Enem faz com que 30% das vagas no RS fiquem com vestibulandos de outros Estados
Um levantamento divulgado ontem pelo Ministério da Educação demonstrou
que cerca de um terço das vagas das instituições gaúchas de Ensino
Superior que aderiram ao Sistema de Seleção Unificada (Sisu) foram
conquistadas por alunos de fora do Estado. O índice de 29,34% ficou
acima da média nacional e 23 pontos percentuais além do resultado
verificado em São Paulo – Estado em que os candidatos nativos marcaram
maior presença.
Os gaúchos tiveram o 13º maior índice nacional de vagas obtidas por estudantes que migraram de outras regiões graças à nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Cinco instituições aderiram à nova modalidade de acesso ao Ensino Superior: as universidades federais de Pelotas (UFPel), do Pampa (UniPampa) e de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), e os institutos federais de educação, ciência e tecnologia de Farroupilha e do Rio Grande do Sul.
Até então, a média nacional da chamada mobilidade estudantil – percentual de alunos distantes de seu estado de origem – ficava ao redor de 1%. No Rio Grande do Sul, a novidade significou multiplicar esse universo de estudantes quase 30 vezes. Em São Paulo, Estado que acumula o maior número de horas de aula por ano no país na Educação Básica e costuma figurar nas primeiras colocações nas avaliações de qualidade do ensino, a proporção foi bem menor. Para o professor Gustavo Reis, porém, a explicação para a diferença de desempenho pode estar no perfil das
vagas oferecidas por meio do Sisu:
– O Rio Grande do Sul contou com mais instituições que ofereceram vagas por meio da nota no Enem, incluindo universidades de ponta como a UFCSPA. Isso atrai número maior de interessados de outros lugares.
Conforme o MEC, até o final da terceira etapa do Sisu, quando 33.039 estudantes já haviam se matriculado, 8.353 optaram por estudar fora de seu estado de origem, o que resultou na taxa de mobilidade de 25%. Para auxiliar as instituições a implementar programas de assistência para receber os estudantes, o governo ampliou os recursos do Plano Nacional de Assistência Estudantil de R$ 126 milhões para R$ 300 milhões em 2010.
Os gaúchos tiveram o 13º maior índice nacional de vagas obtidas por estudantes que migraram de outras regiões graças à nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Cinco instituições aderiram à nova modalidade de acesso ao Ensino Superior: as universidades federais de Pelotas (UFPel), do Pampa (UniPampa) e de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), e os institutos federais de educação, ciência e tecnologia de Farroupilha e do Rio Grande do Sul.
Até então, a média nacional da chamada mobilidade estudantil – percentual de alunos distantes de seu estado de origem – ficava ao redor de 1%. No Rio Grande do Sul, a novidade significou multiplicar esse universo de estudantes quase 30 vezes. Em São Paulo, Estado que acumula o maior número de horas de aula por ano no país na Educação Básica e costuma figurar nas primeiras colocações nas avaliações de qualidade do ensino, a proporção foi bem menor. Para o professor Gustavo Reis, porém, a explicação para a diferença de desempenho pode estar no perfil das
– O Rio Grande do Sul contou com mais instituições que ofereceram vagas por meio da nota no Enem, incluindo universidades de ponta como a UFCSPA. Isso atrai número maior de interessados de outros lugares.
Conforme o MEC, até o final da terceira etapa do Sisu, quando 33.039 estudantes já haviam se matriculado, 8.353 optaram por estudar fora de seu estado de origem, o que resultou na taxa de mobilidade de 25%. Para auxiliar as instituições a implementar programas de assistência para receber os estudantes, o governo ampliou os recursos do Plano Nacional de Assistência Estudantil de R$ 126 milhões para R$ 300 milhões em 2010.


