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Novos rumos para os vestibulandos
- Por Orientação Vocacional
- Publicado 8/02/2010
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Nota:




Orientação Vocacional
Teste vocacional para ajudá-lo na escolha de sua futura carreira.
Veja todos os artigos por Orientação VocacionalSe tem um evento que consegue parar o Brasil é a Copa do Mundo. Camisas verde-amarelas para todos os lados, torcida e muita empolgação para acompanhar os jogos de futebol. No caso das Olimpíadas, a mobilização é igualmente animada. Se nos anos anteriores foi assim, imagine quando esses eventos desembarcarem por aqui em 2014 e 2016?
Para
quem é estudante vale a pena ficar atento, porque essas duas
competições podem ser mais que oportunidades para curtir o resultado
dos representantes brasileiros: elas podem dar uma forcinha para
turbinar o currículo de quem está se preparando para entrar no mercado
de trabalho nos próximos anos.
Segundo Ricardo Mathias, gestor da Trevisan Escola de Negócios – unidade Rio de Janeiro, eventos como a Copa e as Olímpiadas costumam movimentar a economia das cidades e países onde são realizados. Por isso, mesmo parecendo que ainda falta muito tempo até 2014 ou 2016, é importante que os estudantes comecem a se planejar para aproveitar as oportunidades que vêm por aí.
“A expectativa é que esses eventos comecem a abrir novas vagas de trabalho desde já, principalmente nas cidades-sede, as maiores beneficiadas com o crescimento da infra-estrutura. Por isso, é essencial que o profissional invista em qualificação para se diferenciar no mercado e conseguir as melhores vagas”, comenta.
Para ele, é importante que, antes de fazer uma opção, o estudante procure se informar sobre a profissão escolhida e traçar um planejamento de suas metas. “O mais simples é pesquisar sobre as áreas que estão crescendo e investir nelas”, diz. Por isso, ficar de olho nos cursos que devem estar em alta na época dos eventos pode ser um bom começo para se dar bem.
Para os mais empolgados, ele aconselha um pouco de cautela para que o sonho de um bom trabalho na Copa do Mundo ou nas Olimpíadas não se torne um pesadelo. “É bom tomar cuidado, porque esses eventos acabam e o profissional precisa estar preparado para isso. A Copa e as Olimpíadas podem gerar uma oportunidade, mas ele deve trabalhar para solidificar sua posição e conquistar um espaço que não acabe com o fim dos jogos”, explica.
Atualização
Mesmo optando por um dos cursos que estará em alta, é bom o estudante ter consciência de que só isso não vai garantir o emprego. “A graduação não vai render um espaço eterno, então é importante procurar se especializar e aproveitar oportunidades como essas”, diz o economista Gilmar Lourenço, coordenador do curso de Ciências Econômicas da UniFAE Centro Universitário.
Quanto ao domínio de outras línguas, a regra é simples: quanto mais, melhor. “Inglês é obrigatório. Vale também investir em aulas de espanhol, francês, italiano ou alemão para incrementar o currículo. Quanto maior o leque de conhecimento em línguas, mesmo que seja em nível intermediário, maior a possibilidade de o profissional se destacar”, diz.
Para quem quer se diferenciar, outras opções são o mandarim, japonês e árabe, línguas que vêm ganhando importância na economia mundial.
Além disso, não se esqueça de um detalhe que pode fazer muita
diferença: a cultura. “Com pessoas vindas de tantos países, é
importante ter capacidade para interagir com outras culturas. Então,
além de estudar a língua, tire algum tempo para conhecer as
características daquele país e quais são os costumes e hábitos dos
moradores. Isso torna o processo mais fácil, além de evitar muitas
gafes”, diz Mathias.
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Vale a pena ser voluntário
Para quem não pensa em escolher um dos cursos que estará em alta nesse período dos eventos esportivos ou prefere viver a experiência do Mundial e dos Jogos de maneira mais cotidiana, uma dica interessante é trabalhar como voluntário nos eventos. São várias opções de cargos, que englobam ocupações como guia para delegações estrangeiras, tradutores, recepcionistas e profissionais para trabalhar diretamente nas partidas.
Nestes casos, principalmente durante as Olimpíadas, é fácil entrar em contato com atletas de outros países e, quem sabe, conhecer aquele ídolo do esporte com quem você tanto sonhou. “Mesmo não ganhando um salário, o voluntário pode se divertir, incluir essa vivência em seu currículo e ter experiências de vida inesquecíveis, daquelas que poderá contar para os netos com o maior orgulho”, diz o economista Gilmar Lourenço, coordenador do curso de Ciências Econômicas da UniFAE Centro Universitário.


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