O Ministério Público Federal concordou com a anulação da primeira fase
do vestibular da Universidade Federal do Pará. A decisão foi tomada
após uma reunião pela manhã, na sede da Procuradoria da República no
Pará, em que novos fatos sugiram. O reitor Carlos Maneschy comunicou a
anulação na tarde de hoje (07).
Novas informações apuradas pela Polícia Federal influíram na anulação: um dos servidores com acesso às provas tinha um sobrinho fazendo o vestibular, o que é irregular. Até agora está confirmada apenas a suspeita de que algumas questões da prova foram plagiadas de outros vestibulares, mas a possibilidade de vazamento não pode ser descartada.
Para o procurador Alan Rogério Mansur Silva, responsável pelo caso, a decisão é acertada e demonstra o compromisso da instituição com a lisura do processo seletivo. - A UFPA tem demonstrado interesse em esclarecer os fatos e encaminhou, até agora, todas as documentações que solicitamos, declarou. O MPF acompanha a situação desde que começaram as denúncias de plágio e vazamento das questões de geografia.
Antes mesmo das informações da PF, a manutenção do calendário de provas estava comprometida por uma decisão judicial,
exarada na última sexta-feira
(04) pela 5ª Vara da Justiça Federal em um mandado de segurança, que
ordenou a realização de uma nova prova de geografia. - Com esses fatos
novos, concordamos que é melhor reiniciar o processo do zero, disse o
procurador Alan Mansur.
A realização de um novo vestibular não interfere nas investigações do MPF, que continuarão até que se comprovem as causas e se identifiquem os responsáveis pelas irregularidades. Os acusados deverão ser processados civil e administrativamente pelos danos provocados.
Novas informações apuradas pela Polícia Federal influíram na anulação: um dos servidores com acesso às provas tinha um sobrinho fazendo o vestibular, o que é irregular. Até agora está confirmada apenas a suspeita de que algumas questões da prova foram plagiadas de outros vestibulares, mas a possibilidade de vazamento não pode ser descartada.
Para o procurador Alan Rogério Mansur Silva, responsável pelo caso, a decisão é acertada e demonstra o compromisso da instituição com a lisura do processo seletivo. - A UFPA tem demonstrado interesse em esclarecer os fatos e encaminhou, até agora, todas as documentações que solicitamos, declarou. O MPF acompanha a situação desde que começaram as denúncias de plágio e vazamento das questões de geografia.
Antes mesmo das informações da PF, a manutenção do calendário de provas estava comprometida por uma decisão judicial,
A realização de um novo vestibular não interfere nas investigações do MPF, que continuarão até que se comprovem as causas e se identifiquem os responsáveis pelas irregularidades. Os acusados deverão ser processados civil e administrativamente pelos danos provocados.


