Economia é um curso que surpreende bastante. Os alunos aprendem tudo sobre taxas, cálculos e indicadores econômicos e ainda conhecem toda a teia social que existe por trás de uma das principais forças que movem o mundo.

Essa formação, ampla e complexa, tem bastante apelo no mercado de trabalho – seja em bancos ou seguradoras, por exemplo; no serviço público ou em organizações não governamentais. Bons economistas são muito procurados pelas empresas e os salários podem ser bem interessantes.
A graduação, que conta atualmente com 50 mil alunos matriculados, oferece cerca de 120 mil vagas todos os anos – e parte delas na modalidade a distância.
Com tanta oferta, é sempre bom saber quais são os melhores cursos de Economia a distância e onde encontrá-los para garantir uma formação competitiva no mercado de trabalho.
O mapa da mina com as melhores faculdades está logo na sequência. Dê uma olhada!

Melhores cursos de Economia a distância

Antes de qualquer coisa, você precisa ter algo importante em mente: o curso de Economia a distância só é encontrado com o nome de Ciências Econômicas (ou Ciência Econômica). Lembre-se disso sempre que for fazer uma busca por essa graduação.
Ciências Econômicas a distância pode ser encontrada atualmente em 23 faculdades pelo país – sendo apenas uma dela pertencente à rede pública.
Para saber se um curso é bom ou não, a melhor maneira é consultar a avaliação periódica que o Ministério da Educação (MEC) faz com todas as graduações existentes no Brasil.
No caso de Economia a distância, essa avaliação até o momento só chegou a algumas poucas instituições (é um processo lento mesmo, não se assuste).
Ela leva em conta fatores determinantes para a qualidade de ensino, como o nível de formação dos professores envolvidos no curso, a qualidade da infraestrutura oferecida nas unidades e polos de apoio, o plano de desenvolvimento pedagógico, os recursos didáticos utilizados em aula e o conhecimento adquirido pelos alunos ao longo dos estudos.
As poucas faculdades que já foram avaliadas dentro desses critérios receberam uma nota considerada excelente pelo MEC.

São elas:

• Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)

• Faculdade de Estudos Administrativos de Minas Gerais (FEAD-MG)

• Universidade Paulista (UNIP)

Sendo assim, 20 instituições ainda não tiveram seus cursos avaliados ainda – o que não significa que a qualidade que elas oferecem seja inferior.
Por isso, se você quer fazer Economia a distância mas nenhuma das faculdades listadas acima está presente ou tem polos de apoio na sua cidade, opte por qualquer outra instituição que seja reconhecida pelo MEC.
Se você ainda não sabe por onde começar, a gente tem algumas sugestões de faculdades bem-conceituadas que se encaixam nesses critérios e contam com o curso de Economia a distância em diversas cidades pelo Brasil:

Centro Educacional Anhanguera (ANHANGUERA)

Universidade Cruzeiro do Sul (UNICSUL)

Universidade Cidade de São Paulo (UNICID) 

Centro Universitário do Distrito Federal (UDF) – no Distrito Federal

Universidade de Franca (UNIFRAN)

A qualquer momento pode surgir nova avaliação do MEC para as demais faculdades. Basta ficar ligado. Você pode acompanhar o desempenho de cada faculdade pela internet, no site do e-MEC.

Curso de Economia a distância funciona?

O curso de Economia a distância pode ser encontrado em basicamente dois formatos: o semipresencial e o EAD.
No EAD, o aluno faz quase tudo pela internet, com a ajuda de um ambiente virtual de aprendizagem.
Nele, os conteúdos são apresentados por meio de vídeos pré-gravados, videoconferências ao vivo (mas que podem ser acessadas mais tarde), apostilas, imagens, animações e livros digitais. Tudo pode ser feito de acordo com a disponibilidade de tempo do aluno, o que o faz desse formato o mais flexível que conhecemos.
O ambiente virtual é preparado para dar suporte aos estudantes em tudo o que eles precisam: desempenho, participação, tarefas pendentes, ferramentas de contato com alunos, professores e tutores, tira-dúvidas.
Nesse formato quase não existem encontros presenciais – apenas uma ou duas vezes por semestre, para apresentação de trabalhos e aplicação de provas finais.
Já o semipresencial tem toda essa dinâmica do EAD, mas com uma frequência maior de encontros presenciais ao longo do semestre.
Dependendo da faculdade, o semipresencial pode ser oferecido com aulas uma vez por semana ou duas vezes por mês. Basta você escolher a que melhor se encaixa nos seus objetivos.
Independentemente se você optar pelo formato EAD ou semipresencial, os estágios obrigatórios devem ser feitos de forma presencial, tradicional.
O diploma de Economia a distância tem a mesma validade no mercado de trabalho que o do curso tradicional. Com ele, dá para entrar na disputa por uma vaga de economista, prestar concursos públicos de nível superior ou continuar os estudos em cursos de pós-graduação (existem várias boas opções de pós na modalidade a distância também).
Economia é um curso de bacharelado que tem duração de quatro anos.
Na modalidade a distância, as mensalidades podem ser bem interessantes. Na Universidade Cruzeiro do Sul (UNICSUL), por exemplo, dá para estudar pagando apenas R$ 290 para o formato EAD. No semipresencial os valores costumam subir um pouco – mas nem tanto. Nesse caso, a média vai para R$ 490, dependendo da faculdade.
Veja também:
E aí, vai tentar mesmo fazer Economia a distância? O que achou dos formatos disponíveis? Conte para a gente nos comentários!