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Os prós e contras do vestibular de inverno
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Os
vestibulares de inverno são
realizados de acordo com as estratégias de cada instituição, não sendo
determinados por normas gerais. Por isso, o número de cursos com vagas
abertas
para o segundo semestre varia bastante, mas pode-se notar que os
tecnólogos e
da área de humanas são os mais comuns nesta época. Algumas universidades
promovem concursos para todas as áreas, porém, antecipar em seis meses a
formação pode implicar num aumento significativo da concorrência.
A UEM –
Universidade Estadual de Maringá, por exemplo,no curso de Medicina que
tem em média 100 vestibulandos na disputa por uma vaga de não cotista e
50 para
a de cotista no vestibular de verão, tem mais de 4.160 candidatos
disputando as
16 vagas destinadas a não cotistas e mais de 420 as 4 vagas de cotas, o
que
resulta numa concorrência de mais 267 e 106 candidatos por vaga,
respectivamente.
Isto acontece porque, na metade do ano, há uma redução drástica no número de vagas. Segundo o diretor-geral do Curso Positivo, o professor Renato Ribas Vaz, a pouca oferta se deve ao fato de que o grande público abrange alunos do terceiro ano do Ensino Médio.
Para ele, o vestibular de inverno é uma alternativa para aqueles que têm alguma exigência de prazo em iniciar ou concluir curso superior, geralmente, cobrado pelas empresas. Mas, para aqueles que podem esperar um pouco mais, a dica do professor é “aproveitar melhor o pré-vestibular e se preparar com tranquilidade para os vestibulares do final do ano”, ressaltando que, assim, “os alunos ingressarão na universidade com mais conhecimento e maturidade emocional, consequente, também, da sua preparação para o vestibular”.


