O interesse pelo curso de Economia tem crescido a cada ano.

Com a globalização e a abertura dos mercados internacionais houve um aumento na demanda pelo profissional de Ciências Econômicas. Ao mesmo tempo, em virtude dessa demanda, o interesse  e o número de universidades que oferecem o curso também aumentaram.

Hoje não basta apenas se formar em Economia. É importante fazer isso em uma boa faculdade para conseguir uma colocação interessante no mercado de trabalho.

Para ajudar você a cumprir essa tarefa, fomos atrás das avaliações de todos os cursos de Economia do Brasil. Confira agora mesmo!

Melhores cursos de Economia segundo o MEC

O Ministério da Educação (MEC) é a maior autoridade brasileira quando se trata de ensino superior. É o MEC que autoriza a abertura de cursos e emite o reconhecimento de instituições e graduações, além de fazer uma rigorosa avaliação de todas as faculdades públicas e particulares do país.

Cada curso é avaliado segundo uma série de quesitos: qualidade do plano pedagógico, documentação, infraestrutura, tecnologia, pessoal, qualificação dos professores e até desempenho dos alunos. Toda essa averiguação se reflete em quatro conceitos diferentes, que recebem nota de 1 a 5.

Para o nosso ranking, descartamos as faculdades que receberam notas 1 e 2 - que significam que a instituição tem um prazo para corrigir problemas se quiser continuar a oferecer o curso.

Quando o MEC atribui nota 3, significa que o curso cumpre plenamente os critérios de qualidade de ensino. Nota 4 supera as expectativas e um 5 significa que aquele curso é referência.

Vamos começar nossa lista com faculdades de Economia que atendem ao padrão de qualidade estabelecido e receberam pelo menos uma nota máxima (5) na avaliação do MEC:

  • Universidade de Brasília (UNB)
  • Universidade Federal de Viçosa (UFV)
  • Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS)
  • Fundação Universidade do Estado de Santa Catarina (UNDESC)
  • Universidade Regional de Blumenau
  • Centro Universitário Álvares Penteado (FECAP)
  • Universidade Paulista (UNIP)
  • Universidade Salvador (UNIFACS)
  • Universidade Católica de Brasília (UCB)
  • Faculdades Integradas da UPIS (UPIS)
  • Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)
  • Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
  • Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
  • Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
  • Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)
  • Universidade Federal de Goiás (UFG)
  • Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE)
  • Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS)
  • FAE Centro Universitário (FAE)
  • Centro Universitário Ibmec (IBMEC)
  • Centro Universitário Herminio Ometto (UNIARARAS)
  • Faculdade Santa Rita (FASAR)
  • Faculdade de Ciências Econômicas (FACAMP)
  • Escola Superior de Gestão e Administração Strong
  • Escola de Economia de São Paulo (EESP)
  • Faculdade Fucape (FUCAPE)
  • Escola Brasileira de Economia e Finanças (EBEF)
  • Fundação Universidade Federal do ABC (UFABC)
  • Fundação Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA)
  • Faculdade Ibmec Distrito Federal (IBMEC/ DF)
Em seguida, destacamos algumas faculdades reconhecidas e bem avaliadas pelo MEC que não apenas têm o curso de Economia, mas também oferecem uma série de benefícios como bolsas de estudos, financiamento, descontos e convênios.

O que é melhor: curso de Economia presencial ou a distância?

Você já deve ter percebido que a oferta de cursos a distância (EAD) não para de crescer. Sobretudo em graduações mais teóricas, como é o caso de Economia. Mas será que vale a pena fazer uma faculdade EAD? O que é melhor: estudar Economia de forma presencial ou a distância?
A resposta é: depende.
Em primeiro lugar, é importante saber que a graduação em Economia EAD segue o mesmo currículo da presencial. São basicamente as mesmas disciplinas, com as mesmas exigências - incluindo provas e Trabalho de Conclusão do Curso (TCC).
A grande diferença aqui é na forma de aprender. No curso a distância, o aluno acompanha a maior parte das atividades pela internet. Basta ter um computador conectado para acessar vídeos, aulas gravadas e ao vivo, exercícios, textos, fóruns de discussão, etc. Algumas vezes por semestre é preciso comparecer à faculdade ou ao polo de apoio para participar de atividades presenciais, como aulas e provas.
Portanto, se você precisa de flexibilidade para conciliar o curso superior com outras atividades e tem autonomia e disciplina para seguir o cronograma de atividades, pode ser uma boa.
Importante: o diploma de um curso de Economia reconhecido pelo MEC vale tanto quanto o presencial.
Se essa for a sua escolha, procure faculdades EAD credenciadas, como é o caso da Unicsul, Unifran, e Unicid .
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