Em todos os momentos de nossa vida dependemos da matemática. Seja para um simples troco numa compra de supermercado ou para cálculos estatísticos da fome no mundo.

Ou ainda para saber quantos pontos o seu time de futebol precisa para não ser rebaixado... he he he. A matemática está presente em várias áreas do conhecimento.

Na química, por exemplo, na obtenção de novos produtos ou na medicina na fabricação e elaboração de medicamentos alternativos, onde a dosagem precisa é fundamental. Na física, a matemática é primordial. Essas duas ciências andam de mãos dadas. Um exemplo claro disso é o estudo desse capítulo.

No início desse módulo (capítulo 2) falamos sobre o movimento. Naquele momento nos preocupamos em entender apenas a essência filosófica, bem como as grandezas fundamentais do movimento.

Mas, para nossos estudos ficarem mais completos, se faz necessário o uso (mais amplo) da matemática (não adianta fazerem argh!) em algumas situações cotidianas, onde o movimento é o ponto principal. Esse tipo de análise é formalmente chamado dentro da física de CINEMÁTICA.

Pois bem, vamos começar a fazer um passeio por esse ramo da física clássica: a matemática dos movimentos ou cinemática.