Não acelere o ritmo de estudos, nas últimas semanas.
Refaça ou apenas releia as provas dos anos anteriores, que podem ser encontradas na Internet.
Não altere sua rotina nem abandone os esportes, cursos de idiomas ou atividades de lazer.
Mantenha a prática de atividades físicas para não provocar alterações nos níveis de endorfina e adrenalina.
Introduza em sua rotina 15 minutos diários de alongamento para evitar efeitos físicos do stress, como rigidez muscular.
Supervalorize o que sabe e não dê demasiada atenção ao que não ficou tão claro. Todos têm deficiência em alguma área.
Certo grau de ansiedade é normal, mas deve-se evitar a angústia. Crie imagens de sucesso e condicione o cérebro a pensar positivamente.
 

 O que fazer no dia D?

-  Reserve as últimas horas para si mesmo. Não pergunte a seus colegas como eles estão se sentindo para não ser emocionalmente influenciado.

- Quando a prova estiver na sua frente, resista ai ímpeto de folheá-la desesperadamente. Divida o tempo disponível pelo número de questões.

-  A resolução da prova deve seguir a lógica do jogo de “pega varetas”: tire primeiro as que estão soltas e só depois tente as mais difíceis. Ou seja, faça uma primeira leitura resolvendo as questões mais óbvias, em seguida parta para as que exigem cálculos mais complexo e uma leitura detalhada e deixe para o fim as que você desconhece.

-  Por eliminação, em cada questão deverão sobrar apenas duas alternativas razoáveis. Quando não souber, chute a mais provável entre elas.

-  Se estiver tenso, dê cinco minutos de descanso a si mesmo: é como parar no acostamento e esperar o motor esfriar antes de seguir viagem.

- Não se esqueça de que autoconfiança, nesse momento, é fundamental.

- Ao sair da prova, não especule sobre as alternativas corretas para cada questão:  evite preocupações desnecessárias e espere o gabarito oficial.