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Fies oferecerá taxa menor e prazo mais longo
- Por Artigos
- Publicado 11/01/2010
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Nota:




O Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies), maior
programa de crédito universitário do Brasil, passará em breve por
algumas mudanças com o objetivo de atender a um número maior de
estudantes.
A previsão do Ministério da Educação é que o projeto de lei que trata do assunto seja sancionado nesta semana pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Criado pelo governo em 1999, o programa atende hoje 477 mil alunos, com uma carteira de R$ 5,5 bilhões. De acordo com Maria Paula Dallari Bucci, secretária de educação superior do Ministério da Educação (MEC), a expectativa é que as novas regras do Fies atraiam mais 200 mil alunos só neste ano, consumindo R$ 1 bilhão em recursos.
A principal alteração deve ficar com a redução da taxa de juros cobrada, de 6,5% ao ano para 3,5% ao ano. O prazo que os estudantes têm para pagar o valor devido ao Fies também será ampliado. Hoje eles podem quitar a dívida em até duas vezes o prazo do curso, período que será estendido para três.
Quem optar por cursos de licenciatura e medicina ainda poderá reduzir os juros em 1% da dívida por mês trabalhando na rede pública de educação básica, para o caso dos professores, e no
programa Saúde da Família, para os médicos. Para as
instituições de ensino, a novidade é que aquelas que aderirem ao Fies
poderão usar o Certificado Financeiro do Tesouro, papel dado à escola
como pagamento das mensalidades, para quitar débitos com a Receita
Federal.
Pela lei em vigor, os títulos só servem para pagar dívidas com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Além de atingir escolas e alunos, a nova regra vai mexer com a forma de distribuição do crédito, hoje centralizada na Caixa Econômica Federal. Todas as instituições financeiros estarão autorizadas a repassar o produto, ganhando uma comissão que pode alcançar 2% sobre o saldo devedor. Com essa mudança, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) passará a ser o agente operador do Fies no lugar da Caixa.
"Queremos que os bancos conheçam melhor o crédito universitário para motivá-los a criar seus próprios produtos no longo prazo. Com isso, mais alunos serão atendidos", diz Maria Paula. Recentemente, o número de contratações anuais do Fies estava em queda. No ano passado, por exemplo, foram 35 mil, enquanto em 2005 o Fies atingiu 135 mil adesões. Para a secretária do MEC, ao permitir a ampliação a rede de distribuição para diversos bancos, os alunos vão acessar o produto de forma mais fácil.
A previsão do Ministério da Educação é que o projeto de lei que trata do assunto seja sancionado nesta semana pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Criado pelo governo em 1999, o programa atende hoje 477 mil alunos, com uma carteira de R$ 5,5 bilhões. De acordo com Maria Paula Dallari Bucci, secretária de educação superior do Ministério da Educação (MEC), a expectativa é que as novas regras do Fies atraiam mais 200 mil alunos só neste ano, consumindo R$ 1 bilhão em recursos.
A principal alteração deve ficar com a redução da taxa de juros cobrada, de 6,5% ao ano para 3,5% ao ano. O prazo que os estudantes têm para pagar o valor devido ao Fies também será ampliado. Hoje eles podem quitar a dívida em até duas vezes o prazo do curso, período que será estendido para três.
Quem optar por cursos de licenciatura e medicina ainda poderá reduzir os juros em 1% da dívida por mês trabalhando na rede pública de educação básica, para o caso dos professores, e no
Pela lei em vigor, os títulos só servem para pagar dívidas com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Além de atingir escolas e alunos, a nova regra vai mexer com a forma de distribuição do crédito, hoje centralizada na Caixa Econômica Federal. Todas as instituições financeiros estarão autorizadas a repassar o produto, ganhando uma comissão que pode alcançar 2% sobre o saldo devedor. Com essa mudança, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) passará a ser o agente operador do Fies no lugar da Caixa.
"Queremos que os bancos conheçam melhor o crédito universitário para motivá-los a criar seus próprios produtos no longo prazo. Com isso, mais alunos serão atendidos", diz Maria Paula. Recentemente, o número de contratações anuais do Fies estava em queda. No ano passado, por exemplo, foram 35 mil, enquanto em 2005 o Fies atingiu 135 mil adesões. Para a secretária do MEC, ao permitir a ampliação a rede de distribuição para diversos bancos, os alunos vão acessar o produto de forma mais fácil.
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8 Comentário para "Fies oferecerá taxa menor e prazo mais longo" 
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disse isso em 16 Jan 2010 11:27:00 AM PDT
como eu faço para pedir
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disse isso em 20 Jan 2010 7:49:36 AM PDT
Muito bom, porque dará m
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disse isso em 21 Jan 2010 12:02:48 PM PDT
Excelente projeto de lei,
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disse isso em 21 Jan 2010 12:09:12 PM PDT
Excelente projeto de lei,
É Sou do Sul do Pará |
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disse isso em 23 Jan 2010 6:56:08 AM PDT
acho q é mais um passo p
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disse isso em 05 Mar 2010 4:58:36 PM PDT
como faço pra requer o r
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disse isso em 13 Mar 2010 11:26:38 AM PDT
muito bom para quem desej
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disse isso em 22 Mar 2010 10:40:40 AM PDT
Essas novas taxas é so p
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