alternativas, e ficar atento com os meios de comunicação, que costumam abordar especialistas de faculdades que têm boa aceitação social.
O início da “maratona” de vestibulares deve ser acompanhado por uma preparação especial, para evitar problemas no dia da prova. “O corpo sofre com fatores psicológicos e sentimentos como medo, ansiedade e euforia. Esses fatores interferem no apetite do estudante, diminuindo a vontade de se alimentar corretamente e aumentando a falsa necessidade de ingerir determinados alimentos, como chocolates. Tudo isso causa uma desordem no sistema imunológico, aumentando a possibilidade do surgimento de resfriados e mal-estar”, diz a nutricionista do Hospital Samaritano de São Paulo, Weruska Barrios.
A médica endocrinologista Maria do Carmo Sobral Lins concorda que a alimentação é prejudicada neste período: “O fim do ano é sempre período de apreensão para os jovens que tentam um lugar nas melhores universidade do país. Para aguentar a pressão provocada pela responsabilidade, muitos deles buscam na comida uma válvula de escape. Resultado: disfunções hormonais e o inevitável ganho
de quilinhos extras”, relata.
Para ajudar quem está nesta fase da vida, Weruska preparou uma lista de cuidados com a alimentação, que deve ser adotada para o estudante ter um melhor funcionamento do organismo e aumentar as chances de sucesso nas provas. Confira:
- Durante os estudos: mantenha uma dieta equilibrada, ingerindo alimentos dos quatro grupos (carboidratos, frutas e legumes, proteínas e gorduras), beba água e não fique muito tempo em jejum, comendo uma fruta ou barra de cereais entre as refeições;
- No dia da prova: no café da manhã, escolha alimentos fontes de carboidrato (cereais, granola ou pão integral), proteína (leite, iogurtes, queijos ou peito de peru) e vitaminas e minerais. No meio da manhã, tome um copo de suco de frutas, sendo os melhores aqueles com cenoura e beterraba. Se possível, almoce antes de ir para a prova, mas prefira uma refeição leve.
- Na hora da prova: leve água, uma barra de cereal, fruta ou chocolate meio amargo - que devem compensar a queda de energia causada pelo estresse - e evite alimentos industrializados, como salgadinhos, que têm alto teor de sódio e aumentam ainda mais a sede.
- Outras dicas: evite bebidas alcoólicas, principalmente na véspera da prova; não pule refeições, comendo a cada três horas; não exagere no café e nas bebidas energéticas.
O aumento foi registrado em todas as regiões do País, mas ainda assim a porcentagem brasileira está abaixo da registrada em países como França, Espanha, Reino Unido e Chile, onde o índice está acima de 50%.
A pesquisa também indicou alguns avanços na área de educação, como a queda de 8,6% para 2,9% na taxa de jovens entre 18 e 24 anos que ainda cursam o ensino fundamental. Porém, desigualdades regionais ainda persistem. No Nordeste, apenas 8,2% dessas pessoas frequentam a escola, enquanto no Sul, esse número é de 19%.
Escolhendo a faculdade
Fazer uma faculdade é muito importante na carreira de qualquer pessoa, pois aumenta as chances de se conseguir um emprego e de ter crescimento profissional. Mas, junto com o crescimento do número de jovens cursando o ensino superior, também há um aumento no número de instituições, principalmente privadas, que nem sempre oferecem a qualidade que o aluno esperava. Diante disso, como escolher o melhor local para estudar?
É possível encontrar boas faculdades tanto entre as privadas quanto entre as públicas, cabendo a escolha à situação financeira do candidato. Para analisar a qualidade da instituição, é preciso observar alguns pontos, como ranking de revistas e jornais reconhecidos, ou ainda acessar o site do MEC (Ministério da Educação e Cultura), que apresenta a classificação das faculdades.
Também é possível buscar dicas com parentes e amigos mais experientes, que podem mostrar alternativas, e ficar atento com os meios de comunicação, que costumam abordar especialistas de faculdades que têm boa aceitação social.
A maratona vai começar: cuide de sua alimentação
O início da “maratona” de vestibulares deve ser acompanhado por uma preparação especial, para evitar problemas no dia da prova. “O corpo sofre com fatores psicológicos e sentimentos como medo, ansiedade e euforia. Esses fatores interferem no apetite do estudante, diminuindo a vontade de se alimentar corretamente e aumentando a falsa necessidade de ingerir determinados alimentos, como chocolates. Tudo isso causa uma desordem no sistema imunológico, aumentando a possibilidade do surgimento de resfriados e mal-estar”, diz a nutricionista do Hospital Samaritano de São Paulo, Weruska Barrios.
A médica endocrinologista Maria do Carmo Sobral Lins concorda que a alimentação é prejudicada neste período: “O fim do ano é sempre período de apreensão para os jovens que tentam um lugar nas melhores universidade do país. Para aguentar a pressão provocada pela responsabilidade, muitos deles buscam na comida uma válvula de escape. Resultado: disfunções hormonais e o inevitável ganho
Para ajudar quem está nesta fase da vida, Weruska preparou uma lista de cuidados com a alimentação, que deve ser adotada para o estudante ter um melhor funcionamento do organismo e aumentar as chances de sucesso nas provas. Confira:
- Durante os estudos: mantenha uma dieta equilibrada, ingerindo alimentos dos quatro grupos (carboidratos, frutas e legumes, proteínas e gorduras), beba água e não fique muito tempo em jejum, comendo uma fruta ou barra de cereais entre as refeições;
- No dia da prova: no café da manhã, escolha alimentos fontes de carboidrato (cereais, granola ou pão integral), proteína (leite, iogurtes, queijos ou peito de peru) e vitaminas e minerais. No meio da manhã, tome um copo de suco de frutas, sendo os melhores aqueles com cenoura e beterraba. Se possível, almoce antes de ir para a prova, mas prefira uma refeição leve.
- Na hora da prova: leve água, uma barra de cereal, fruta ou chocolate meio amargo - que devem compensar a queda de energia causada pelo estresse - e evite alimentos industrializados, como salgadinhos, que têm alto teor de sódio e aumentam ainda mais a sede.
- Outras dicas: evite bebidas alcoólicas, principalmente na véspera da prova; não pule refeições, comendo a cada três horas; não exagere no café e nas bebidas energéticas.


