O curso de Engenharia de Alimentos está ganhando notoriedade nas instituições de ensino e, consequentemente, maiores investimentos. Por essa razão, a procura dos vestibulandos aumentou consideravelmente.

Neste campo de atuação, as funções desse profissional são bem diversificadas, visto que ele pode atuar tanto no manuseio direto de alimentos (carnes, leites, peixes, legumes e frutas) em seus processos de armazenamento, preservação e acondicionamento, como atuar em empresas desenvolvendo embalagens e aditivos. Esse profissional poderá atuar ainda em pesquisas voltadas à preservação da saúde pública.

O engenheiro de alimentos poderá trabalhar nas indústrias alimentícias, agrícolas e de bebidas. Para ajudar você, realizamos uma pesquisa com os valores das necessidades básicas para um estudante de Engenharia de Alimentos.

Mas quanto custa estudar Engenharia de Alimentos?

Serão apresentados abaixo alguns tópicos com os custos mensais de itens considerados fundamentais na vida de um estudante. Esses valores tiveram como referência as cidades brasileiras de porte médio que oferecem esse curso.

Mensalidades

Ao escolher um curso é importante levar em consideração vários quesitos. O principal deles é o valor das mensalidades durante o período de graduação; sendo assim, os interessados em fazer a graduação em engenharia de alimentos devem saber que o valor médio da mensalidade é de R$ 1.106,00. Ao final final dos cinco anos de duração do curso, o emprego do seu capital será de R$ 66.360,00.

Moradia

Alguns estudantes não conseguem cursar a universidade residindo na casa de seus pais, por isso o gasto com a moradia deverá ser considerado no cálculo. Em uma cidade de médio porte, o valor dos aluguéis chega a R$ 500,00 por mês, totalizando, no final da graduação, R$ 30.000,00. Isso poderá variar dependendo do bairro que o estudante escolher, pois existem localidades mais caras que outras.

Alimentação

Esse item costuma variar de uma pessoa para outra, afinal alguns estudantes preferem investir mais para se alimentar melhor. O gasto com alimentação pode ainda variar entre homens e mulheres. Contudo, o valor da alimentação em uma cidade mediana girará em torno R$ 20,00 por dia, o que resultará num gasto de R$ 36.000,00 ao final do curso, considerando 30 dias de alimentação por mês.

Transporte

Muitas vezes o estudante não consegue ir a pé à faculdade, por isso é necessário colocar no orçamento o valor com transporte público. O aluno deverá gastar R$ 5,00 por dia e, ao final da graduação, o custo será algo em torno de R$ 9.000,00.

Materiais de estudo e equipamentos

Para aproveitar bem os estudos é fundamental comprar alguns materiais e equipamentos que são necessários em todas as graduações, em especial na Engenharia. Desse modo, o estudante de Engenharia de Alimentos precisará investir no mínimo R$ 2.500,00 durante o período da graduação com a compra de materiais como jaleco, óculos de proteção e calculadora científica.

Conclusão

O investimento total para estudar Engenharia de Alimentos pode parecer alto, mas é um investimento que, certamente, terá retorno satisfatório posteriormente. O curso de Engenharia de Alimentos, na maioria das universidades, é em período integral. Desse modo, torna-se difícil conciliar um estágio remunerado com as atividades propostas pela carga horária. Por isso, deve-se fazer um estudo dos lugares e instituições que são mais baratos e que disponibilizem algumas vantagens como o restaurante universitário, que oferece refeições a preços baixos. Considerando os valores acima, o investimento até o término do curso será de R$ 140.860,00, com o aluno estudando em uma instituição particular.

Como pagar a faculdade de Engenharia de Alimentos

Existem algumas opções para quem não tem condições de arcar com os cursos da faculdade. Conheça as principais:

  • ProUni: é

    um programa do governo que oferece bolsas de estudos parciais e

    integrais para estudantes de faculdades privadas. O processo seletivo

    usa a nota do Enem e, para participar, é obrigatório ter feito o Exame

    no ano imediatamente anterior. As inscrições para o ProUni são gratuitas

    e acontecem duas vezes por ano.

  • FIES: é o financiamento

    do Governo Federal para universitários de faculdades privadas. Os juros

    são de 3,4% ao ano e o estudante só começa a pagar a dívida um ano e

    meio depois de formado.

  • Crédito Universitário: para quem

    passa por dificuldades financeiras temporárias, é possível usar o

    crédito universitário privado para pagar um semestre da faculdade.

O que você achou dos valores apresentados? Você conhece alguma localidade que disponibiliza esse curso com custos mais baixos? Mande para nós nos comentários.